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 SAÚDE

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ypsi



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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Ter Out 23, 2007 11:56 am

China lança serviço de busca por tipo sanguíneo na Internet


Um serviço online na China permite encontrar pessoas com um tipo sanguíneo raro dispostas a doar sangue e ajudar os que necessitem de transfusões, informa o semanário Beijing News.
O serviço foi inaugurado em Maio e conta já com dois mil inscritos de 288 cidades de todo o país.

«O grupo dá a oportunidade de ajudar quem precisa e de ajudar a si mesmo», afirmou Lin Feng, fundador do projecto, que indicou que os voluntários inscritos doaram sangue a pessoas em estado crítico em 147 ocasiões.

O próprio Lin tem um tipo pouco comum de sangue. «Percebi que é necessário conectar as pessoas com tipos sanguíneos pouco comuns pela Internet para nos ajudar em momentos de necessidade», disse.

Lin começou por procurar por pessoas na Internet e pouco a pouco foi expandindo a sua rede de contactos. Actualmente, o projecto oferece serviços de resgate de emergência e telefones para consultas.

Diário Digital (21-10-2007)
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Ter Out 23, 2007 12:50 pm

Se nao doarem , eles OBRIGAM!!! Laughing Laughing Laughing
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ypsi



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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Sex Out 26, 2007 1:32 pm

Brain regions responsible for optimism located


The rostral anterior cingulate is part of the brain's frontal cortex that may be involved in regulating emotional responses. The amygdala is an almond-shaped brain structure in the medial temporal lobe involved in emotion.

"Understanding healthy optimism is important because optimism is related to mental and physical health and to success. We can have people who are not necessarily depressed but have different levels of optimism," said another of the researchers, Tali Sharot of University College London who was at NYU when the study was conducted.

Phelps said the research team is not saying these are necessarily the only brain regions involved in optimism.

The researchers said they examined how the brain generates what some scientists call the human "optimism bias."

"Humans expect positive events in the future even when there is no evidence to support such expectations," the researchers wrote in the journal Nature.

"For example, people expect to live longer and be healthier than average, they underestimate their likelihood of getting a divorce, and overestimate their prospects for success on the job market," they wrote.

Phelps said the researchers had a hard time getting the volunteers to think of purely neutral events in the future.

"They tended to make them positive," she said. "We sort of stumbled upon this optimism bias that psychologists have talked about before."

Reuters (24-10-2007)
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vagalhao

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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Sex Out 26, 2007 1:56 pm

O assunto tem muito interesse
Em todas as sociedades este assunto é abordado de forma diferente
Nos Judeus suponho que o "padre deles - O Rabi ? que faz essa operação
mas nada melhor que um pediatra para ditar leis
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ECOADOR

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MensagemAssunto: Risco de enfarte diminui nas 24 horas após deixar de fumar   Dom Out 28, 2007 1:46 am

Risco de enfarte diminui logo nas 24 horas após deixar de fumar



27.10.2007 - 11h07 Lusa
Bastam 20 minutos sem fumar para que a tensão arterial desça, mas são precisas pelo menos 24 horas sem tabaco para que o risco de enfarte diminua, segundo dados fornecidos à Lusa pela Sociedade Portuguesa de
Pneumologia.Para sentir uma diminuição na tosse e no cansaço quem deixa de fumar tem de esperar entre um e nove meses e um pouco mais, cerca de 12 meses, para ver diminuir para metade o risco de contrair doença coronária.

Mas só passados 10 a 15 anos é que o risco de ter doenças do coração fica igual ao de um não fumador.

Para reduzir para um terço o risco de enfarte e de morte é necessário passar um ano e esse risco só fica equivalente a um não fumador após três ou quatro anos.

Para se alcançar uma diminuição de 50 por cento do risco de acidente vascular cerebral é necessário que passem cinco anos depois de abandonado o vício do tabaco.

Os dadosreferentes aos benefícios da cessação tabágica indicam ainda que só depois de dez anos sem fumar é que se consegue diminuir o risco de cancro do pulmão, mas que, por mais tempo que passe, nunca fica igual ao de um não fumador.

Relativamente à gravidez, deixar de fumar antes da gestação permite às mulheres terem crianças com o mesmo peso de não fumadoras. Mesmo que a mulher continue a fumar até à 30ª semana, o peso do bebé será ainda assim superior aos filhos de quem fuma durante toda a gestação.

São cerca de 30 por cento as mulheres que optam por deixar de fumar durante a gravidez, mas 80 por cento delas acaba por ter uma recaída depois do parto.


Achou este artigo interessante?
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Dom Out 28, 2007 1:57 am

aRTIGO E INTERESSANTE E FICO FELIZ, PORQUE PAREI DE FUMAR EM outubro 1986!!
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ECOADOR

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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Dom Out 28, 2007 2:13 am

E eu que trabalhei varios anos numa multi com um dos ramos ligados ao tabaco
Nas reuniões gritava que queria ar puro
Era gozado na altura
Tres morreram com os pulmões anbafados em nicotina

Na rua quando vejo mulheres a fumar
GELO!
Gelo porque os pulmões femininos são muito mais pequenos e os perigos são duplos
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Dom Out 28, 2007 8:50 am

hA QUEM FACA ESSA OPERACAO DEPOIS DE ADULTOS, POR RAZOES MEDICAS!!!
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ypsi



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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Qua Out 31, 2007 1:58 pm

Cirurgia é a nova arma contra a diabetes

90% dos doentes deixaram de ser diabéticos


A cirurgia ao intestino delgado poderá, no futuro, substituir as injecções de insulina ou a toma de comprimidos no tratamento da diabetes tipo 2.

A nova linha de investigação aposta na cirurgia para restaurar a taxa de glicemia e regular a produção de insulina, lesadas com a doença. As cirurgias estão em teste no Brasil e na Costa Rica, mas já eram "utilizadas no tratamento da obesidade", diz José Luís Medina, presidente da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo.

Uma das cirurgias actualmente em estudo, que consiste na interposição do íleo (parte do intestino delgado) foi testada por Áureo de Paula no Brasil, médico que publicou os resultados na edição de Agosto da revista Surgical Endoscopy, de acordo com a revista Veja.

O artigo revela que 90% dos 39 doentes ficaram livres de diabetes e três em dez deixaram de tomar medicamentos.

Os efeitos estendem-se para além da diabetes: a hipertensão, níveis de colesterol ou os triglicerídeos também passaram a estar mais controlados.

Os efeitos eram, aliás, conhecidos dos médicos, que já aplicavam este tipo de cirurgias no tratamento da obesidade.

José Luís Medina diz que estes métodos se têm destinado a "diabéticos com muito peso ou com complicações graves" e que "não será prudente aplicá-los em todos os casos de diabetes".

Do ponto de vista da investigação, o especialista considera esta linha interessante, mas alerta que tem de ser devidamente pensada. "É preciso ter em conta várias complicações, como o stress cirúrgico, e que se está a excluir um parte do tubo digestivo, que pode limitar a absorção de outros nutrientes importantes.

Há diabéticos a quem a cirurgia está contra-indicada, até porque os problemas cardíacos são frequentes nestes doentes", sublinha.

Duas cirurgias em estudo

O novo tratamento, através de laparoscopia (uma cirurgia menos invasiva), actua sobre o intestino delgado, que promove a digestão e a absorção dos alimentos. Além disso, é responsável pela produção das hormonas incretinas, que potenciam a secreção de insulina. Num diabético, uma delas, a GIP, apresenta níveis normais, mas a GLP-1 está em falta.

Nestes casos, a acção conjugada das hormonas passa a ser insuficiente para estimular o pâncreas a produzir insulina. E este é o veículo que transporta a glicose do sangue até às células, onde é transformada em energia. Ao aproximar o íleo do estômago, foi possível intensificar a produção de GLP-1. A isto juntou-se a redução de 20% do estômago, que reduziu o peso e, posteriormente, veio diminuir a resistência à insulina.

A revista Veja refere uma outra técnica em estudo: a cirurgia de exclusão do duodeno (parte do intestino delgado).

A técnica pode ser associada à retirada de 40% da gordura visceral ou à redução do estômago.

No primeiro caso, o duodeno e 40% do jejuno são desviados para a parte inferior do intestino. Os alimentos chegam rapidamente e menos degradados ao íleo, aumentando a produção de GLP-1 e melhorando o desempenho da hormona GIP.

José Luís Medina refere que interferir nestas duas hormonas "é suficiente, porque as incretinas interferem na produção de insulina e fazem baixar a glicose. Hoje, já há medicamentos que actuam no estímulo da produção de GLP-1".

A terapêutica habitual passa por medicamentos como a insulina inalável ou injectável ou inibidores da enzima DPP-4 - que destrói uma das hormonas que estimulam a produção de insulina.

Outra via é a toma de medicamentos que simulam a acção das incretinas, as hormonas que garantem a secreção de insulina por parte do pâncreas.

Em estudo está também a toma de insulina diária sob a forma de comprimidos, mas os investigadores têm sentido alguma dificuldade em estabelecer quais as doses necessárias para que sejam absorvidos pelo organismo de forma eficaz.

DN (31-10-2007)
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ECOADOR

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MensagemAssunto: Cientistas descobriram o roteiro do HIV   Qui Nov 01, 2007 3:11 pm

Cientistas descobriram o roteiro do HIV

De
África ao Haiti, do Haiti aos Estados Unidos e daí para o resto do
mundo. Este terá sido o trajecto inicial do vírus HIV, que acabou por
propagar-se a todo o planeta e infectar 40 milhões de pessoas até hoje.
O rasto geográfico foi reconstruído por uma equipa de investigadores
dos Estados Unidos, Reino Unido e Dinamarca, após análise genética de
sangue armazenadas provenientes dos primeiros seropositivos, informa o
jornal El Mundo. «O nosso trabalho, é que o primeiro a
afirmar quando e onde apareceu o vírus nos Estados Unidos, mostra que
depois de ter saído da África Central, a primeira paragem foi no Haiti,
onde teve a sua base de operação durante cerca de dois anos. Depois,
por intermédio de imigrante haitiano, chegou aos Estados Unidos e
começou a colonizar o mundo», explica Michael Worobey, professor de
Biologia Evolutiva da Universidade de Arizona e um dos autores do
estudo. Os autores, que publicaram a investigação na revista
«PNAS», também descobriram que o vírus entrou nos Estados Unidos em
1969 e circulou nas suas fronteiras durante doze anos até que fosse
descoberto pela comunidade científica em 1981.
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Instituto sueco diz estar perto de vacina contra a Aids   Seg Nov 05, 2007 2:04 pm

Instituto sueco diz estar perto de vacina contra a Aids

Claudia Varejao Wallin
de Estocolmo



Vírus HIV
Vírus HIV tem vários subtipos
Cientistas do Instituto Karolinska da Suécia, uma das mais respeitadas instituições de pesquisa do mundo, anunciaram na TV sueca que esperam obter uma vacina eficaz contra o vírus da Aids dentro de dois a três anos.

Os testes clínicos da vacina - fruto de um estudo iniciado há sete anos - mostraram que 97% dos 40 voluntários inoculados desenvolveram resposta imunológica contra o vírus HIV.

A vacina agora está sendo testada em 60 voluntários na Tanzânia, e os primeiros testes indicam a possibilidade de obter resultados semelhantes aos alcançados na Suécia.

"Os resultados das fases 1 e 2 dos testes têm sido extremamente promissores", disse em entrevista à BBC Brasil a cientista Britta Wahren, responsável pelo projeto da vacina no Instituto Karolinska.

Durante os últimos 20 anos, cerca de 200 vacinas foram desenvolvidas em diferentes países, mas nenhuma conseguiu, até agora, obter resultados eficazes nos testes com humanos em larga escala.

Falhas

Em setembro passado, foram suspensos os testes de uma vacina experimental que era considerada uma das mais avançadas, após falhas registradas nos resultados preliminares.

O estudo, conduzido pelo laboratório Merck em nove países, incluindo o Brasil, mostrou depois de 13 meses de testes que a vacina não conseguiu impedir a contaminação de voluntários com o vírus HIV.

Em princípio, diz Britta Wahren, os estudos para o desenvolvimento de vacinas contra o vírus HIV são semelhantes, mas a cientista aponta duas particularidades no projeto sueco: "O vírus da Aids é um vírus cruel, que possui vários subtipos. Por isto, decidimos criar uma vacina contra vários tipos do vírus HIV".

"Nossa vacina foi desenvolvida de forma a proteger as pessoas contra as variantes mais comuns do vírus em circulação na África e no Ocidente como um todo", explicou Wahren à BBC Brasil.

"Outro diferencial é que a vacina é complementada por um segundo tipo de vacina, que aumenta a resposta imunológica do paciente. Este princípio foi demonstrado em diversos estudos pré-clínicos ", acrescentou.

A vacina desenvolvida pelo Instituto Karolinska, em cooperação com o Instituto Sueco para Controle de Doenças Infecciosas (SMI), combina, portanto, dois tipos de vacinação.

Primeiro, o paciente recebe várias doses de uma vacina elaborada a partir de genes de diversas variantes do vírus HIV em circulação no mundo. Em seguida, é aplicada uma segunda vacina, destinada a ampliar a resposta imunológica.

Esta segunda vacina contém um vírus vaccinia - usado para erradicar a varíola - modificado e outros genes do vírus HIV. A segunda vacina foi produzida pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, e doada para utilização no estudo sueco.

Larga escala

No próximo ano, o estudo sueco entrará na chamada Fase 2-B, com os testes clínicos em larga escala.

Será uma fase crucial, com duração prevista de dois anos. A etapa final será a Fase 3, que vai determinar o grau de proteção da vacina.

Para Eva Maria Fenyö, do Departamento de Microbiologia e Virologia da conceituada Universidade de Lund, no Sul da Suécia, a vacina representa uma nova esperança para conter a propagação da Aids.

"O estudo do Instituto Karolinska combina todo o conhecimento atual e tenta diferentes vias de administração da vacina", disse a pesquisadora à BBC Brasil.

As diferenças em relação à vacina desenvolvida pelo laboratório Merck são muitas, observa Fenyö.

"Por exemplo, na vacina da Merck um vírus diferente (adenovirus) carregava os genes do HIV-1, e uma ou duas doses eram aplicadas. O estudo do Karolinska aplica três doses iniciais com diversos subtipos de vírus HIV-1, seguidas por uma segunda vacina destinada a reforçar a resposta imunológica”, ressaltou a pesquisadora.

Contactado pela BBC Brasil, o Diretor Médico do laboratório Merck na Suécia, Roger Juhlin, não quis comentar o projeto sueco.

"Todos nós temos esperanças de que uma vacina eficaz seja descoberta. Mas em nossa empresa, adotamos a prática de não comentar outros projetos desenvolvidos nesta área", disse Juhlin.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a Aids já provocou mais de 20 milhões de mortes, e hoje cerca de 40 milhões de pessoas são portadoras do vírus HIV no mundo - 70% delas no continente africano.

No Brasil, uma estimativa da Organização Mundial da Saúde feita em 2006 diz que cerca de 620 mil pessoas vivem com o HIV.
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Cirurgia de menina com quatro braços demorou 24 horas   Qua Nov 07, 2007 5:11 am

Cirurgia de menina com quatro braços demorou 24 horas e foi bem sucedida

A extenuante intervenção cirúrgica de 24 horas para remover dois braços e duas pernas a mais numa menina indiana de dois anos foi «um êxito espectacular», disseram hoje os médicos do hospital de Bangalore

Uma equipa de mais de 30 médicos removeu com êxito os membros a mais, acondicionou os órgãos e reconstruiu a zona pélvica da criança, disse Sharan Patil, do hospital daquela cidade no centro-sul da Índia.

«Para lá das nossas expectativas, a reconstrução correu maravilhosamente bem», disse Patil, cirurgião ortopédico que liderou a equipa médica.

Lusa/SOL
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MensagemAssunto: Descoberta em cães pode ajudar contra o câncer   Sex Nov 09, 2007 12:09 pm

Descoberta em cães pode ajudar contra o câncer

O osteosarcoma é o câncer ósseo mais comum em criançasCientistas
da Universidade de Edimburgo, na Escócia, descobriram um tipo de
célula-tronco em cachorros com câncer que poderia levar ao
desenvolvimento de novos tratamentos para um câncer ósseo que atinge
principalmente crianças e adolescentes.


As
células-tronco foram encontradas pelos pesquisadores em cães com um
tipo de câncer dos ossos chamado osteosarcoma, que corresponde a 85%
dos casos da doença nos cachorros e também é o tipo de câncer ósseo
mais comum em crianças.
Essas células-tronco,
resistentes a tratamentos comuns, reproduzem as células cancerígenas
dentro dos ossos, permitindo então que elas se espalhem pelo corpo.
“Essa
células-tronco nociva é a chave de todo o processo”, afirmou o
pesquisador David Argyle, responsável pelo estudo, publicado no Veterinary Journal e realizada pela Escola de Veterinária da universidade escocesa.
“Ao
entendermos o funcionamento desta célula-tronco, esperamos encontrar
meios de atingi-la e matar a fonte de células cancerígenas.”
Segundo
os cientistas, apesar de ainda não testada em humanos, a pesquisa pode
ajudar crianças e adolescentes que apresentam este tipo de câncer, pois
a doença é semelhante à que acomete os animais.
Nova tendência
Henry
Scowcroft, porta-voz da ONG Cancer Research UK, a descoberta reforça a
teoria de que células-tronco são responsáveis pelo desenvolvimento do
câncer.
“Esta teoria está ganhando força, e a
descoberta abre os caminhos da pesquisa, o que pode levar à criação de
novos tratamentos”, disse.
Segundo ele, é
preciso ser cauteloso com a nova descoberta, já que "os resultados
foram descobertos a partir de estudos realizados em cachorros, ainda
precisamos ver se a experiência pode ser aplicada em casos de câncer em
humanos”.
Ainda não se sabe ao certo o que
causa o surgimento do osteosarcoma, mas acredita-se que crianças que
apresentam retinoblastoma hereditário, um tipo raro de tumor ocular,
têm mais risco de desenvolver a doença.
A
maior incidência do câncer é em crianças mais velhas e adolescentes,
normalmente do sexo masculino. A doença raramente atinge os menores de
cinco anos.
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ypsi



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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Qua Nov 21, 2007 8:15 am

Il risultato delle ricerche effettuate da un'équipe del California Pacific Medical Center

Il professor Umberto Veronesi


"Sarebbe un peccato non percorrere anche questa strada"


Il cannabidiolo blocca le metastasi
"Cannabis, una cura contro il cancro"


ROMA - Il cannabidiolo, uno degli elementi che compongono la cannabis, potrebbe essere in grado di bloccare il gene che provoca la diffusione delle metastasi del cancro al seno, ma anche di altre forme tumorali. È il risultato delle ricerche di laboratorio effettuate da un'équipe del California Pacific Medical Center Research Institute. Lo studio è stato pubblicato sulla rivista Molecular Cancer Therapeutics.

I ricercatori si augurano che il cannabidiolo (Cbd), contenuto nella marijuana, possa diventare una valida alternativa alla chemioterapia, senza gli effetti collaterali di quest'ultima. "Ho sempre creduto nelle proprietà contenute nei derivati della cannabis - afferma il professor Umberto Veronesi - questa è una strada mai esplorata a causa di condizionamenti psicologici. La fonte universitaria è molto seria. Voglio chiarire che l'oggetto della ricerca è un composto della cannabis e non una droga. Sarebbe un peccato non esplorare questa via per combattere il tumore al seno".

E gli autori dello studio confermano che, a differenza della cannabis, il Cbd non ha alcun effetto psicoattivo e quindi il suo utilizzo non viola alcuna legge sugli stupefacenti. Inoltre, insistono nello spiegare che non stanno invitando i loro pazienti a fumare marijuana, visto che le concentrazioni di Cbd usate nelle loro ricerche sono di molto superiori a quelle che si possono ottenere solo fumando. "Il Cbd funzionerebbe bloccando l'attività del gene Id-1 - spiega Sean McAllister, autore della ricerca - ritenuto responsabile della "metastatizzazione", la diffusione del tumore dalla sua sede iniziale".

Altre ricerche hanno già dimostrato che il Cbd potrebbe bloccare il tumore cerebrale aggressivo, e ci sarebbero evidenze di un effetto simile in laboratorio su cellule di tumore al seno.
"Attualmente abbiamo un numero limitato di opzioni nel trattamento delle forme aggressive di cancro - continua McAllister - alcune terapie, come per esempio la chemioterapia, possono essere efficaci ma anche estremamente tossiche e difficili da tollerare". Questo composto offrirebbe quindi la speranza di una terapia in grado di ottenere gli stessi risultati senza gli effetti collaterali, come la nausea e il maggior rischio di infezioni.

"La ricerca è a uno stadio iniziale - aggiunge Joanna Owens, del Cancer Research UK - i risultati dovranno essere seguiti da trial sull'uomo per valutare la sicurezza del Cbd e se si raggiungono gli stessi benefici ottenuti in laboratorio. Diversi farmaci basati sulle piante sono attualmente utilizzati nelle terapie tumorali, come la vincristina, che deriva dal fiore Pervinca del Madagascar, ed è usata nel trattamento del tumore al seno e al polmone".

Per il momento sono la chemioterapia, la radioterapia e l'intervento chirurgico a dominare il panorama delle terapie contro il tumore. Anche se una serie di farmaci biologici vengono sperimentati ed usati sempre più spesso nei centri di cura oncologici.

La Republica - 20-11-2007

Portanto, fumar umas "ganzas" combate o cancro, i.e, impede a formação de metástases. lol!

E o tinto ???
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MensagemAssunto: Estudo diz que não faz mal ter uns quilos a mais   Qua Nov 21, 2007 12:32 pm

Estudo norte-americano diz que não faz mal ter uns quilos a mais
sexta-feira, 9 de Novembro de 2007
Por: Teresa Firmino

Quem tem excesso de peso poderá morrer menos de alguns cancros do que... as pessoas com peso normal. Mas isso não é sinal para avançar para a despensa. Aqueles quilinhos a mais que muita gente lhe diz que tem de perder, afinal pode até deixar-se ficar com eles. Até lhe podem ser benéficos, caso tenha infecções ou seja submetido a uma cirurgia, funcionando como uma reserva de recursos e fazendo com que acabe por viver mais tempo. Em linhas gerais, este pode ser o resumo de um estudo sobre a relação entre o peso corporal e as principais causas de morte nos Estados Unidos, mas que está a causar polémica.

A equipa de Katherine Flegal, dos Centros para o Controlo e Prevenção das Doenças dos Estados Unidos, lançou a confusão na última edição da revista “Journal of the American Medical Association” (JAMA), depois de ter analisado décadas de inquéritos sobre saúde e nutrição, à procura de uma associação entre as categorias de índice de massa corporal (IMC) e as várias causas de morte dos norte-americanos. Diz a equipa que, afinal, o excesso de peso não está associado a um aumento da mortalidade devido às principais causas de morte, à excepção da diabetes e doenças renais, para as quais esses valores aumentam ligeiramente.

Quem tenha um excesso de peso moderado poderá até morrer menos de alguns cancros do que as pessoas com peso normal, uma conclusão surpreendente. Quer dizer que, depois de tantos anos a ouvirmos falar dos riscos do peso excessivo, até podemos ser ligeiramente gordos que não faz assim tanto mal? Sim, podemos, segundo este estudo, que analisou os dados relativos a milhões de pessoas, coligidos desde os anos 70.

De facto, nos cancros não relacionados com a obesidade (pulmões, pele ou linfomas), nas doenças respiratórias, em situação de ferimentos e infecções em geral, as pessoas com excesso de peso (mas sem serem obesas) até parecem estar mais protegidas do que as têm um peso normal. Para as doenças cardíacas, o estudo não encontrou diferenças estatísticas entre as pessoas com peso excessivo e normal. Ter uns quilos a mais, conclui ainda o estudo, nem sequer aumenta muito o risco dos cancros relacionados com a própria dieta, nos quais se incluem o cancro do cólon, da mama, útero, pâncreas, esófago ou rins.

Como se explicam estes resultados, a equipa não sabe dizer ao certo. Mas tem algumas suposições: "O excesso de peso não está fortemente associado a um aumento do risco de cancro ou doenças cardiovasculares e pode mesmo ser correlacionado com uma melhoria da sobrevivência em condições adversas, como infecções ou procedimentos médicos. É provável que estes resultados se devam à presença de maiores reservas nutricionais ou de massa magra que acompanham o excesso de peso."

No entanto, a obesidade não é sinal de boa saúde, o que este estudo volta a confirmar. Os obesos morrem mais de doenças cardiovasculares, renais, de diabetes e vários tipos de cancro associados à obesidade.

Boas notícias para Portugal

Perante estes resultados, as reacções dividem-se. "É ridículo dizer que não existe um risco aumentado de mortalidade por excesso de peso", declarou Walter Willet, professor de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública de Harvard (EUA), citado pelo jornal britânico “The Independent”.

Outros consideram que as taxas de mortalidade não dizem tudo sobre os problemas causados pelo peso a mais e a obesidade, como JoAnn Manson, especialista em medicina preventiva do Hospital Brigham and Women"s de Boston. "A saúde vai muito para lá das taxas de mortalidade", disse a investigadora ao “The New York Times”, acrescentando que outros estudos estabelecem uma relação entre o excesso e peso, a obesidade e um grande número de doenças.

Também para Barry Popkin, da Universidade da Carolina do Norte, o estudo preocupa-se mais com as taxas de mortalidade do que com a qualidade de vida de quem se mantém com o peso controlado.

Pedro Teixeira, professor de Nutrição e especialista em obesidade da Faculdade de Motricidade Humana, de Lisboa, olha para o estudo com maior distanciamento, considerando que traz boas e más notícias. "As más notícias é que confirma o que já se sabia para os níveis mais avançados de obesidade. Aos esses níveis corresponde um risco de morte acrescido de quase todas as causas de mortalidade. Há uma relação clara."

"São boas notícias para a larga maioria de pessoas com excesso de peso, nomeadamente em Portugal, onde temos 40 por cento de adultos com peso excessivo. Nestas pessoas em risco de obesidade, mas que ainda não são obesas, o risco de mortalidade não está aumentado, com a excepção do risco associado à diabetes", diz o especialista, também secretário-geral da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade. Por estas razões, Pedro Teixeira considera que este estudo permite fazer algo muito importante: "Prevenir que esses 40 por cento de portugueses adultos venham a desenvolver obesidade, sem histerias nem alarmismos."

Enquanto os grandes obesos precisam de procurar tratamento e tomar medicação, os outros têm alternativas, refere ainda Pedro Teixeira: podem mudar para um estilo de vida que não os faça saltar para a obesidade, optando pela actividade física e uma alimentação equilibrada. "Mas é preciso que a sociedade crie condições para que isso seja fácil. É preciso ter à disposição da comunidade programas de prevenção que ensinem as pessoas a mudar de comportamento." Como? Os centros de saúde devem ter equipas multidisciplinares que respondam a este problema, a indústria alimentar deve elaborar rótulos claros e a de restauração deve indicar que refeições têm um conteúdo calórico elevado.

Se medidas como estas forem adoptadas, é provável que muitos daqueles com excesso de peso nunca venham a juntar-se aos dois a três por cento de portugueses adultos que já são gravemente obesos.



Não há um peso ideal para uma dada pessoa

O índice de massa corporal, ou IMC, é uma medida do peso de uma pessoa em relação com a sua altura. Obtém-se dividindo o peso em quilos pelo quadrado da altura em metros. Assim, alguém que tenha 1,7 metros de altura e 80 quilos tem um IMC de 27,68: o que corresponde ao peso em quilos (80) a dividir pelo quadrado da altura (1,7 x 1,7 = 2,89). Entre as quatro categorias do IMC, essa pessoa ficaria assim dentro da classe dos pré-obesos ou de quem tem excesso de peso.

Este índice não faz uma destrinça entre a massa gorda e a massa magra existente no corpo. "Mas é um bom indicador da massa gorda da população em geral", considera Pedro Teixeira, professor de Nutrição e especialista em obesidade da Faculdade de Motricidade Humana. "Não existe nenhuma forma de determinar um peso, um valor em quilogramas, como o mais ideal para uma dada pessoa. Há é um intervalo de peso", frisa Pedro Teixeira. "E há, entre os intervalos, uma variabilidade grande que as pessoas podem manobrar." Entre 18,5 e 25 de IMC é onde todos devemos estar, refere ainda.

Mas, mesmo acima disso, com um IMC entre os 25 e os 30, onde se situa um pré-obeso, há margem de manobra. "Embora uma pessoa com excesso de peso ainda tenha margem de manobra, está na fronteira, numa categoria que rapidamente pode chegar à obesidade." Mais facilmente um pré-obeso passa a obeso do que alguém com peso normal. Não tem tantos quilos para engordar até lá.

Teresa Firmino/PÚBLICO
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ypsi



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MensagemAssunto: Anorexia   Sab Dez 01, 2007 4:50 am

Experiência com 26 mulheres

Ex-anorécticas mostram um cérebro diferente do das outras mulheres




Um simples jogo feito no computador ajudou a detectar as diferenças entre um grupo de 13 mulheres ex-anorécticas e o mesmo número de mulheres normais. Os resultados da experiência que ajudou a mostrar algumas diferenças nos padrões cerebrais será publicada na edição de Dezembro do “American Journal of Psychiatry”. Recuperadas da doença e passado mais de um ano com o peso normalizado, as ex-anorécticas ainda mostraram um especial funcionamento do cérebro. Esta percepção pode ajudar futuras terapêuticas, mas também a perceber melhor o risco das recaídas neste complexo e por vezes fatal distúrbio alimentar.

Cada grupo tinha de responder a uma questão rápida. Uma resposta correcta valia dois dólares de recompensa e a resposta errada implicava que o “jogador” efectuasse o pagamento de um dólar.

Enquanto decorria o jogo, a actividade cerebral foi monitorizada de várias formas, designadamente com recurso a ressonância magnética. Resultados? Os dois grupos (ex-anorécticas e mulheres saudáveis) mostraram diferenças da actividade registada nas áreas do cérebro estudadas. “Enquanto na região do cérebro responsável pelas respostas emocionais as mulheres saudáveis registavam diferenças profundas entre os momentos de vitória e derrota, no grupo das ex-anorécticas não havia tanta distinção”, refere Ângela Wagner, da University of Pittsburgh School of Medicine, uma das investigadoras envolvidas no projecto.

Segundo Walter Kaye, professor de Psiquiatria da mesma universidade e autor principal do artigo, as novas técnicas de imagiologia estão a permitir obter novas pistas sobre o funcionamento do cérebro. No caso da anorexia nervosa, será possível aprofundar as razões que levam estes doentes a recusar comida e outros prazeres recompensadores. “Além disso, percebemos melhor porque é que as pessoas com anorexia se preocupam tanto.” Para o especialista, os resultados do jogo mostram que as mulheres saudáveis reagiam às vitórias e derrotas simplesmente apreciando o momento e seguindo em frente, enquanto as doentes com anorexia tinham dificuldades em libertar-se dos resultados. “Tentam encontrar estratégias para vencer o jogo e estavam preocupadas com a possibilidade de cometer erros”, diz Kaye.

Não existem dados epidemiológicos precisos sobre a prevalência da anorexia nervosa em Portugal. Sabe-se que afecta sobretudo mulheres e adolescentes entre os 15 e os 19 anos mas, embora sejam casos mais raros, há crianças com nove, dez e onze anos, mulheres com 30 ou 40 anos, que sofrem com esta doença. É a doença mental mais prevalente nas crianças e adolescentes.

O emagrecimento drástico é um sinal de alarme incontornável. Os manuais consideram que a perda de 15 por cento do peso corporal pode ser sinal da presença de anorexia. Mas há outras pistas mais subtis, como o desinvestimento na vida social, exercício físico a mais, baixa auto-estima, entre outros. A anorexia faz muitas vítimas, e algumas mortais (as médias internacionais apontam para entre cinco e 10 por cento de óbitos) por colapso do organismo.

Um estudo epidemiológico coordenado por Paulo Machado, do departamento de Psicologia da Universidade do Minho (publicado no “International Journal of Eating Disorders”, envolveu 2028 jovens do sexo feminino a frequentar as escolas públicas entre o 9º e 12º ano. Os resultados revelaram 2,37 por cento de prevalência de “distúrbos alimentares não especificados”, 0,39 por cento de prevalência de anorexia nervosa, 0,30 por cento de prevalência de bulimia nervosa.

Público -01-12-2007
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Sab Dez 01, 2007 11:36 am

Que doenca FDP!!!!! INNOREXICO. Gosto de comer!!!!
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Sab Dez 01, 2007 12:21 pm




Esta senhora tem uma anorexia rara...

Repararam?...
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Sab Dez 01, 2007 12:48 pm

MAMAINREXICA!!! lol! lol! lol! lol! lol!
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Cirurgia pioneira ao cancro do colo do útero correu bem   Sex Jan 18, 2008 11:37 am

Cirúrgia pioneira ao cancro do colo do útero correu bem
A paciente de 28 anos que se submeteu esta semana, em Coimbra, a uma intervenção cirúrgica inovadora ao cancro do colo do útero, que não impede a capacidade reprodutiva, está a evoluir «muito bem», disse o cirurgião responsável pela operação.
( 13:38 / 17 de Janeiro 08 )



Daniel Silva, director do Serviço de Ginecologia do Centro Regional de Coimbra do Instituto Português de Oncologia (IPO), que operou a paciente com 28 anos, adiantou à agência Lusa que o primeiro ano após a intervenção «é decisivo para ver se a doença está erradicada», o que exige «uma vigilância apertada».

Terça-feira, uma mulher, que ainda não tinha filhos, aceitou submeter-se a uma intervenção cirúrgica pioneira em Portugal, e sobre a qual ainda não há muitos estudos internacionalmente, que consistiu na remoção de apenas uma pequena parte do útero, mantendo os ovários, e assim conservando a capacidade reprodutiva.

Nestes casos de doença, a técnica normalmente utilizada é da cirurgia radical, com a remoção integral do útero e tecidos envolventes, para travar a evolução do carcinoma.

«Esta técnica é de aplicar, sempre que as doentes queiram partilhar os riscos de uma cirurgia inovadora», referiu o médico, acrescentando que também só é possível em certos casos clínicos, como o desta jovem, com um carcinoma invasivo que não estava muito avançado.

Segundo Daniel Silva, a paciente expressou uma «forte vontade» de aceitar os riscos de uma cirurgia que «ainda não está perfeitamente consagrada», em resultado de uma técnica criada pelo cirurgião francês Daniel Dargent, de Lion, em meados dos anos 90.

Esta técnica consiste em remover passo-a-passo os tecidos, que de imediato são analisados e a cirurgia avança à medida que se obtêm os resultados e, «se não houver margem de segurança, com tudo a dar negativo, faz-se uma remoção total», explicou.

Daniel Silva adiantou à agência Lusa que também no tratamento do cancro da mama se partia para a remoção total, para a cirurgia radical, e que as pressões das próprias pacientes levaram a que se procurasse fazer uma remoção apenas parcial dos tecidos, e os resultados foram idênticos.

«Quando se inova correm-se riscos, mas pode estar-se a dar um passo importante», concluiu.
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Sex Jan 18, 2008 11:39 am

E a cirurgia robotica SUPER-PRECISA, a PROSTATA?
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Sex Jan 18, 2008 11:39 am

E a que ELIMINA os OCULOS? Fantastico!!!!
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Sex Jan 18, 2008 11:53 am

RONALDO ALMEIDA escreveu:
E a cirurgia robotica SUPER-PRECISA, a PROSTATA?


O dedonucu meu caro ainda é a melhor analise da prostata ( dito pelo meu medico ...e medica ... tudo o resto tem erros de 25 %

ahhhh
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MensagemAssunto: Re: SAÚDE   Sex Jan 18, 2008 12:34 pm

Nao estamos a falar disso, mas sim da OPERACAO depois de confirmado o problema!!
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MensagemAssunto: Raparigas portuguesas menstruadas cada vez mais cedo   Dom Fev 03, 2008 5:50 am

Raparigas portuguesas menstruadas cada vez mais cedo


A menstruação surge cada vez mais cedo nas raparigas portuguesas, sendo os 12 anos a idade mais frequente, segundo um estudo antropológico que indica que é na Europa do Sul que as raparigas podem ser mães mais cedo .

«Em Portugal tem havido uma diminuição da idade do primeiro período menstrual», afirmou a antropóloga Cristina Padez, autora de um estudo baseado em entrevistas a 516 raparigas de Coimbra entre os nove e os 16 anos.

Em média, as meninas nascidas entre 1970 e 1980 tiveram pela primeira vez o período aos 12,3 anos, enquanto um século antes a idade mais frequente para o surgimento da menstruação era os 15 anos.

Os factores socio-económicos não influenciam directamente o amadurecimento sexual, mas actuam através de factores biológicos como a nutrição e a saúde, que têm implicação directa na idade da menarca.

«O aparecimento da menstruação é um processo muito complexo, ainda em estudo. Mas sabe-se que factores como a saúde, as relações sociais ou o estilo de vida têm o seu peso», comenta Cristina Padez.

A obesidade pode acelerar o processo da primeira menstruação. Embora em Portugal não existam dados sobre esta relação, um estudo feito recentemente nos Estados Unidos demonstrou que as raparigas mais gordas têm o período mais cedo.

Segundo a investigadora portuguesa, destas meninas obesas, as que conseguiram emagrecer atingiram a idade fértil mais tarde.

A adolescência precoce parece ter também influência na altura: «Quanto mais prematura é a idade de maturação sexual, mais cedo termina o crescimento em altura. E nos rapazes não há nenhum estudo que indique que o fenómeno é diferente».

Embora os portugueses estejam a crescer um centímetro por década, continuam a ser os mais baixos da Europa, um fenómeno que Cristina Padez considera estar relacionado com a idade da primeira menstruação.

«Nunca vamos ser uma população muito alta, como os nórdicos, porque temos um problema idêntico ao dos japoneses» que também atingem cedo a puberdade.

Lusa / SOL
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