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 AQUECIMENTO GLOBAL

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MensagemAssunto: AQUECIMENTO GLOBAL   Seg Dez 17, 2007 8:34 am

ATACA O NORTE E CENTRO DOS USA!!! E ainda nao chegou o INVERNO!!!

http://www.cnn.com/2007/US/weather/12/17/winter.storm.ap/index.html#cnnSTCVideo
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MensagemAssunto: Re: AQUECIMENTO GLOBAL   Qui Dez 27, 2007 2:45 pm

Aquecimento global – Implicações para a segurança

Um relatório recentemente divulgado por uma equipa de investigadores do Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA, na Califórnia, revela que o Árctico está a desaparecer. A região perdeu já 23 por cento da sua extensão de gelo permanente, com o aquecimento global e o aumento da humidade na maioria das zonas do Planeta a serem responsáveis por este flagelo.

Observações feitas pelo satélite ‘QuikScat’, em conjunto com os dados fornecidos pelo Programa de Observação do Árctico, ao longo dos últimos dois Invernos, revelam que a camada de gelo permanente do Árctico perdeu cerca de 1,2 milhões de quilómetros quadrados, o equivalente às superfícies de Espanha e França.

Um dos responsáveis por este estudo, explica que os ventos fortes afastam estas camadas do Árctico com mais facilidade. “Condições atmosféricas atípicas proporcionaram padrões de vento que comprimiram a camada de gelo. Essas camadas foram transportadas pela corrente transpolar para latitudes mais baixas, onde derreteram rapidamente nas águas mais quentes”.

Esta alteração na camada de gelo está a condicionar a existência do Oceano Árctico, com a prevalência de zonas mais finas de gelo, logo menos duradoras, a diminuir a capacidade de a Terra reflectir a luz solar, aumentando a absorção de calor e consequente subida da temperatura na atmosfera terrestre. O mesmo cenário é visto na Antártida.

O relatório da Nasa dá novos dados importantes sobre a questão do aquecimento global, um assunto que extravasa em muito a questão ambiental. Mesmo, pondo de lado cenários apocalípticos, é preciso ver, para lá do degelo, as muitas implicações que a actual situação oferece para a segurança global, um exercício feito pelo Pentágono já em 2004 e que, embora seja um exercício de construção de futuros cenários, deixa um sério alerta. O aquecimento do planeta comporta mais perigos, daí que os esforços para melhor compreender este fenómeno não se devam centrar apenas nas questões ambientais, mas também nas suas implicações para a segurança.

Relatório do Pentágono imagina o impensável

“O objectivo deste relatório é imaginar o impensável – forçar os limites da actual pesquisa sobre mudanças climáticas para melhor perceber-mos as implicações potenciais na segurança interna dos Estados Unidos”. Este é o início do prefácio de um relatório do Pentágono intitulado “Abrupt Climate Change Scenario and Its Implications for United States National Security”, publicado em 2003. O trabalho deixa um sério alerta: uma dramática mudança climática pode, de um momento para o outro, tornar-se um autêntico pesadelo à segurança global. Esta ameaça, apesar de improvável, deve ser tida em conta de imediato, porque não deixa de ser plausível.

Um mundo imerso no caos devido a secas, inundações, furacões. Países inteiros tornados inabitáveis. A capital da Holanda submersa. As fronteiras dos Estados Unidos e da Austrália patrulhadas por exércitos que disparam sobre vagas de barcos com pessoas famintas, desesperadas por encontrar uma nova casa. Barcos de pesca armados com canhões para afastar os competidores. Exigências de acesso a agua e terreno fértil apoiadas por armas nucleares. Este é o cenário extremo apresentado pelo relatório do Pentágono “Abrupt Climate Change Scenario and Its Implications for United States National Security”.
Segundo o documento, existem evidências substanciais que indicam que irá ocorrer neste século um significativo aquecimento global. Porque as alterações têm sido graduais até ao momento e perspectiva-se que sejam também graduais no futuro, os efeitos do aquecimento global têm o potencial para serem geridos pela maior parte das nações.

Cenário possível

O relatório, encomendado pelo Departamento de Defesa norte-americano, reflecte a politica do Pentágono de planear os piores cenários. Os autores entrevistaram uma série de cientistas de topo especialistas em mudanças climáticas, conduziram pesquisas adicionais e reviram as várias interacções dos cenários encontrados com os especialistas.

Apesar do apoio dos cientistas ao projecto, estes mostraram algumas reservas em dois pontos: em primeiro lugar, as ocorrências previstas podem ter um impacto meramente localizado e não global; em segundo lugar, a magnitude da alteração climática pode ser muito menor que a referida no relatório.

Pesquisas recentes revelam que a subida gradual das temperatura pode, a partir de um certo nível, provocar desenvolvimentos abruptos de condições climatéricas adversas, com alterações persistentes da circulação atmosférica a provocarem quedas de temperatura vertiginosa em algumas regiões.

Em alternativa aos comuns cenários de aquecimento gradual, fala de uma alteração abrupta, caracterizada pelas seguintes condições:

- Queda da temperatura média anual superior até 5 graus Fahrenheit na Ásia e América do Norte e até 6 graus no norte da Europa.

- Aumento das temperatura anual até 4 graus Fahrenheit em áreas chave da Austrália, América do Sul e nos países do sul de África.

- Seca persistente em regiões de grande importância agrícola e nas regiões com reservas de água para servir os principais centros populacionais da Europa e do nordeste africano.
- Tempestades de Inverno e aumento da intensidade dos ventos, com amplificação dos impactos das mudanças climáticas, em particular, na Europa Ocidental e na região do Pacífico Norte.

“Abrupt Climate Change Scenario and Its Implications for United States National Security”, vai além das questões ambientais e explora o modo como este cenário extremo de alteração climática pode vir a destabilizar o ambiente geo-político, dando origem, no limite, a guerras, devido à escassez de recursos (de água, de comida, de energia).
Neste futuro, os países dividem-se em duas estratégias: defensiva e ofensiva. Defensiva, para todos aqueles que ainda possuem recursos e, portanto, tudo fazem para os manter; ofensiva, para os restantes, que sem outra solução, têm de entrar em confronto para obter esses mesmos recursos.
O cenário apresentado pelo Pentágono coloca desafios aos Estados Unidos e não só, obviamente, e sugere, entre outras medidas: a melhoria dos modelos de previsão climática que possibilite a investigação de um leque mais vasto de cenários e a antecipação como e onde essas alterações vão ocorrer; a junção de modelos de previsão dos possíveis impactos das alterações climáticas abruptas para melhor perceber as possíveis implicações dessas mudanças nas reservas de comida, água e energia; e a criação de uma escala métrica de vulnerabilidade para antecipar que países soa mais vulneráveis às mudanças climáticas.

Solução portuguesa para monitorizar oceanos

Os oceanos são, sem sombra de dúvidas um dos principais pilares da vida na terra e é nas suas alterações que pode estar uma das chaves para a compreensão do fenómeno do aquecimento global. Para responder a esta necessidade e tendo em consideração inclusive o peso histórico dos oceanos para o nosso país, a Edisoft, empresa portuguesa líder de infoware vai instalar nos Açores um sistema oceânico “multi-objectivos” de observação, monitorização e vigilância da costa portuguesa, que recorre, entre outras, a técnicas de detecção remota.

O sistema de monitorização oceânica Ocean Eye é um precioso instrumento de combate à poluição marítima (por exemplo, derrames de óleos ou poluição química), de monitorização das actividades de pesca, detecção de navios, além de permitir a cartografia de ventos e correntes marítimas.

Embora ainda não estejam definidos os principais serviços a ser fornecidos pelo sistema, uma vez que o projecto irá ter em conta as necessidades dos utilizadores finais, haverá uma potencial colaboração com o programa Global Monitoring for Environment and Security (GMES), uma iniciativa do programa de Observação da Terra da Agência Espacial Europeia (ESA).

A Edisoft considera que o Ocean Eye é um importante contributo para um conhecimento tecnológico e científico com vista a uma efectiva gestão dos recursos oceânicos, que permitirá a Portugal uma melhor defesa do ambiente, um aumento da segurança e uma exploração inteligente da riqueza da imensa zona oceânica.

Este é um exemplo do contributo português para o desafio lançado pelo Pentágono, um desafio global ao combate a um flagelo com implicações globais. Poluição e aquecimento globais são indissociáveis e afectam, todo o planeta. Fica o alerta.

2007/11/23
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MensagemAssunto: Re: AQUECIMENTO GLOBAL   Qui Dez 27, 2007 5:07 pm

AQUECIMENTO GLOBAL, E CICLICO!!! nada a ver com a accao do HOMEM. E ai que esta a TRETA!!!
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