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 SAÚDE

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ypsi



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MensagemAssunto: SAÚDE   Qui Set 20, 2007 7:25 am

SAÚDE DENTÁRIA

Quase metade das crianças com cáries


Um estudo divulgado pela Sociedade Portuguesa de Estomatologia concluiu que quase metade das crianças tem cáries. O presidente desta sociedade confirmou que cerca de 35 por cento das crianças até aos sete anos e 47 por cento entre os oito e os 16 anos têm cáries.

Quase metade das crianças portuguesas tem cáries dentárias, concluiu um estudo divulgado esta quinta-feira pela Sociedade Portuguesa de Estomatologia e Medicina Dentária (SPEMD).

Segundo o presidente desta sociedade, verificou-se que em cerca de 35 por cento das crianças até sete anos tinham «cárie em actividade, ou dentes tratados ou até dentes ausentes até dentes perdidos por doença cariosa».

«Nesta faixa etária, por contraponto, apenas 65 por cento das crianças apresentava uma dentição completamente saudável. Este cenário, que não é entusiasmante, repete-se e até agrava-se um pouco na faixa dos oito aos 16 anos, com 47 por cento de cáries presentes na população rastreada», afirmou José Pedro Figueiredo.

Em declarações à TSF, o presidente da SPEMD lamentou ainda o facto de muitos portugueses não terem hábitos de higiene oral e que muitos não vão regularmente ao dentista.

Segundo José Pedro Figueiredo, o estudo levado a cabo pela SPEMD concluiu ainda que «existe falta de motivação, ou de informação, ou de formação da população para a necessidade de hábitos de saúde oral e de métodos de higiene oral adequados».

«Por outro lado, também apurámos neste estudo, como temos apurado ao longo dos últimos sete anos, que há algum défice da capacidade de acesso da população à terapêutica, ao tratamento», acrescentou.

Este estudo surge a poucos dias do início do da oitava edição do Mês de Saúde Oral, que vai decorrer em Outubro, e durante o qual mais de um milhar de dentistas estão disponíveis para fazer rastreios dentários gratuitas.

TSF Online (20-09-2007)


Ordem dos Médicos Dentistas lança alerta

Metade dos portugueses não vai ao dentista


A falta de apoio do Sistema Nacional de Saúde é uma das principais razões da escassa saúde oral dos portugueses.
A Ordem dos Médicos Dentistas diz que metade dos portugueses carece de cuidados de higiene oral



Metade dos portugueses não vai ao dentista por falta de meios para pagar uma consulta, pondo em causa a sua saúde oral. O alerta é dado pela Ordem dos Médicos Dentistas que aponta o dedo ao Sistema Nacional de Saúde (SNS) português por não providenciar médicos dentistas nos centros de saúde e nos hospitais ou quaisquer sistemas de convenção com os privados.

De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Liverpool, Portugal está na cauda da Europa no que respeita aos cuidados de saúde oral, revelou o bastonário da Ordem Orlando Monteiro da Silva.

O facto de não existir oferta do SNS ao nível da medicina dentária faz com que muitos dos profissionais portugueses estejam já a procurar trabalho na União Europeia, em países como a Inglaterra e a Holanda. Portugal e Polónia são, actualmente, os que mais contribuem para os serviços de saúde oral do SNS inglês.

"Se a população portuguesa passasse toda a ter acesso aos cuidados de saúde oral, os médicos dentistas provavelmente não chegariam", adiantou o bastonário que lamenta "a ausência de planeamento de recursos humanos" no nosso país.

As regiões autónomas são as únicas a garantir serviços de medicina oral aos utentes do SNS. Nos Açores há 19 médicos dentistas no sistema público regional de sáude. Já na Madeira o sistema público reembolsa parte das despesas suportadas pelos utentes que recorrem a clínicas privadas.

Higiene oral taxada a 21 por cento

A Ordem dos Médicos Dentistas estima que em 2010 Portugal terá um dentista por cada 1.180 habitantes, resultante de "um descontrolo por excesso de formação de licenciados". "O resultado será inevitavelmente o do aumento do desemprego e sub-emprego na classe", afiançou Orlando Monteiro da Silva.

A Ordem dos Dentistas remeteu uma carta ao ministro da Saúde, na qual reclama a isenção ou redução do IVA nas pastas dentífricas, taxado a 21%.

Uma pasta de dentes com flúor comprada num supermercado custa em média 2 euros. Caso ficasse isenta de imposto poderia pesar menos cerca de 50 cêntimos no bolso dos portugueses.

Expresso (19-09-2007)


Última edição por em Sex Set 21, 2007 5:36 am, editado 1 vez(es)
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B

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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Qui Set 20, 2007 7:51 am

A questão está nos preços dos dentistas.
Já viram quanto se paga para se ir a um dentista ? Mesmo que seja só uma consulta ?
Continuo a dizer que isto deveria pertencer ao serviço nacional de saúde, assim seria bem mais barato do que estar fora das mãos do estado.
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Qui Set 20, 2007 10:30 am

B escreveu:
A questão está nos preços dos dentistas.
Já viram quanto se paga para se ir a um dentista ? Mesmo que seja só uma consulta ?
Continuo a dizer que isto deveria pertencer ao serviço nacional de saúde, assim seria bem mais barato do que estar fora das mãos do estado.

E outros gastam 1 000 000 de dollar,s, com os dentes, como em HOLLYWOOD!!!! lIFE IS NOT FAIR!!!
E o facto que A MEDICINA SOCIAL e uma grande treta que mata mais do que cura. Espera de 2 anos por certas operacoes Shocked
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ypsi



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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Sex Set 21, 2007 4:58 am

Dia Mundial da Pessoa com a Doença de Alzheimer

21 de Setembro



E se um dia deixasse de saber o caminho para casa ?

E se ao acordar não se recordasse do seu nome ?

E se a vida lhe pregasse uma partida ?



Demências são a principal razão de ida às urgências psiquiátricas de idosos


As demências (que em cerca de 70 por cento dos casos são Alzheimer) são em Portugal a principal razão de ida às urgências psiquiátricas de pessoas com mais de 65 anos, indicam os últimos números disponíveis. Hoje é Dia Mundial da Pessoa com doença de Alzheimer.

O principal diagnóstico nas consultas de psiquiatria em utentes idosos é a depressão (27,7 por cento), indica o Censo Psiquiátrico de 2001, os chamados síndromes demenciais ocupam 17 por cento do total. No caso das urgências o quadro inverte-se: as demências são responsáveis por 27,8 por cento das idas às urgências psiquiátricas por idosos e a depressão por 21,6 por cento.

Os números não o surpreendem. O psiquiatra responsável pela Comissão Nacional para a Reestruturação dos Serviços de Saúde Mental, Caldas de Almeida, diz que “há demências que criam crises de agitação aguda que não são manejáveis em casa e a família entra em pânico”. O responsável nota que o problema tenderá a piorar, uma vez que “a prevalência de demências está a aumentar e vai aumentar cada vez mais, mesmo com a melhoria das condições de vida das pessoas”.

Carolina Garrett, neurologista e professora da Faculdade de Medicina do Porto, explica que em pessoas com demência os problemas físicos (por exemplo uma pneumonia, uma infecção urinária) causam grande agitação e o primeiro reflexo dos cuidadores é levar o doente a uma urgência psiquiátrica.

Mas estas são pessoas que já têm diagnóstico da doença. António Leuschner, professor de Psiquiatra do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, no Porto, nota que a capacidade de diagnóstico ainda está sobretudo concentrada no litoral do país. Nos distritos mais envelhecidos (e logo com maior probabilidade de haver casos de Alzheimer) do interior é onde “proporcionalmente haverá mais necessidades”.

Muitos problemas colocam-se também ao nível da orientação para unidades residenciais que acolham estas pessoas. “É um problema sério. Muitas pessoas vão para lares onde as condições de assistência são diminutas e não atendem à doença de forma especializada”. O médico nota que esta é uma área com muito pouca oferta, porque muitas residências são demasiado caras.

Está previsto que a rede de cuidados continuados passe a ter unidades específicas para saúde mental. Caldas de Almeida, responde que o diploma deverá ser aprovado nos próximos meses e conta ter as primeiras unidades com esta valência ainda este ano para arrancar com projectos-piloto de residências no início de 2008. Não se sabe ainda quantos lugares vão ser criados.

Desvalorização de sintomas

Pedro Macedo, psiquiatra do Hospital Júlio de Matos, lamenta alguns diagnósticos tardios da patologia, “o que dificulta o acompanhamento do doente”. Muitas vezes só se leva o doente ao médico quando “começa a haver grandes alterações da pessoa, com agitação ou quando já não consegue ficar sozinho em casa”. Mesmo no meio médico há quem desvalorize os sintomas por achar que tem a ver com o envelhecimento da pessoa e é inevitável, nota o clínico.

Mas assim como pode haver intervenções tardias também pode haver um erro de diagnóstico que julga relativamente comum: confunde-se Alzheimer com depressão, que “no idoso é muito importante e tem implicações na vida da pessoa”, que podem parecer demências.

Na opinião de muitas famílias “ser velho é ser triste, é ter uma vida monótona sem interesses”, lamenta José Barreto, professor aposentado de Psiquiatria da Faculdade de Medicina do Porto, e muitas depressões nestas idades ficam por tratar. O médico nota que as eventuais faltas de diagnóstico não são sequer “por incompetência do médico”, devem-se por vezes a relatos de familiares “que não querem ver a doença, que minimizam as queixas”

José Barreto nota que o diagnóstico feito a tempo não impede a doença mas prepara a família para o que vai acontecer daí a seis a sete anos, para que arranje formas de cuidarem alternadamente do doente.

A doença é detectada através da avaliação dos sintomas e testes psicológicos. A memória é a primeira capacidade afectada, logo seguida da linguagem, sentido crítico, dificuldade de executar tarefas diárias como vestir-se, enumera José Barreto. A cura não existe mas a sua evolução pode tornar-se mais lenta através da administração de fármacos e actividades de estimulação como as terapias ocupacionais.

Público (21-09-2007)


Sinais de alerta


1. Perda de memória

É normal esquecer ocasionalmente reuniões, nomes de colegas de trabalho, números de telefone de amigos, e lembrar-se deles mais tarde. Uma pessoa com a Doença de Alzheimer esquece-se das coisas com mais frequência, mas não se lembra delas mais tarde, em especial dos acontecimentos mais recentes.

2. Dificuldade em executar as tarefas domésticas

As pessoas muito ocupadas podem temporariamente ficar tão distraídas que chegam a deixar as batatas no forno e só se lembrarem de as servir no final da refeição. O doente de Alzheimer pode ser incapaz de preparar qualquer parte de uma refeição, ou esquece-se de que já comeu.

3. Problemas de linguagem

Toda a gente tem por vezes dificuldade em encontrar a palavra certa. Porém, um doente de Alzheimer pode esquecer mesmo as palavras mais simples ou substituí-las por palavras desajustadas, tornando as suas frases de difícil compreensão.

4. Perda da noção do tempo e desorientação

É normal perdermos – por um breve instante – a noção do dia da semana ou esquecermos o sítio para onde vamos. Porém, uma pessoa com a Doença de Alzheimer pode perder-se na sua própria rua, ignorando como foi dar ali ou como voltar para casa.

5. Discernimento fraco ou diminuído

As pessoas podem por vezes não ir logo ao médico quando têm uma infecção, embora acabem por procurar cuidados médicos. Um doente de Alzheimer poderá não reconhecer uma infecção como algo problemático, e não ir mesmo ao médico, ou então vestir-se desadequadamente, usando roupa quente num dia de Verão.

6. Problemas relacionados com o pensamento abstracto

Por vezes, as pessoas podem achar que é difícil fazer as contas dos gastos, mas alguém com a doença de Alzheimer pode esquecer completamente o que são os números e o que tem de ser feito com eles. Festejar um aniversário é algo que muitas pessoas fazem, mas o doente de Alzheimer pode não compreender sequer o que é um aniversário.

7. Trocar o lugar das coisas

Qualquer pessoa pode não arrumar correctamente a carteira ou as chaves. Um doente de Alzheimer pode pôr as coisas num lugar desajustado: um ferro de engomar no frigorífico, ou um relógio de pulso no açucareiro.

8. Alterações de humor ou comportamento

Toda a gente fica triste ou mal humorada de vez em quando. Alguém com a Doença de Alzheimer pode apresentar súbitas alterações de humor – da serenidade ao choro ou à angústia – sem que haja qualquer razão para tal facto.

9. Alterações na personalidade

A personalidade das pessoas pode variar um pouco com a idade. Porém, um doente com Alzheimer pode mudar totalmente, tornando-se extremamente confuso, desconfiado ou calado. As alterações podem incluir também apatia, medo ou um comportamento inadequado.

10. Perda de iniciativa

É normal ficar cansado com o trabalho doméstico, as actividades profissionais do dia a dia, ou as obrigações sociais; porém, a maioria das pessoas recupera capacidade de iniciativa. Um doente de Alzheimer pode tornar-se muito passivo, e necessitar de estímulos e incitamento para participar.


Fonte:

Associação Portuguesa de Familiares e Amigos de Doentes de Alzheimer
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ypsi



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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Sab Set 22, 2007 7:57 am

Autoridade Europeia do Medicamento

Tratamento com nimesulida não deve ultrapassar os 15 dias



Bruxelas – Quatro meses depois da retirada da nimesulida do mercado irlandês, a Autoridade Europeia do Medicamento anunciou os benefícios são superiores aos riscos e que a toma do medicamento não deve ultrapassar os 15 dias.

O Comité europeu considerou injustificável a suspensão da venda do medicamento mas recomenda que o tratamento com nimesulida deve ser limitado a um período máximo de 15 dias, pelo que todas as embalagens que contenham mais de 30 doses devem ser retiradas do mercado.

A Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) enviou um comunicado informando que a Agência Europeia do Medicamento, após ter «finalizado a revisão da segurança hepática das formulações sistémicas» dos fármacos com nimesulida, concluiu «que os benefícios destes medicamentos são superiores aos riscos».

«Contudo, é necessário limitar a duração da utilização e restringir o seu uso de forma a minimizar os riscos para o doente», indica o Infarmed.

JD (22-09-2007)


A nimesulida é um medicamento anti-inflamatório não esteróide (AINE)
com acção analgésica.
Por exemplo, o Aulin, o Sulimed, o Nimed, etc.
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Tomar paracetamol com café pode causar danos à saúde   Qua Set 26, 2007 12:13 pm

Tomar paracetamol com café pode causar danos à saúde


Pílulas
Ingerir grandes quantidades do analgésico paracetamol com café pode aumentar o risco de problemas no fígado, segundo um estudo da Universidade de Washington.

No entanto, o estudo, intitulado Pesquisa Química em Toxicologia, só realizou testes em bactérias e ratos até agora, e especialistas dizem que são necessárias muito mais pesquisas para comprovar o perigo da mistura para seres humanos.

Os responsáveis pela pesquisa disseram que até overdoses pequenas do analgésico podem causar danos permanentes ao fígado e sugeriram ao governo americano que restrinja o número de comprimidos que podem ser comprados em farmácias.

Cientistas já sabem que o consumo excessivo de álcool pode tornar o remédio ainda mais tóxico, mas esta é a primeira pesquisa que sugere que a combinação de paracetamol e cafeína pode ter um efeito parecido.

Muitos destes remédios, inclusive, têm cafeína em sua composição e acredita-se que isto aumente suas propriedades analgésicas.

Cautela

"Não estamos dizendo que você tenha de parar de tomar paracetamol ou produtos com cafeína, mas você deveria monitorar a ingestão com mais cuidado quando toma os dois juntos", diz Sid Nelson, da equipe de pesquisadores da Universidade de Washington.

O estudo usou a bactéria E. coli, que foi geneticamente modificada para produzir uma substância química fundamental do fígado, que em humanos ajuda o corpo a quebrar o analgésico.

Quando a bactéria foi exposta a altas doses de paracetamol e cafeína ao mesmo tempo, a quantidade de um subproduto tóxico triplicou.

Este subproduto é justamente a toxina que causa danos ao fígado depois de uma overdose do analgésico.

Segundo Nelson, as doses de remédios utilizadas foram muito maiores do que o que a maioria das pessoas consumiria diariamente e a quantidade necessária para causar danos em seres humanos ainda não foi medida.

O pesquisador da Universidade de Newcastle Simon Thomas disse que é "muito cedo" para emitir um alerta sobre cafeína e paracetamol.

"Existem milhões de quilômetros entre a E. coli e seres humanos em relação a como analgésicos e cafeína são metabolizados", diz Thomas.

"O resultado da pesquisa seria de interesse considerável se fosse verdade, mas mais pesquisas têm de ser realizadas antes."
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Qua Set 26, 2007 3:58 pm

E VIAGRA, com alcool, tanbem!!! lol!
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B

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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Qui Set 27, 2007 1:21 am

AMERICANO escreveu:
E VIAGRA, com alcool, tanbem!!! lol!

Não não, isso só faz bem
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Qui Set 27, 2007 11:08 am

B escreveu:
AMERICANO escreveu:
E VIAGRA, com alcool, tanbem!!! lol!

Não não, isso só faz bem

Desde que nao apanhe uma ereccao de mais de 4 horas............... Wink
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ypsi



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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Qua Out 10, 2007 2:56 am

DIA MUNDIAL DA SAÚDE MENTAL


"GRAVES PROBLEMAS DE EQUIDADE E ACESSIBILIDADE"


Reabilitação de doentes mentais esbarra na falta de apoio social


Na Casa de Saúde de S. José, em Barcelos, estão 215 homens internados com patologias mentais. Todos eles poderiam ter alta - já hoje - se tivessem retaguarda social e familiar e um emprego.

Numa altura em que se procura reorientar os serviços de saúde para a comunidade, o Dia Mundial da Saúde Mundial faz-se no retrato de uma instituição pioneira na utilização do trabalho manual e agrícola como via para a reabilitação integral do doente.

Os resultados são animadores, mas esbarram nos muros que a sociedade impõe a estes doentes.

Luís Daniel Fernandes, director daquela instituição psiquiátrica da Ordem Hospitaleira de S. João de Deus, é peremptório. Não é por razões clínicas que os doentes permanecem internados.

Com o devido acompanhamento, todos poderiam viver fora da instituição. Sem soluções à vista, os internamentos eternizam-se. Nesta instituição, há registo de um doente em tratamento há, pelo menos, 47 anos.

O recurso excessivo ao internamento para tratamento das doenças mentais é precisamente uma das críticas apontadas pela comissão que elaborou o relatório preparatório da restruturação dos serviços de saúde mental.

Se há evidência de que o modelo de intervenção centrado na comunidade é mais eficaz, porque continuam tantos doentes institucionalizados?

A resposta é simples não têm para onde ir. Falta tudo: residências, apoio domiciliário, equipas multidisciplinares e meios para subsistirem fora do amparo dos hospitais. Luís Daniel Fernandes dá um exemplo da complexidade desta questão: um doente institucionalizado está oficialmente de baixa.

Esse estatuto impede-o de trabalhar ou frequentar cursos de formação profissional. Mesmo que essas actividades, não só favoreçam a reabilitação psicossocial do indivíduo, como abram portas à sua reinserção na sociedade.

Na Casa de Saúde de S. José, os doentes não estão confinados a quatro paredes. Nem aos 86 hectares de terreno da quinta agrícola localizada nos arredores de Barcelos. Muitos saem, sozinhos ou em grupo, para passear.

Armindo é um dos utentes com maior grau de autonomia. Tem 55 anos, 30 na instituição. Ele e outros cinco deixaram o internamento para viver numa residência localizada no perímetro da instituição. Com o apoio de uma assistente social e uma auxiliar, partilham a responsabilidade de articular as tarefas domésticas com os trabalhos que desenvolvem na quinta.

A Casa de Saúde de S. José foi pioneira, há 50 anos, na ergoterapia, um método que utiliza o trabalho manual como parte de uma estratégia terapêutica. Um quarto dos internados está envolvido nessas actividades. Não se trata apenas de mantê-los ocupados, explica Ricardo Campos, coordenador do serviço de reabilitação psicossocial.

Desempenhar uma tarefa - no caso do Armindo, por exemplo, é barbeiro - ajuda os doentes a desenvolver competências pessoais e sociais, como a comunicação, a responsabilidade individual e a auto-estima. As oficinas de trabalhos manuais e as actividades desportivas, culturais e espirituais complementam o quotidiano dos utentes de S. José.

Acesso difícil

As unidades de saúde mental registam "graves problemas de equidade e acessibilidade" e os serviços têm uma qualidade "deficiente". A conclusão é da Comissão Nacional para a Reestruturação dos Serviços de Saúde Mental que apresentou, em Abril último, um relatório onde faz o diagnóstico da situação em Portugal e aponta várias medidas.

Serviços na comunidade

A transferência dos serviços de saúde mental para a comunidade, de forma a combater o estigma associado aos hospitais psiquiátricos e promover uma intervenção mais próxima do doente, é uma das principais recomendações do relatório. A criação de equipas de saúde mental comunitárias, com base nas unidades locais de saúde (novos centros de saúde), e de unidades de internamento nos hospitais gerais (um por distrito, pelo menos) são algumas das medidas previstas até 2016.

Fecho de hospitais

Dos seis hospitais psiquiátricos existentes, a comissão recomenda que apenas três - Júlio de Matos (Lisboa), Sobral Cid (Coimbra) e Magalhães Lemos (Porto) - continuem a existir enquanto unidades regionais de saúde mental. Até 2016, doentes e médicos deverão ser progressivamente transferidos.

Plano aprovado

O Governo aprovou, no último Conselho de Ministros, o Plano Nacional de Saúde Mental e a Comissão Técnica de Acompanhamento da Reforma que operacionalizará as recomendações constantes no relatório.

6,1 milhões na Europa

O Dia Mundial da Saúde Mental é hoje assinalado com diversas iniciativas. Segundo um estudo da Alzheimer Europe, 6,1 milhões de pessoas sofrem de uma forma de demência na Europa. Todos os anos, há 1.4 milhões novos casos. O que significa mais um doente a cada 24 segundos.

JN (10-10-2007)
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Qua Out 10, 2007 10:11 am

Um milhão de portugueses sofre de doenças psiquiátricas



As doenças psiquiátricas afectam, anualmente, cerca de um milhão de portugueses. O director da Comissão para Reestruturação da Saúde Mental alerta para o facto de se tratar de um problema de saúde pública grave, para o qual falta, muitas vezes, o apoio necessário, nomeadamente a nível psicossocial.

As doenças psiquiátricas afectam anualmente cerca de um milhão de portugueses. Os dados são avançados no Dia Mundial da saúde Mental.

Ouvido pela TSF, o director da Comissão para Reestruturação da Saúde Mental alertou para o facto de as doenças psiquiátricas afectarem muitos portugueses, constituindo mesmo um problema de saúde pública grave.

«Todos os anos, teremos mais de um milhão de pessoas com doenças psiquiátricas diagnosticadas», afirmou Caldas de Almeida, destacando as «perturbações de ansiedade e depressão».

O responsável apontou ainda outros problemas de saúde pública «graves», embora menos frequentes, como é o caso das «psicoses, esquizofrenia, a doença bipolar, assim como os problemas ligados ao abuso de álcool e drogas».

Apesar do número elevado de doenças psiquiátricas, há doentes que não têm a ajuda necessária, conforme explicou Caldas de Almeida.

«Comparando com os países europeus, os estudos revelam que Portugal não está numa situação brilhante», alertou, acrescentando que «em termos de apoio clínico, a qualidade dos serviços portugueses é praticamente equivalente à dos outros países».

No entanto, sublinhou, «quando falamos de apoios e cuidados a nível psicossocial, sobretudo o apoio à família, à reabilitação, ao acompanhamento de pessoas com doenças crónicas, Portugal fica muito atrás dos outros países».

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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Qua Out 10, 2007 10:14 am

Estigma social também afecta família



A presidente da Federação Europeia de Associações de Famílias de Pessoas com Doenças Mentais (EUFAMI), Inger Nilsson, alertou hoje para o impacto que o "estigma" com que a sociedade marca os doentes mentais provoca nas suas famílias.

"Esse estigma também nos afecta a nós, membros da família. É um grande peso que temos de carregar", frisou a economista sueca, que se dedica a alertar a sociedade para os problemas das famílias com pessoas que apresentam doenças mentais.

Numa intervenção que hoje proferiu no Porto, no quadro das comemorações do Dia Mundial da Saúde Mental, a presidente da EUFAMI apontou a eliminação do estigma social como um dos objectivos da organização que lidera.

Para esse efeito, salientou a importância de "contrariar a ignorância e a má informação", mas também a necessidade de "divulgar os exemplos de boas práticas".

Inger Nilsson, que se assumiu como mãe de uma pessoa com doença mental, aproveitou o exemplo da sua filha para frisar que "há sempre esperança" numa melhoria.

Nesse sentido, revelou que a filha, graças a "bons médicos e a cuidados adequados", conseguiu recuperar, casou e teve recentemente um filho.

A EUFAMI, criada em 1992 e sedeada nos arredores de Bruxelas, tem como principal objectivo a promoção da melhoria dos cuidados de saúde e do bem-estar de todas as pessoas com problemas de saúde mental, "incluindo os seus familiares".

Para atingir esse objectivo, a EUFAMI, que está actualmente presente em 28 países europeus, defende que o doente deve ser visto como "um parceiro na equipa de tratamento", sendo-lhe recohecido o direito a "uma oportunidade de vida".

Por outro lado, esta organização não governamental tem vindo a "pressionar" as autoridades nacionais dos vários países em que está presente para promover uma "harmonização da legislação que permita melhorar as condições dos doentes e dos seus familiares".

A Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental assinalou hoje o Dia Mundial da Saúde Mental com uma conferência que decorreu durante todo o dia na Universidade Católica do Porto.

A depressão e as síndromes ansiosas são as formas mais comuns de doença mental, admitindo os especialistas que a depressão possa tornar-se, até 2020, na primeira causa de morbilidade nos países desenvolvidos.

Na Europa, as perturbações mentais afectam um quarto dos adultos, estando na origem da maior parte das cerca de 58 mil mortes anuais por suicídio.

Na União Europeia, as doenças mentais custam cerca de 4 por cento do produto interno bruto, principalmente devido às perdas de produtividade que origina e aos encargos suplementares que implica para os sistemas de saúde, social, educativo e judicial.

RTP/LUSA (10-10-2007)
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Qua Out 10, 2007 10:45 am

Mami escreveu:
Um milhão de portugueses sofre de doenças psiquiátricas



As doenças psiquiátricas afectam, anualmente, cerca de um milhão de portugueses. O director da Comissão para Reestruturação da Saúde Mental alerta para o facto de se tratar de um problema de saúde pública grave, para o qual falta, muitas vezes, o apoio necessário, nomeadamente a nível psicossocial.

As doenças psiquiátricas afectam anualmente cerca de um milhão de portugueses. Os dados são avançados no Dia Mundial da saúde Mental.

Ouvido pela TSF, o director da Comissão para Reestruturação da Saúde Mental alertou para o facto de as doenças psiquiátricas afectarem muitos portugueses, constituindo mesmo um problema de saúde pública grave.

«Todos os anos, teremos mais de um milhão de pessoas com doenças psiquiátricas diagnosticadas», afirmou Caldas de Almeida, destacando as «perturbações de ansiedade e depressão».

O responsável apontou ainda outros problemas de saúde pública «graves», embora menos frequentes, como é o caso das «psicoses, esquizofrenia, a doença bipolar, assim como os problemas ligados ao abuso de álcool e drogas».

Apesar do número elevado de doenças psiquiátricas, há doentes que não têm a ajuda necessária, conforme explicou Caldas de Almeida.

«Comparando com os países europeus, os estudos revelam que Portugal não está numa situação brilhante», alertou, acrescentando que «em termos de apoio clínico, a qualidade dos serviços portugueses é praticamente equivalente à dos outros países».

No entanto, sublinhou, «quando falamos de apoios e cuidados a nível psicossocial, sobretudo o apoio à família, à reabilitação, ao acompanhamento de pessoas com doenças crónicas, Portugal fica muito atrás dos outros países».

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E isso e visivel no ECO!!! lol!
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Qua Out 10, 2007 12:36 pm

RONALDO ALMEIDA escreveu:
Mami escreveu:
Um milhão de portugueses sofre de doenças psiquiátricas



As doenças psiquiátricas afectam, anualmente, cerca de um milhão de portugueses. O director da Comissão para Reestruturação da Saúde Mental alerta para o facto de se tratar de um problema de saúde pública grave, para o qual falta, muitas vezes, o apoio necessário, nomeadamente a nível psicossocial.

As doenças psiquiátricas afectam anualmente cerca de um milhão de portugueses. Os dados são avançados no Dia Mundial da saúde Mental.

Ouvido pela TSF, o director da Comissão para Reestruturação da Saúde Mental alertou para o facto de as doenças psiquiátricas afectarem muitos portugueses, constituindo mesmo um problema de saúde pública grave.

«Todos os anos, teremos mais de um milhão de pessoas com doenças psiquiátricas diagnosticadas», afirmou Caldas de Almeida, destacando as «perturbações de ansiedade e depressão».

O responsável apontou ainda outros problemas de saúde pública «graves», embora menos frequentes, como é o caso das «psicoses, esquizofrenia, a doença bipolar, assim como os problemas ligados ao abuso de álcool e drogas».

Apesar do número elevado de doenças psiquiátricas, há doentes que não têm a ajuda necessária, conforme explicou Caldas de Almeida.

«Comparando com os países europeus, os estudos revelam que Portugal não está numa situação brilhante», alertou, acrescentando que «em termos de apoio clínico, a qualidade dos serviços portugueses é praticamente equivalente à dos outros países».

No entanto, sublinhou, «quando falamos de apoios e cuidados a nível psicossocial, sobretudo o apoio à família, à reabilitação, ao acompanhamento de pessoas com doenças crónicas, Portugal fica muito atrás dos outros países».

TSF Online (10-10-2007)

E isso e visivel no ECO!!! lol!


Disse muito bem !

No Eco, no Vaga Liberdade, no Liberdade e Democracia, and ....

wherever ......... my friend !

Somos todos um bocado loucos, não acha Ronaldo ?

Conheço loucos fantásticos.

O Pessoa.

A Florbela Espanca.

Van Gogh.

e agora estava aqui a noite e o dia a mencionar nomes de loucos que eu gosto.

Gosto da loucura. A certain kind of .... lol!

Os "ditos" normais às vezes enervam-me e ao mesmo tempo dão-me sono. Sleep Sleep
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Qua Out 10, 2007 12:59 pm

As?As vezes eu penso; sera que sou eu que sou anormal, ou sao os outros?
Laughing Laughing Laughing Laughing Laughing Laughing
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Qui Out 11, 2007 3:53 am

A CHEGADA DA MORTE

Por Maria José Nogueira Pinto



Com o fim das grandes escatologias, das perspectivas colectivas de um final feliz, religiosas ou científicas, como foi o caso do marxismo, os seres humanos viraram-se para um individualismo feroz, projectos próprios de felicidade e de futuro, despidos de transcendência, valores ou referências.

Numa cultura caracterizada pelo valor máximo do sucesso pessoal, da beleza e da perfeição, o sofrimento e a morte, a percepção do outro e a referência da dignidade humana foram-se perdendo.

Dizia-se que começávamos a morrer no dia em que nascíamos. Hoje, esta afirmação parece uma indelicadeza desnecessária.

O mito dos recursos inesgotáveis da ciência e da tecnologia criou a convicção de ser possível eliminar todo o sofrimento e adiar indefinidamente a morte.

Estas expectativas esbarram inevitavelmente com aquilo que é e será sempre a condição humana: uma condição forte e fraca, gloriosa e pungente, perfeita e imperfeita, criadora e refém, presa das vicissitudes da felicidade e do sofrimento. Mas finita, em qualquer circunstância.

O fim da vida, o tempo que precede uma morte anunciada, o último trecho do caminho, é um tempo de enorme perplexidade, em que tudo à nossa roda é posto bruscamente em causa.

O sofrimento daquele doente terminal, criança, jovem, adulto, idoso, que devíamos partilhar numa total intimidade com ele, torna-se insustentável para nós.

Compaixão? Não. Medo, incapacidade, cobardia.

A compaixão só se sobrepõe quando procedemos ao exercício dificilíssimo de nos vermos no outro e, assim, fazer com ele, e como ele, essa derradeira caminhada.

Foi por tudo isto que nasceram os cuidados paliativos. Cuidados de Saúde que não se destinam a curar mas a retirar todo o sofrimento e incomodidade aos doentes terminais.
Cuidados familiares, porque os que acompanham o doente também precisam de orientação, apoio para um luto que se vai fazendo.

Cuidados indispensáveis a um novo conceito de morrer em casa, em vez de morrer só e perdido num hospital.

São também o tributo do "estado da arte" ao respeito pela dignidade da vida humana, ainda na sua fase final, mesmo quando, de modo simplista e egoísta, alguns sugerem que já não vale a pena fazer mais nada.

Em saúde, qualquer direito que se crie é, por definição, universal. Esses direitos vão-se criando sempre que as necessidades encontram resposta na ciência. Se a resposta existe, quem dela necessita adquire o direito aos cuidados correspondentes.

Sabemos que não é fácil conjugar o aumento das necessidades e a escassez de recursos pelo que se espera que os decisores saibam estabelecer as prioridades.

Em Portugal, milhares de doentes e famílias que precisam de cuidados paliativos, que têm direito a aceder a esses cuidados, não obtêm resposta.

Corremos o risco da chamada "morte a duas velocidades". Onde exista uma cultura paliativa que difunda um saber-fazer e um saber-ser haverá condições para um fim de vida digno e sereno.

Onde tal não aconteça (e são muitos os casos...) estamos a substituir a possibilidade concreta de aliviar o sofrimento e dar serenidade, por um desesperado e solitário pedido de morte. A desigualdade de acesso aos cuidados paliativos é, por isso, inadmissível.

Em 2006 foram estabelecidos objectivos e criadas metas e expectativas quanto à rede de paliativos. A concretização ficou muito aquém. Numa matéria que não se compadece com atrasos, e tão pouco com menos exigência de qualidade, que deve ser protegida de tentações experimentalistas e fugir de demagogia política, o desafio que se coloca ao Ministério da Saúde vai além de passar de 20 camas para 85 camas.

"Quadruplicar" é um bom título, mas 85 camas num país onde pelo menos seis mil pessoas precisam destes cuidados, onde o apoio no domicílio se torna urgente, onde a rede não cresce por falta de acordos, onde os profissionais de saúde precisam e reclamam formação, um título serve para pouco.

O desafio é enorme. Quer pelos meios que envolve quer pelas decisões políticas a que obriga. É mais um exemplo do chamado dilema da escolha, tão frequente em Saúde.

O desafio é que em Portugal, país da UE, neste século XXI, não exista, em breve, um único lugar onde se possa reclamar a morte, porque não se suporta mais sofrer.

Um desafio colectivo e eminentemente civilizacional.

DN (11-10-2007)
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Sex Out 12, 2007 1:18 am

O SNS mata mais do que cura!!!! JAMAIS deixaria um filho ou amigo usar esses servicos de medicina socializada, uma GRANDE TRETA, como a RTP,TAP e outras IMUNDICES do ESTADO, que todod pagam , queiram ou nao mas que servem os politicos!! O tal ESTADO-CAPITALISTA, sanguessuga do POVO!!
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Sex Out 12, 2007 4:09 am

O soninho ...... Sleep Sleep Sleep Sleep Sleep Sleep

Distúrbios do sono afectam 30% dos portugueses


Especialista Eduard Estivill estudou realidade portuguesa.

Problemas no sono aumentam risco de adoecer e provocam perdas de concentração e memória.

Três em cada 10 portugueses sofre de distúrbios de sono, uma doença ainda pouco conhecida, mas que pode diminuir o rendimento escolar e provocar depressões ou perturbações de ansiedade.

As conclusões são de Eduard Estivill, pediatra e neurofisiólogo responsável pela unidade de Alterações do Sono do Instituto Universitário de Dexeus de Barcelona. As pessoas afectadas "são as mais propensas a doenças, estão sujeitas a perdas de concentração e memória" e "o risco de terem acidentes no trabalho é maior", explica ao JPN.

O especialista, autor de vários livros sobre a temática, explica que os maus hábitos alimentares, o excesso de horas de trabalho e o abuso de estimulantes "são os responsáveis pela incapacidade das pessoas em adormecerem, o que se reflecte a nível exterior, mas sobretudo a nível psicológico".

Eduard Estivill refere que os casos mais difíceis de tratar são os infantis. As crianças que dormem menos de 10 horas por noite, na primeira infância, correm o risco de "terem problemas cognitivos e comportamentais quando entram para a escola, mesmo depois de os padrões de sono normalizarem".

O pediatra concluiu ainda que o fim-de-semana não é suficiente para as pessoas que dormem pouco “recuperarem o número de horas de sono perdido”. "Isso é um estereótipo que a sociedade criou", afirma.

JPN (28-09-2007)
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Qua Out 17, 2007 3:41 am

Em defesa da eutanásia


Mais de oitocentos idosos institucionalizados participaram num estudo desenvolvido pela Associação Portuguesa de Bioética para conhecerem a sua opinião em relação à eutanásia. Os números foram “surpreendentes”:
quase 47 por cento defendem uma lei para a morte assistida.


Mais de metade dos idosos portugueses pensam na morte (63 por cento) e 46,4 por cento são favoráveis à legalização da eutanásia.

Números “surpreendentemente elevados” – como o presidente da Associação Portuguesa de Bioética classificou – são também os 35 por cento dos inquiridos que admitem estar disponíveis a pedir ajuda a um profissional de saúde para pôr fim à vida, caso se encontrem num estado avançado de doença ou com grande sofrimento.
Com os homens em maior número.

Os resultados do inquérito levado a cabo pela Associação Portuguesa de Bioética da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, divulgado ontem, no Porto, envolveu 810 idosos com mais de 65 anos, de 47 lares distribuídos pelas sete regiões administrativas do País.

Setenta por cento dos inquiridos eram mulheres, e relativamente ao estado civil, 55,7 por cento viúvos.

Os resultados foram distintos de região para região, tendo-se verificado que no Alentejo e Lisboa e Vale do Tejo são as duas onde se verifica que mais de 50 por cento do público-alvo defende a morte assistida.

Entre as razões pelas quais os idosos saíram de casa, o facto de viverem sozinhos surge em primeiro lugar (26,3 por cento), seguido pela quebra de independência funcional, com 24,8 por cento.

O estudo, desenvolvido ao longo de um ano, não envolveu doentes crónicos nem terminais, uma vez que o pretendido era fazer um raio x à população idosa e apontar caminhos.

Propostas

A equipa de Rui Nunes propõe – antes de se avançar para “o radicalismo da eutanásia” – maior reforço e maior responsabilização das famílias a apoiar os idosos, aludindo à necessidade de serem criadas políticas de apoio, e maior acompanhamento espiritual, no amplo sentido da palavra.

Reforçar a autodeterminação e auto-estima dos idosos, bem como implementar uma Rede de Cuidados Paliativos e Continuados em todo o País são outros passos que o professor catedrático da Faculdade de Medicina do Porto acredita devem ser tentados, de forma a evitar que – como vaticina – a defesa da eutanásia venha a crescer “exponencialmente”.

Categórico afirmou mesmo não considerar “sequer ético que, sem serem esgotadas todas as alternativas de apoio aos idosos, se avance para o debate da legalização da eutanásia”.

Como que para concretizar aquela crença, Rui Nunes revelou a experiência nos estabelecimentos com cuidados paliativos, onde “há pouquíssimos pedidos de eutanásia”, por estas solicitações terem muito a ver com sofrimento.

Mas sabe que a discussão acabará por ter que se fazer, por saber que “há, efectivamente, pedidos genuínos da prática da eutanásia”.

1º de Janeiro (16-10-2007)
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MensagemAssunto: Médicos divididos quanto à pilinha dos bebés   Sab Out 20, 2007 6:11 am

Médicos divididos quanto à pilinha dos bebés

Citação :
A pele da pilinha dos bébes deve ser puxada para trás para evitar infecções e circuncisões? Há 20 anos esta era a prática corrente, mas hoje a classe médica divide-se, criando nos pais um clima de dúvida.

«Já não percebo nada. Segui as recomendações do pediatra e nunca puxei a pele da pilinha do meu filho. Aos cinco anos o médico achou que era necessário um forte puxão e recomendou-me que puxasse a pele com regularidade para não colar. Quatro anos depois, ele teve uma infecção e a médica no Centro de Saúde disse que eu nunca devia ter puxado a pele e que agora tem de ser operado», relata Ana Rodrigues, mãe de Manuel, agora com oito anos.

Muitos outros pais questionam-se sobre como devem tratar o órgão reprodutor dos seus filhos pequenos, mas o assunto, bastante discutido em fóruns e blogues na Internet, não é consensual entre a classe médica.

A Sociedade Portuguesa de Cirurgia Pediátrica considera que a «prática de forçar ou puxar para trás a pele do prepúcio de modo sistemático é desaconselhada durante todo o tempo em que a criança usa fraldas».

Numa resposta por escrito à agência Lusa, o presidente desta Sociedade, Paolo Casella, diz que depois de retiradas as fraldas «pode proceder-se a uma ligeira retracção da pele» para limpar cuidadosamente as impurezas que aí se acumulem, mas de modo a não forçar os tecidos, uma tarefa que deve ter lugar após o banho da criança.

A Sociedade de Cirurgia Pediátrica justifica esta recomendação com o risco de um puxão poder causar pequenas fissuras que, ao entrar em contacto com a urina da fralda e ao cicratizar, vão fazer perder a elasticidade da pele, podendo levar ao agravamento do aperto do prepúcio (dobra da pele que cobre a glande).

A própria Sociedade reconhece que «não existe uma opinião consensual» sobre estas recomendações, mas adianta que a «generalidade dos cirurgiões pediátricos concorda com estes princípios».

Contudo, o presidente do Colégio de Pediatria da Ordem dos Médicos defende que os pais devem «tentar cuidadosamente» puxar o prepúcio pouco depois de os bébés nascerem, mas sem nunca forçar.

«Os bébés não são todos iguais. Nos que expõem logo a glande, os pais devem ter o cuidado de lavar. O que não se deve é forçar, isso nunca. Já lá vai o tempo em que se defendiam os puxões bruscos. Mas, sem esforço, deve-se puxar a pele para trás logo na primeira ou segunda semana de vida», afirmou à Lusa Anselmo Quaresma da Costa.

O pediatra considera que «a melhor abordagem» é uma higiene cuidadosa, se possível durante o banho, com boa temperatura e alguma brincadeira, mas ressalva que essa preocupação de limpeza não deve fazer rasgadura pois as cicatrizes fazem a pele perder elastecidade.

Consensual é que quase todos os rapazes nascem com a glande do pénis recoberta pela pele do prepúcio, que está aderente à própria glande, uma situação denominada de fimose fisiológica.

O processo normal de descolamento da pele ocorre nos primeiros anos de vida, sendo previsível que 80 por cento das crianças seja capaz de retrair a pele por volta dos cinco anos.

Quando se dá um aperto irredutível da pele, a criança pode ter de ser circuncidada, mas a Sociedade de Cirurgia Pediátrica considera que, na maioria dos casos, este aperto resulta de um processo de espessamento anormal da pele do prepúcio, «nada tendo a ver com o repuxamento sistemático da pele».

Outra indicação médica para a circuncisão resulta de ter ocorrido algum episódio de infecção urinária na criança, ressalvando a Sociedade de Cirurgia Pediátrica que a circuncisão não tem efeitos negativos, mas que deve ser feita por especialistas por conter «riscos e complicações».

Raquel Fernandes, mãe de João, de 17 meses, contou à Lusa que o pediatra do filho recomendou que «não tocasse» na pilinha para além dos cuidados básicos de higiene, alegando que os pais geralmente fazem mal essa tarefa.

«Sinto-me insegura porque a maioria das minhas amigas com filhos faz precisamente o contrário, mas tenho de confiar no pediatra do João», contou Raquel Fernandes.

Lusa / SOL


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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Sab Out 20, 2007 7:39 am

......................................

ricardonunes escreveu:
Médicos divididos quanto à pilinha dos bebés


.... a post .... very, very ..... Hot .... !!!! ....


.... indeed .... !!!!! .... lol!
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Sab Out 20, 2007 9:13 am

PILINHAS DOS BEBES . sao assuntos dos PAIS!!! Assim como deve ser a EDUCACAO!!! Com as joias da Familia, quem decide sou eu!!
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Sab Out 20, 2007 9:30 am

Os nossos velhos preferem morrer


O Rádio Clube Português deu-me a notícia, logo de manhã: o “socialismo moderno” prepara-se para “actualizar” as regras da lei das manifestações.

Ia compor a frase com um melancólico advérbio de modo, e um fatigado adjectivo: “Fui tristemente surpreendido” – porém, já nada me surpreende (embora tudo me entristeça) nas decisões tomadas por José Sócrates.

É um pesado fadário que temos de cumprir. Caímos numa armadilha tenebrosa e fomos enganados com ardis, aldrabices e artimanhas.

Devemo-nos perguntar, e exigir que Sócrates se pergunte, quais as razões pelas quais quarenta e sete por cento dos velhos portugueses aceitam como boa a eutanásia?

Porque o Governo os despreza, espezinha, explora, humilha, vexa – não lhes acode, não os protege, não os defende, não os agasalha, não os ama.

Herborizados pelo mais assombroso e eficaz dispositivo propagandístico de que me recordo, os portugueses vivem em astenia moral, social e ideológica. Parecem indiferentes à evidência de que este Governo está contra eles: está contra nós.

O “socialismo moderno” vai criar novos impostos aos reformados; vai aumentar os combustíveis (e, decorrentemente, tudo o que lhe procede, de bens imprescindíveis); fez crescer o desemprego; encerrou centros de saúde, maternidades e postos de atendimento imediato.

Deu às taxas moderadoras a configuração da pornografia política, ao aumentá-las escandalosamente. Sob a obscena e abstrusa afirmação de que há “escolas que não dão rendimento social”, porque têm menos de dez alunos, encerrou centenas delas.

O rol de malfeitorias é infindável. Resoluções marcadamente antisociais explicam o número de portugueses pobres: mais de dois milhões=mais de um quinto da população. Porém, cerca de meio milhão sobrevive nos níveis da miséria.

Não se sabe ao certo a percentagem, em todo o País, de portugueses sem-abrigo. O número de jovens licenciados sem emprego nem perspectivas de futuro acresce na pauta de todos os desesperos.

As privatizações previstas não resolvem os problemas nacionais, no-lo ensinam economistas prestigiados, como o prof. Medina Carreira, cuja intervenção na vida pública devia ser mais assídua, pelo seu destemor cívico e pela sua excepcional qualidade pedagógica.

Por outro lado, a criação de mais “empresas hospitalares”, rude eufemismo que mascara o fácies do “privado”, não diminui as despesas com o pessoal.

Depois, aqui e além, continuam as reformas sumptuosas e os vencimentos ultrajantes de “gestores”, que passam de “especialistas” de televisão a peritos em fábricas de parafusos e destas para companhias de produtos farmacêuticos, a seguir para as oleaginosas.

Assisti, na América Latina, anos de 60, a vergonhas semelhantes. No Brasil, então, o despudor chegou a horizontes tão agressivos que a radicalização foi a solução encontrada pelos desesperados. Percorri, na época, parte substancial da imensa nação.

Encontrei-me, clandestinamente, com grandes resistentes, que se opunham à guerrilha urbana. Não a admitiam nem justificavam, mas tentavam explicar-me a natureza profunda da cólera popular.

A Igreja vaticana, com excepção de Dom Hélder Câmara e poucos mais bispos, remetia-se ao tradicional silêncio da cumplicidade. Os padres partidários da Teologia da Libertação eram ferozmente perseguidos pela hierarquia católica e pelos militares. Parte da Imprensa, nas mãos de senhores poderosos e oligarcas, foi conivente. Até que.

Viajo, com frequência, por Portugal. Possuo adequada informação do que se passa. Quando posso, e assim que posso, ergo a voz do meu protesto.

O famigerado défice tem servido de pretexto para esta furiosa avançada.

Um comentador de voz grossa e módica meninge discorria, há dias, acerca do “alívio” que o Governo estava a sentir. E blá-blá-blá sobre exportações, “factores exógenos”, “cepa torta” – trapalhadas sem direcção nem sentido. Como acentuou, meses atrás, o prof. Medina Carreira, a luta contra o défice devia envolver toda a gente, e não os mais desprotegidos. Eis a questão.

Vivemos sob o império da mentira, da dissimulação e do embuste. Nada nos é claramente dito. A informação é escassa. Tornou-se acto institucional o facto de o Executivo fazer e só depois dizer.

O clima de medo, de intimidação, de represália instalou-se na sociedade portuguesa de uma forma larvar. Não se ressalva os direitos adquiridos pelas massas trabalhadoras. Aniquila-se as actividades sindicais.

A ofensiva “mediática” contra Paulo Sucena, o grande dirigente da Fenprof, desceu a patamares absolutamente sórdidos. O actual, está sob o fogo de “comentadores” sem beira nem beiral. Carvalho da Silva, cuja dimensão intelectual e sindical não sofre comparação com nenhum outro, tem sido, amiúde, objecto de insídias – sobretudo quando a contestação social chega ao rubro.

Estamos numa situação perturbadora. E não se trata, somente, do País, o que, de si, já seria alarmante, mas, também, dos tratos de polé que José Sócrates aplicou à ideia socialista.

Guterres, defensor do “socialismo católico”, coisa risível, escancarara as portas à Direita, proporcionando o descalabro de Durão Barroso e o intermezzo cómico protagonizado por Santana Lopes – agora, malamente de novo, em posição de relevo político.

Sócrates, com a “modernidade socialista”, procedeu ao trabalho sujo que a Direita se envergonhava de fazer.
O caminho está aberto.

Quem nos acode?


Baptista Bastos
Jornal de Negócios (19-10-2007)



APOSTILA – Helena Sacadura Cabral, numa estupenda crónica publicada no diário gratuito “Meia Hora”, escreve sobre a tributação das pensões de reforma, com notável clareza, o seguinte:

“Para além do duvidoso critério quantitativo, o senhor ministro esquece que a reforma é algo que se foi constituindo ao longo de uma vida e portanto não pode e não deve ser tratada como um rendimento de trabalho. Esquece, ainda, que a mobilidade profissional de uma pessoa de 70 anos é substancialmente menor do que a daqueles que, ganhando o mesmo, têm 45. Para não falar, já, das necessidades de saúde acrescidas que, nessa altura da existência, os mais velhos terão, com certeza, de enfrentar. Tanto o nosso PM como o dr. Teixeira Santos são jovens. ‘Apenas’ têm o cabelo branco. Mas um dia virá em que outros sintomas surgirão. A vantagem de ambos, e a minha, é que a nossa pensão de reforma será sempre ‘suficiente’ para pagar as maleitas da idade. O problema está naqueles que, ao longo da sua vida, nunca tiveram mais do que o suficiente para pagar o pão de cada dia”.
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Sab Out 20, 2007 11:10 am

Se eu vivesse no XUXALISMO tanbem nao durava muito e talvez me suicidasse!!! lol!
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Sab Out 20, 2007 11:30 am

SNS, BUROCRACIA , MINISTRO e todas as parvoices, fechadas e postos na alheta!!! O POVO deve ter contas medicas-privadas individuais com beneficios fiscais e escolher os medicos !!!Medecina social e uma treta que mata mais do que cura!!!
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SAÚDE
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