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 I N T E R N E T

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Xô Esquerda

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MensagemAssunto: Aulas de borla pela Internet   Sab Fev 23, 2008 6:39 am

Universidades oferecem cursos à distância de um clique

Aulas de borla pela Internet

Já é possível tirar um curso universitário assistindo aulas pela Internet bem como esclarecer as dúvidas via e-mail. Porém, a modalidade de ensino à distância não dá direito a diploma.

11:15 | Sábado, 23 de Fev de 2008

Os cursos online oferecem conhecimentos mas não dão direito a certificados

Já vai longe o tempo da tele-escola. Actualmente, as melhores universidades do mundo estão a oferecer cursos na Internet, inteiramente gratuitos.

Para ter-se acesso às aulas da Universidade Yale, do Instituto de Massachusetts (MIT) ou do Instituto de Tecnologia de Paris, algumas das mais procuradas pelos internautas, basta um 'clique', como refere uma reportagem publicada na edição desta semana da revista brasileira 'Veja'.

As aulas são filmadas e podem ser assistidas através de visita aos sites dos estabelecimentos. Segundo a revista, circulam na Internet cursos de nível superior dados por mais de 5.000 professores de 200 das melhores universidades do mundo.
A um clique de Yale

Até há três anos, essa nova modalidade de ensino à distância era uma miragem. Os cursos não dão direito a diploma, mas contribuem para aprimorar os conhecimentos dos internautas.

De acordo com a revista, "constituem uma preciosa fonte de conhecimento para gente sem tempo, dinheiro ou mesmo ambição para engatar um curso tradicional". Além disso, ajudam pessoas que estão interessadas em fazer uma especialização mas não têm conhecimentos suficientes sobre determinadas disciplinas que são pré-requisitos para acesso aos cursos.

Os cursos online também estão a contribuir para melhorar o nível da própria rede. Com efeito, uma pesquisa realizada pelo MIT, coordenada pelo professor Steven Carson, revela que apenas 10% dos 5.000 sites mais procurados nos EUA divulgam dados com alguma base científica. Do ponto de vista académico, isto significa que 90% das informações que circulam na Web não interessam.

As aulas pela Internet estão, ainda, a tornar populares professores como o holandês Walter Levin, um dos mais influentes físicos nucleares. As aulas de Lewis lideram as visitas virtuais. "Como físico, nunca fui tão popular", afirma Lewin, que recebeu mais de um milhão de visitas somente no ano passado.

Lewin, que contribuiu para o desenvolvimento de uma tecnologia de raio X que permitiu enviar ao espaço os primeiros balões para fazer o mapeamento da superfície terrestre, no final dos anos 60, é, também, professor de um dos cursos mais procurados pelos estudantes do MIT.

expresso


Links Relacionados que pode consultar no Jornal Expresso:

Link Saiba mais no site da Universidade Yale

Link Conheça os cursos na rede do Instituto de Tecnologia de Massachusetts

Link Visite o site da Universidade da Califórnia, em Berkley

Link Consulte as páginas da Universidade Stanford

Link Conheça os cursos online do Instituto de Tecnologia de Paris



É uma pena que o e-Learning ainda não esteja suficientemente dinamizado em Portugal.

Tem imensas vantagens, para trabalhadores, pessoas com incapacidades, pessoas residentes em regiões distantes e interiorizadas, etc.
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Fúria

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MensagemAssunto: Países sem Liberdade de Expressão na Internet   Seg Mar 10, 2008 7:21 pm

Países sem Liberdade de Expressão na Internet


Os exemplos multiplicam-se: acesso interdito a sites de notícias independentes, blogues bloqueados, cibercafés vigiados, risco de prisão se se identifcarem mensagens contra o governo.
A nova mordaça é digital.

Turquemenistão
Uzbequistão
Bielorússia
Nepal
China
Síria
Coreia do Norte
Tunísia
Cuba
Birmânia
Irão
Vietname
Líbia
Maldivas
Arábia Saudita
ECOlândia



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MensagemAssunto: Re: I N T E R N E T   Seg Mar 10, 2008 9:03 pm

ECOlandia!!! Laughing Laughing Laughing Laughing Laughing Laughing Laughing Laughing Laughing Laughing
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MensagemAssunto: E-mail com suposta morte de Fidel Castro esconde Trojan   Sab Mar 22, 2008 12:42 pm

Ameaça

E-mail com suposta morte de Fidel Castro esconde Trojan

Foi identificada uma mensagem de e-mail que supostamente apresenta fotografias e vídeos com a morte de Fidel Castro, o líder cubano que recentemente abandonou o poder para o seu irmão. As mensagens começaram a surgir precisamente quando Fidel anunciou oficialmente a renúncia ao cargo

Trend Micro alerta para a chegada de um e-mail que anuncia a morte de Fidel CastroDe acordo com a Trend Micro este e-mail de spam é enviado com uma suposta notícia cadeia de televisão hispânica Univision com o texto «Esta manhã, o ditador cubano Fidel Castro faleceu na sua casa em Laguito…De acordo com as notícias oficiais, Fidel Castro estava em estado crítico e recentemente tinha sofrido um ataque cardíaco».

No corpo do e-mail os autores afirmam ter provas em vídeo do corpo da figura histórica ao lado de Hugo Chavez.

Ao clicar nos links da mensagem os cibernautas são enviados para um site falso do jornal on-line Clarin.com, que descarrega automaticamente um ficheiro Trojan, denominado TROJ_AGENT.FRV.

Este malware desliga a função Gestão de Tarefas do computador infectado, evitando que os utilizadores possam cancelar os processos maliciosos manualmente.

O Trojan vem acompanhado com duas variantes do WORM_BANWOR cuja actividade consiste no roubo de informação do sistema.

A empresa responsável pela descoberta da ameaça revela que este Trojan «espera sem ser detectado, enquanto o utilizador visita sites, e é activado quando encontra determinados códigos nas barras de título do browser web. Posteriormente, regista as teclas utilizadas e envia esta informação por e-mail para os criadores do malware».

A Trend Micro alerta para o facto de esta ameaça apresentar alguns factores minimamente credíveis, como a utilização de imagens de sites de informação conhecidos, a palavra «Exclusivo» em letras grandes e em vermelho e uma imagem que se assemelha a Fidel Castro.

sol
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MensagemAssunto: No duermes por ver Internet ?   Qua Abr 02, 2008 4:46 am

No duermes por ver Internet? Ve al médico

El uso compulsivo de la Red ya se trata en algunas clínicas y centros de desintoxicación - Los expertos discrepan sobre si es una enfermedad en sí misma o el reflejo de otras patologías

02/04/2008

Si lo primero que hace nada más levantarse por la mañana es encender el ordenador y conectarse a Internet, revisa su correo electrónico cada cinco minutos o pasa más de 30 horas semanales -fuera del uso laboral- enganchado a la Red, tiene usted un problema. Algunos le definirían como un "adicto a Internet".

Otros aseguran que este trastorno no existe, y hablan de un uso "excesivo" o "abusivo" de la Red. ¿Adictos?, ¿simples fanáticos de Internet? Mientras el debate entre psiquiatras y expertos en nuevas tecnologías se acalora, algunos ayuntamientos han incluido la Red en sus planes de adicciones. Además, algunas clínicas ya tratan a pacientes de esta "adicción no química". Un problema que, dependencia o no, puede condicionar la vida.

Pero ¿existe la adicción a la Red?, ¿es una enfermedad? La respuesta es complicada. Decenas de estudios lo desmienten. Otros tantos disertan sobre un fenómeno que, dicen, ha aumentado en los últimos años. Alrededor del 5% de casos que trata Proyecto Hombre son por dependencia de Internet y nuevas tecnologías, según esta asociación que atiende a unas 13.000 personas al año. A pesar de ello, esta adicción no figura en el DSM-IV, el manual más utilizado en todo el mundo para el diagnóstico de desórdenes mentales, editado por la Asociación Americana de Psiquiatría. "Tampoco la Asociación Americana de Psicología la acepta", dice Helena Matute, catedrática de Psicología de la Universidad de Deusto.

Una "dependencia" que Iván P. dice que ha tenido. Este andaluz de 32 años pasaba unas 10 horas al día en Internet. "Chateaba, me tiraba siglos en juegos en Red, descargándome música, navegando... pero sobre todo comprando", cuenta. Llegó a dejar de dormir por estar más tiempo en línea. Lo que empezó como un hobby terminó como un problema. Su pasión le llevó a aislarse del mundo y a buscar otro tras la pantalla del ordenador. Un universo paralelo habitado por bits. "Me encantaban los videojuegos y contactar con otros internautas como yo", cuenta. Si no podía conectarse se ponía irascible e incluso se encontraba mal.

Iván fue tratado hace año y medio por un problema de "adicción a Internet" en la clínica Capistrano de Mallorca. Estuvo internado cuatro meses. Pasó por varios talleres de terapia ocupacional para aprender a dedicar su tiempo a otras cosas que no fuesen la Red. También por terapias, individuales y de grupo "para aprender a comunicarse cara a cara y no a través del ordenador", explica Vázquez Roel.

Pero el caso de Iván no es el único. Capistrano ha atendido a decenas de casos como el suyo en los últimos cinco años. "La adicción a Internet es una dependencia no química que, muchas veces, está asociada a otro tipo de hábitos. Adicción al alcohol, la cocaína...", asegura el doctor José María Vázquez-Roel, director del centro.

Páginas de sexo, chats o juegos en la Red. Aparte del medio en sí mismo, hay contenidos "especialmente adictivos", según el director de la clínica Capistrano. "Muchos videojuegos online en los que la violencia está continuamente presente, por ejemplo, son peligrosos. Sobre todo para los jóvenes", asegura.

Pero, según este profesional, toda la población corre el riesgo de "engancharse". Hace un año y medio su clínica hizo un estudio sobre el "riesgo de la ludopatía" y el "uso problemático de Internet" en las islas Baleares. Entrevistaron a más de 800 personas y llegaron a la conclusión de que el 8% de la población de esta comunidad, sufría dependencia o adicción a Internet. Una cifra que para el director del centro mallorquín es "una radiografía" de lo que ocurre en el resto de España.

Sin embargo, no todos están de acuerdo. "Internet, como tal, no es adictivo. No tiene nada que ver con las drogas, que siempre hacen daño. La Red, no. Cada vez más gente usa Internet a diario y sin embargo, no se engancha. Las drogas sí son adictivas", reivindica Helena Matute. "El uso excesivo de Internet puede ser un comportamiento compulsivo, pero no tiene que ver con el tiempo que se utiliza la Red", matiza.

¿Pasar el día en Internet es una adicción o una forma de vida? Lo primero que hace Ana R. al llegar a casa es conectarse a Internet. Con un ojo en la televisión o en las tareas y otro en el Messenger, pasa horas hablando con amigos a los que, la mayoría de las veces, ha visto hace unas horas. A sus 19 años declara que quedarse sin conexión a la Red es "de las peores cosas" que le puede pasar.

El caso de Ana es común a muchos jóvenes. Sienten la necesidad de estar permanentemente comunicados y, para ellos, la manera más fácil y barata es Internet. "Si no me conecto me da la impresión de que me estoy perdiendo algo", cuenta. En la Red tienen su universo particular, casi siempre calcado al terrenal.

Y como en la vida real, aunque parezca curioso, uno de los lugares donde más se habla de adicción a Internet es en la propia Red. No sin motivo. En el ciberespacio circula la anécdota de que la primera vez que apareció el término "adicción a Internet" fue en un correo electrónico que, en 1995, el doctor Ivan Goldberg envió a varios de sus contactos de un foro de profesionales de salud mental. Un mensaje que, para muchos, fue una broma mal interpretada y que no tardó en dar la vuelta al mundo. "Goldberg afirmaba irónicamente haber descubierto un nuevo síndrome, el síndrome de adicción a Internet, y proponía crear el primer grupo de ciberadictos anónimos, casi nada", dice Matute en La adicción a Internet no existe.

Un ingrediente más para añadir al controvertido concepto de dependencia de Internet. Su origen. "Técnicamente la adicción a la Red no existe. Lo que genera adicción no es Internet sino los distintos entornos que lo conforman, y esto con la web 2.0, caracterizada por la participación del usuario, y los entornos sociales, se complica", asegura el psicólogo uruguayo experto en nuevas tecnologías Roberto Balaguer. Así, Internet no es más que el medio por el que un ludópata puede tener acceso a millones de juegos sin pasar por el casino. Lo mismo pasa con páginas porno o compras. El rizo se enreda, por tanto, mucho más: la adicción al medio no existe, según Balaguer, pero sí a lo que se obtiene con él. Esa diferencia es similar a la de otros expertos, que aseguran que es vital distinguir a los adictos en la Red de los adictos a Internet.

Polémico o no, éste es un fenómeno muy estudiado. La psiquiatra Kimberly Young, de la Universidad St. Bonaventure (EE UU), lo analiza desde 1998. Young, que habla de "síndrome de adicción a Internet", es la creadora del Centro para las Adicciones a la Red. Según ella, alrededor del 10% de los internautas estadounidenses padecen adicción a Internet. Algo que define en su web como: "un comportamiento compulsivo que domina completamente la vida del adicto". Va más allá: "El adicto a Internet hace de la Red una prioridad más importante que la familia, amigos y trabajo".

En su centro, Young ofrece distintos tratamientos: para la navegación compulsiva, la adicción a eBay, apuestas online, negocios por Internet, cibersexo, ciberpornografía... También dispone de varios "grupos de apoyo" para familiares de "adictos" o incluso talleres para "reflotar" a la pareja tras una ciberinfidelidad.

"Cada vez son más comunes los problemas de dependencia asociados al uso de Internet", dice Young en su web. Una opinión que comparte Luis Bononato, director de Proyecto Hombre de Cádiz. Sólo en el centro que él gestiona han atendido a unas ocho personas por este problema en los últimos cuatro años. Varios de ellos menores. Bononato reconoce que no es del todo correcto emplear el término "adicción a Internet". "Yo intento usar 'abuso' o 'uso inadecuado', porque la dependencia aún no está reconocida científicamente. Pero incluso los propios pacientes cuando llegan se definen como 'enganchados", continúa. "Esto se terminará aceptando como adicción", afirma.

Pero cuál es el perfil del supuesto adicto. "Son personas que tienen una actitud compulsiva respecto a Internet. Se conectan varias veces al día y si no pueden hacerlo padecen una especie de síndrome de abstinencia. Se pueden llegar a mostrar irascibles e incluso violentos", explica Bononato. También hay otros síntomas: "Dejan de relacionarse con los amigos de siempre y buscan otros en Internet", sigue.

Un problema más agudo si cabe en jóvenes y niños, asegura Bononato, ya que sus padres no siempre identifican el problema. "Sienten la necesidad de estar todo el día conectados y se encierran en casa, con el ordenador. Los padres piensan que su hijo está en casa y que no está haciendo otras cosas por ahí fuera... Después vienen los problemas, la Red se convierte en lo más importante en su vida, baja su nivel de comunicación cara a cara y llega el fracaso escolar", asegura Bononato.

Éste y otros profesionales identifican al adicto a Internet con el consumidor de otras sustancias: "Suelen tener los mismos problemas. Dificultades para aceptar el propio cuerpo -la Red les posibilita relacionarse con otras personas, pero no desde la imagen que tienen de sí mismos, sino desde la que les gustaría tener-, baja autoestima, falta de habilidades sociales, falta de afectividad...", resume Bononato.

Pero tanto para el director de Proyecto Hombre Cádiz como para Vázquez-Roel cada vez hay más afectados por problemas de uso excesivo de Internet. "Crecen igual que crece el número de internautas", asegura Vázquez-Roel. Bononato aporta otro ingrediente: "Se incrementarán más cuanto más barato sea el acceso a la Red". Hoy 15 millones de personas utilizan frecuentemente Internet en España -es decir un mínimo de una vez a la semana-, según el Instituto Nacional de Estadística (INE). Muchos, la mayoría, se conecta más que ese habitualmente y pasa gran parte de su tiempo en el ciberespacio. Según el INE, el 81% de los usuarios emplea la Red para enviar correos electrónicos, el 80% para buscar información, el 64% para comprar billetes de avión o buscar información. También para chatear (52%) y descargar películas, música o jugar en la Red (48%).

Corea del Sur es un ejemplo de esa teoría de generalización y abaratamiento. En este país, donde el 90% de la población tiene acceso a la banda ancha, se han detectado muchos casos de problemas por el uso de Internet. Tanto que la imagen del adolescente muerto frente a la pantalla de su ordenador por agotamiento tras pasarse horas, o incluso días, absorto en juegos en línea es real. Allí el 30% de los menores de 18 años corre el riesgo de padecer adicción a Internet, según los expertos. Y es en ese país donde existe una de las clínicas más duras para tratar esta patología. El Jump Up Rescue School. Una mezcla de centro de rehabilitación y campamento militar en el que decenas de jóvenes reciben tratamiento para liberarse de su adicción al ciberespacio.

El centro está financiado por el Gobierno coreano. En él los jóvenes hacen actividades físicas, como carreras de obstáculos o montar a caballo. También participan en terapias de grupo en las que los psiquiatras intentan que restablezcan su contacto con el mundo real y dejen de lado el universo virtual en el que estaban sumergidos.

En España no existe nada similar. Sin embargo, algunas capitales han incluido "el uso incontrolado de Internet" en su Plan de Adicciones y Drogodependencias. Es el caso de Granada. También Alberto Ruiz-Gallardón, alcalde de Madrid, anunció antes de las elecciones municipales de 2007 que incluiría los videojuegos, los móviles e Internet en su Plan de Adicciones.

Al calor de la polémica han nacido también varias clínicas que tratan la adicción a Internet online. Muy criticadas. "La gente acude a estas ciberclínicas y, si de verdad tenían algún problema, difícilmente será resuelto", dice Helena Matute. "Muchas veces debajo de lo que se llama genéricamente adicción a Internet se esconden otras patologías", asegura.

Vaughan Bell, del Instituto de Psiquiatría King's College de Londres comparte la teoría de Matute. Para él la adicción a Internet no existe. La Red es sólo un medio, no una actividad, por lo que no se puede ser adicto a Internet de forma global. Bell explica que se puede pasear, ver la televisión o chatear compulsivamente, pero eso no quiere decir que estas actividades sean adictivas. Bell sostiene que las personas que se refugian en Internet y desarrollan un comportamiento compulsivo lo hacen para escapar de la realidad. "Tienen un problema de miedo al fracaso y falta de sociabilidad", dice.

"Mucha gente viaja con el portátil y va buscando wifi gratis allá donde están. Lo usan como una forma rápida y barata de contacto. No es adicción, es comodidad y ahorro. Como llevarse su propio cepillo de dientes", describe Antonio Delgado, experto en Internet y nuevas tecnologías. "Normalmente, los que hablan de adicción a Internet son organismos que tienen una empresa que cura el tema", critica.

Para Delgado todos estos problemas se solucionarían "fomentando" la educación en nuevas tecnologías. "Los niños deben saber manejar esta herramienta correctamente, igual que se les enseña el uso correcto de la televisión, los videojuegos o a relacionarse socialmente", dice. Enfermos o no, muchos usuarios se aferran a la Red como una forma de mantenerse dentro de su propia realidad, comunicados con sus contactos. Un hábito que, llevado al extremo puede perjudicar.

El Pais
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