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 Defesa

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MensagemAssunto: Cavaco pede medidas para travar saída de pilotos   Qui Out 18, 2007 3:26 am

É insuficiente lei que trava saída de pilotos



Citação :
Alexandra Serôdio

O presidente da República admitiu, ontem, não ser "suficiente" a lei que trava a saída de pilotos da Força Aérea Portuguesa (FAP), a maioria dos quais opta por se transferir para as companhias de aviação civis.

Cavaco Silva que foi confrontado pelos chefes militares com o problema da escassez de pilotos, durante uma visita à Base Aérea de Monte Real, lembrou ter promulgado uma lei que altera de oito para 12 anos a permanência dos pilotos na FAP. Com esta legislação um piloto que queira sair mais cedo terá que indemnizar o Estado.

"É possível que não seja suficiente", admitiu o presidente da República, depois de saber que são necessários 13 meses para que um piloto esteja apto para as diversas missões, sendo que só ao fim de quatro anos, esses pilotos são considerados "um valor acrescentado".

Na curta conversa que manteve com os jornalistas, Cavaco Silva aproveitou para elogiar a compreensão das Forças Armadas "na resolução dos problemas orçamentais do país". É que nos últimos três anos, os três ramos das Forças Armadas têm tido algum congelamento nos orçamentos, justificado pela necessidade de controlar o défice, quebrado este ano com um aumento de 8,5%, bem acima da média da inflação, devido aos investimentos no reequipamento.

A visita à Base Aérea de Monte Real - a primeira numa base militar desde que foi eleito -- serviu para o presidente da República conhecer a missão da Força Aérea Portuguesa (FAP) que de 1 de Novembro a 15 de Dezembro vai fazer o policiamento aéreo nos três países do Báltico Lituânia, Letónia e Estónia.

Nesta missão participam 74 militares com quatro aviões caça F16, que vão ficar instalados na base área de Zokniai, na cidade de Siauliai, na Lituânia. Uma missão que surge depois destes três países - aderiram há pouco tempo à União Europeia, terem pedido à OTAN apoio para a vigilância do seu espaço aéreo.

A todos, Cavaco Silva desejou "boa sorte" e "tudo de bom".

JN
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MensagemAssunto: Re: Defesa   Qui Out 18, 2007 10:46 am

MONEY TALKS AND BULLSHIT WALKS!!
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ypsi



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MensagemAssunto: Re: Defesa   Qui Out 18, 2007 11:17 am

RONALDO ALMEIDA escreveu:
MONEY TALKS AND BULLSHIT WALKS!!


oh man.... give me a break .... !!!lol!
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Caça F-16 da Força Aérea despenha-se   Seg Jan 28, 2008 12:40 pm

Caça F-16 da Força Aérea despenha-se
Um caça F-16 da Força Aérea Portuguesa despenhou-se, esta segunda-feira, perto da base de Monte Real, Leiria. O piloto ejectou-se, não havendo até ao momento registo de mortos. A GNR e as autoridade militares vedaram o local.
( 15:12 / 28 de Janeiro 08 )



De acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro de Leiria, o avião F-16 estacionado Base Aérea de Monte Real despenhou-se ao início da tarde próximo da povoação de Pilado, no concelho da Marinha Grande, nos terrenos limítrofes à base aérea.

A Força Aérea portuguesa não tem ainda uma explicação para este acidente, mas a TSF apurou que o piloto terá detectado uma avaria que o impedia de aterrar em segurança e por isso decidiu saltar do avião com um páraquedas, não tendo sofrido ferimentos.

O F16 estava a efectuar o primeiro voo e trata-se do modelo mais sofisticado de todos os aviões deste tipo em posse da Força Aérea.

António Seabra, o porta-voz da Força Aérea, disse à TSF que este acidente que aconteceu na zona do pinhal de Leiria, «não causou danos colaterais» de relevo, além de um pequeno incêndio.

António Seabra explica também que o F16 despenhou-se durante um voo de treino. «O acidente ocorreu por volta das 13.40. O piloto ejectou-se e caiu fora do perímetro da base», explicou, salientando que ainda não há indicações do que aconteceu.

O piloto já foi observado por um médico das Forças Armadas.
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Defesa   Seg Jan 28, 2008 12:42 pm

porra foi mesmo aqui ao lado mas nao ouvi nada
nem sequer sabia que tinhamos F16
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MensagemAssunto: Re: Defesa   Seg Jan 28, 2008 1:30 pm




Créditos: LUSA
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MensagemAssunto: Re: Defesa   Seg Jan 28, 2008 1:33 pm

Todos sabem que ha falta de INVESTIMENTO nas FORCAS ARMADAS o que e uma ESPECIALIDADE das ESQUERDAS!!! Que nao teem o menor respeito pelas FORCAS ARMADAS!!!
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Defesa   Seg Jan 28, 2008 1:38 pm

bOA rICARDO

vejo QUE ESTA MUITO A PAR DA AVIAÇÃO
PELO QUE CHEIRO TEM UMA PISTA mesmo aí ao pé da porta
eu outra
só que nada tenho a ver com asas

bem Very Happy Very Happy Very Happy
ás vezes tenho grão na asa
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MensagemAssunto: Re: Defesa   Seg Jan 28, 2008 1:51 pm

A antiga BA3, e está a pouco mais de 500 metros!

E de aviação pouco percebo, mas sou um curioso Wink

Sou mais de Cavalaria, como o meu avatar indica Cool

Mas o que me chamou a atenção foi as fotos do local da queda, sem estragos aparentes, já vi (com os meus próprios olhos), dois locais de queda, de um avião e de um helicoptero, e nada se compara com o de hoje.

Mas como estou em "contacto" com os "espertos" na matéria, quando tiver novidades, elas seram encaminhadas para aqui Idea
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Defesa   Ter Jan 29, 2008 2:09 am

Neste Verão num festival equestre aqui no palácio o comandante dos " cavalos " de Santarém ( salvo seja ) veio ter comigo e deu-me um abraço
Estava deslumbrado pelo nivel da quinta , paisagem , sombras e organização
Sucede que aluguei parte da Quinta a uma entendida de que por sua vez se associou a outra pelo que a parta cavalar não me diz respeito ...salvo se portarem mal eu posso mete-los na rua - sem apelo nem agravo
Sucede que ter cavalos é xique para esta área
A " menina " vai ter com o papa e diz
Papa quero ter um cavalo ?
O pai resmunga mas a filha diz
- mas... a kikas tem um cavalo que cuidam na Q.SXXXX
Esse argumento é fulminante e o empreiteiro de obras publicas e derivados que já tinha comprado um BWV para si e um jipão para a mulher
zaza ...aí esta ele na quinta
Ha três instrutores e varios tratadores que cuidam dos cavalos
Uma campo de corrida de obstáculos e um de treino e agora outro em ginasio aproveitando um espaço que tinha feito para tennis coberto
Ha muitos miudos que veem cavalar mas...o mais interessante são miudos com deficiência ... que vem uma carrinha traze-los e leva-los
Porque ?
Parece que funciona como terapia
Eu dos cavalos aproveito o estrume para as hortas e árvores
e assim vou vivendo

Já que o maior cavaleiro ( das guerras ) mora mesmo a meu lado
O Mouzinho de Albuquerque considerado o tuga com mais tomates na historia de Portugal
DSucede que a casa esta em completa ruina
Coisas da igreja visto que as quinta ser pertença do Seminário
Porque outros rendimentos mais alto de alivantam ...e teem o nome das filhas do Maomé
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MensagemAssunto: Re: Defesa   Ter Jan 29, 2008 5:35 am

O MANGO e um GRANDE EMPRESARIO! Wink
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Defesa   Ter Jan 29, 2008 6:57 am

RONALDO ALMEIDA escreveu:
O MANGO e um GRANDE EMPRESARIO! Wink

Porra nunca me chame isso
porque sempre coloquei o bago em 2º lugar ($$$)
Adoro ciencia
só que nasci no pais errado
mas tem outras virtudes

entre elas a sardinha assada grelahada com ciencia e vinho tinto na goela
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MensagemAssunto: Re: Defesa   Ter Jan 29, 2008 7:06 am

OK, mas que SABE aplicar os recursos..................
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Xô Esquerda

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MensagemAssunto: Defesa   Dom Fev 10, 2008 10:32 am

Comandos portugueses iniciam missão no Afeganistão

O primeiro grupo de militares da 1ª Companhia de Comandos parte segunda-feira para Cabul, Afeganistão, onde vai render a companhia de pára-quedistas que completou uma missão de seis meses no país

Trata-se da última missão desta força de reacção rápida, já que cumpridos os seis meses a presença portuguesa na Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF) vai ficar reduzida a uma equipa de 15 instrutores que vai participar na formação de militares afegãos e ficar ao serviço de um C-130 da Força Aérea Portuguesa.

Caberá a este grupo avançado de 39 homens preparar a missão da task force (força operacional) que vai integrar, além da 1ª Companhia de Comandos, um destacamento de apoio de serviços e um destacamento de apoio aéreo táctico, num total de 157 homens.

Os restantes elementos da força vão juntar-se depois a este grupo avançado até ao final de Fevereiro.

A task force destacada para o Afeganistão vai render a 22ª Companhia Infantaria Pára-quedista nas funções de Quick Reaction Force (Força de Reacção Imediata), espécie de reserva táctica às ordens do comandante da ISAF, preparada para intervir em qualquer ponto crítico do território afegão.

Para trás ficam meses de preparação intensa, de acordo com a missão que espera a 1ª Companhia de Comandos no Afeganistão.

O aprontamento da força iniciou-se em Setembro último, envolvendo acções de patrulhamento, de escolta, treino de condutores, resposta a situações de contingência e situações de combate directo, e culminou com o exercício Cabul/81, realizado na primeira semana de Janeiro em Beja.

«Tentámos inovar e realizámos exercícios específicos para o cenário afegão», explica à Agência Lusa o tenente-coronel Bartolomeu, comandante da task force.

A Serra da Estrela foi o cenário escolhido no início de Dezembro para um treino específico em cenário de altitude e de temperaturas rigorosas, a pensar no teatro montanhoso do Afeganistão.

A preparação para o combate em zonas urbanas foi igualmente alvo de uma atenção particular.

Para muitos dos homens da 1ª Companhia de Comandos trata-se de um regresso a um teatro já conhecido.

Os Comandos (1ª e 2ª Companhias) cumpriram já missões no Afeganistão nos primeiros semestres de 2006 e 2007.

«Cerca de cinquenta por cento dos homens vão já cumprir a sua segunda missão, e alguns a terceira», afirmou o tenente-coronel Bartolomeu.

Uma equipa de reconhecimento constituída por três elementos da Companhia deslocou-se no início de Janeiro a Cabul para se juntar aos pára-quedistas num primeiro contacto directo com o teatro afegão.

Completado o dispositivo da força, o contingente português inicia de imediato um estágio operacional, um período de duas semanas de adaptação ao terreno em que vão actuar nos próximos seis meses.

Uma autêntica «prova de fogo» já que a adaptação será cumprida já em missões reais.

«Estamos cientes de que, mal saímos da base (Campware House, a 10 quilómetros de Cabul) estamos entregues ao inesperado, a partir daí tudo pode acontecer e a possibilidade de um contacto está sempre iminente. Mas não vamos permitir que isso nos afecte. É essa a nossa missão, e é nessas condições que temos que a cumprir», disse à Lusa o comandante da 1ª Companhia de Comandos.

Lusa / SOL

Boa Sorte !!
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MensagemAssunto: Re: Defesa   Dom Fev 10, 2008 10:33 am

SAO UNS HEROIS!!!!! Parta onde deviam ser mandados os POLITICOS!!!
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MensagemAssunto: Um grito de revolta   Sex Fev 15, 2008 3:01 pm

Um grito de revolta


Excelentíssimos Senhores
Em boa verdade nem eu próprio sei como classificar o teor desta carta. Os Senhores lhe darão a classificação que entenderem. RECLAMAÇÃO? LAMENTO? PEDIDO? REVOLTA?
REVOLTA pela maneira como eu e mais uns milhões de portugueses fomos enganados nas promessas eleitorais do Senhor 1ºMinistro. Se V. Ex.ª tivesse dito que ia tirar, em vez de dizer que dava, não estaria certamente no lugar que ocupa. Enganou-me, tirou-me e continua a tirar-me porque eu sou um dos elos mais fracos e a quem é mais fácil chegar, fácil e cómodo. Pertenço à classe dos militares reformados, a classe a que o Governo chama funcionários públicos dando-lhe nitidamente a conotação, que havia antigamente, do chamado manga-de-alpaca. V. Ex.ª faz-me lembrar o indivíduo alcoolizado que chega a casa e desata a bater na mulher e nos filhos que é quem tem mais à mão e em quem é mais fácil, descarregar as iras. V. Ex.ª fá-lo em relação aos mais necessitados pois, como há dias disse publicamente o Sr. general Garcia Leandro, é um escândalo o que se paga a membros de certos cargos. Mas esses estão salvaguardados, com o futuro bem garantido porque parece que são intocáveis, se calhar por pertencerem às mesmas famílias políticas que têm constituído os governos. Quero informar que não sigo em rigor nenhuma linha política mas, de facto, nunca esperei vir a ser tão humilhado e enxovalhado, na qualidade de velho militar de carreira e agora votado a quase completo abandono e desprezo por parte do Governo. REVOLTA por constatar que V. Ex.ª, Senhor 1º Ministro, não gosta de nós, nós que lhe demos a possibilidade, em 25 de Abril de 1974, de agora estar no Governo com todas as prerrogativas de fazer o que muito bem entende. REVOLTA pela maneira como funciona o serviço da ADM ao qual eu tenho pleno direito mas que parece ser um favor que me está a ser concedido. Classificou de privilégios os direitos adquiridos ao longo dos anos e que o Governo, abruptamente, entendeu retirar como medida absolutamente populista, aliás como é apanágio do Senhor 1º Ministro e que é anunciar coisas que caem bem na opinião pública mas alheando-se, ou fingindo que não percebe, que tem TODOS os ramos de actividade do país em protesto. LAMENTO porque anui de alma e coração aos ideais do 25A, do MFA, não enjeitando porém, a honra de ter participado na guerra do Ultramar, em que se dizia, então, na defesa da Pátria. Cumpri como me competia e é com orgulho que ostento nos meus documentos condecorações e louvores. E V. Exª onde estava? Sabe o que foi ser militar nesse tempo? REVOLTA por agora ser tratado como lixo que já não presta e que se deita fora com o maior despudor e indiferença. A ADM, integrada no IASFA, não dá conta do recado, fruto de uma alteração forçada no sistema de saúde para a qual ninguém estava preparado. Veja-se o que se passa no Hospital da Força Aérea ao qual recorro. Para marcar algumas consultas é preciso ir para a Porta de Armas às 5 ou 6 horas - (no dia 6 éramos cerca de 60 pessoas) - Foto n.º 2 - esperar que o sentinela nos deixe entrar às 7H30, esperar depois à entrada do edifício - Foto n.º3 para às 7H45 entrar então para a sala - Foto n.º4, onde se começam a tirar as senhas e depois às 8H30 começarem as marcações que, não raras vezes, já não se conseguem. Mesmo as que se conseguem são, em média, para daí a 2 meses. Em Gastro só há um médico a dar consulta; sabe-se que não há ordem para contratar médicos para substituir os que se vão embora, como sucedeu recentemente em Urologia. Houve um médico que me disse que ia deixar de dar consulta e quando lhe perguntei o que seria dos doentes respondeu com a maior descontracção - "isso é problema da Força Aérea" .É este o apoio que os reformados militares têm, depois de anos e anos a servir o País? Já nos retiraram as comparticipações que tínhamos nos medicamentos, dizem que sou aumentado mas há dois anos que recebo menos dinheiro ao fim do mês. V Ex.ª, Senhor 1º Ministro, costuma dizer que é natural que ninguém goste de perder privilégios. E o Senhor gosta? Se não, porque se serve deles? Como acha que era um privilégio o que os militares tinham vou só lembrar-lhe um episódio. Quando V. Ex.ª teve o acidente, nas férias na Suíça, e precisou de ser intervencionado recorreu ao hospital da sua zona de residência? Foi para a Porta de Armas do Hospital da Força Aérea, como eu, para marcar consulta? Não. V. Ex.ª beneficiou do privilégio e foi imediatamente atendido. Só por curiosidade gostava de saber, além de não ter tido o incómodo de estar junto de mim na rua, ao frio ou à chuva às 6 horas, qual o cartão que o credenciou e qual a taxa moderadora que pagou. Sim, porque que me conste o Senhor não é e julgo que também não foi militar, portanto estará ao nível de beneficiário da ADSE. Também o posso informar que o Senhor, quando foi operado, passou à minha frente que aguardava vaga havia cerca de um ano para também ser operado a um joelho. E porquê? Por ser 1º Ministro? Mas o Senhor, tal como todos os outros membros do Governo são pagos por mim e pelos outros contribuintes, portanto não têm o direito de atropelar quem lhes paga. Como V. Exas. calcularão esta carta, bem como as fotos, vai circular na Internet e pode ser que alguém resolva faze-la chegar à comunicação social. Eu não o faço por vergonha, pois basta ver o meu orgulho ferido quando os autocarros da Carris passam junto ao H. da F. A. e se nota que alguns passageiros fazem chacota ao ver aquela gente ali, na rua, na sua maioria velhos como eu. È este o " reconhecimento " do Governo que, ao invés de se orgulhar e compensar os velhos militares de carreira os humilha desta maneira? PEDIDO, que V. Exas. sejam breves nas represálias que pretenderem exercer sobre mim. É que vou a caminho dos 74 anos; já fui operado 17 vezes; já nada cá ando a fazer; já não tenho quem dependa de mim; já nada me importa em termos de futuro e, se demorarem muito tempo, já não lhes darei o prazer de me verem espernear de raiva, de dor, de sofrimento e de arrependimento por ter ajudado à possibilidade de V. Exas. me enxovalharem como têm feito. Mais uma vez evoco as palavras do Sr. General Garcia Leandro: "Isto tem que mudar "e não seria boa imagem para o seu ego ter que fazer como o outro que, em desespero, incendiou Roma para mostrar o seu poder.
Respeitosamente


Carlos Sousa da Silva Nuno
Sargento-Chefe OPCOM/Reformado

Foto nº 2



Foto nº 3



Foto nº 4

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MensagemAssunto: Almirante promovido sem haver vaga   Sab Mar 01, 2008 9:04 am

Almirante promovido sem haver vaga


O ministro da Defesa aprovou a promoção do contra-almirante Silva Carreira, subdirector da Direcção-Geral da Autoridade Marítima (DGAM), a vice-almirante quando não havia vaga para este posto.

Aprovada por despacho de Nuno Severiano Teixeira em 29 de Janeiro passado, após proposta do chefe de Estado-Maior da Armada (CEMA), Melo Gomes, a promoção foi confirmada pelo Presidente da República e publicada em Diário da República em 13 de Fevereiro, três dias antes de Silva Carreira fazer 59 anos, limite de idade para um contra-almirante passar à reserva por força do Estatuto dos Militares das Forças Armadas (EMFAR). Silva Carreira foi promovido para substituir o actual director da DGAM, vice-almirante Medeiros Alves, que no próximo dia 20 de Junho passa à reserva por atingir os 62 anos, data-limite fixada no EMFAR. Com esta promoção, a Marinha tem, entre 16 de Fevereiro e 20 de Junho, sete vice-almirantes, mais um do que o previsto no decreto-lei 202/93.

A Armada garante que “havia vaga para uma promoção a vice-almirante, nos termos do decreto-lei 202/93”, dado que “é hoje absolutamente claro e expresso, pelo decreto-lei 44/2002, que a DGAM depende do Ministério da Defesa através da Marinha”. Garante ainda que “esta sexta vaga está ocupada, a título transitório, pelo vice-almirante Silva Carreira”. E diz ainda que “a situação de adido [fora do ramo] ao quadro do vice-almirante DGAM resultou de decisão do ministro da Defesa referida a 21 de Outubro de 2004, altura em que o actual DGAM tomou posse”.

Os especialistas em Direito Administrativo contestam estes argumentos. Paulo Graça acha que “a DGAM está integrada na orgânica da Marinha” e frisa que “o artigo 2.º do decreto-lei 202/93 diz que ‘o quadro de pessoal da Marinha inclui os lugares dos militares afectos ao sistema de autoridade marítima”. Por isso, frisa, “ele não podia ser promovido porque não há vaga”. E, assim, “a promoção é ilegal”.

Paulo Veiga e Moura concorda: “Se há um quadro que diz que a Marinha tem seis vice-almirantes, não pode ter sete vice-almirantes”. Mais: “A prova provada disto é que a categoria imediatamente inferior é contabilizada para o universo de 16 contra-almirantes [previstos no decreto-lei 202/93]”. E, assim, “não havendo lugar no quadro de vice-almirantes, o acto é nulo”.

DESPACHO INEXISTENTE

A Marinha diz que o vice-almirante director DGAM “resultou de decisão” de Paulo Portas, em 2004, mas o gabinete de Severiano Teixeira garante que, após uma consulta dos arquivos, “não foi encontrado qualquer despacho assinado pelo ex-ministro da Defesa Paulo Portas sobre a matéria”.

A decisão de Paulo Portas terá sido tomada após a Armada ter apresentado uma situação em que diz que “o DGAM é por inerência de funções comandante-geral da Polícia Marítima [PM], órgão caracterizado como autoridade policial e de polícia criminal”. Para a Marinha, “nesta qualidade o DGAM exerce as competências delegadas pelo Ministro da Defesa (decreto-lei 248/95, de 21/Setembro), a quem cabe recurso hierárquico das decisões do comandante-geral da PM”.

Segundo o Ministério da Defesa, “só a Marinha” pode responder se tem, neste momento, seis ou sete almirantes. Mesmo assim, o gabinete de Severiano Teixeira deixa claro que “no Ministério da Defesa não há vagas especiais de promoção. E que as promoções ocorrem quando há vagas nos quadros especiais dos Ramos”. Frisa ainda que “a DGAM é um serviço integrado no Ministério da Defesa, através da Marinha”, como refere o decreto-lei 44/2002, “situação que é confirmada pela Lei Orgânica da Marinha”.

CARGOS ONDE ESTÃO COLOCADOS OS 6 VICE-ALMIRANTES PREVISTOS NO DECRETO-LEI 202/93

Rui Telles Palhinha, Vice-chefe de Estado-Maior da Armada

José Vilas Boas Tavares, Super-intendente dos Serviços de Pessoal

José Conde Baguinho, Super-intendente dos Serviços de Material

José Augusto Brito, Director do Instituto Hidrográfico

Luís Medeiros Alves, Director da Direcção-Geral da Autoridade Marítima

Fernando Vargas de Matos, Comandante naval

SAIBA MAIS

12 é o número de vice-almirantes que a Armada tem no activo. Destes, seis estão fora do ramo. Ao todo, a Marinha tem, segundo o relatório das carreiras, 31 oficiais generais, mais oito do que a lei prevê.

5000 euros é quase o salário bruto mensal de um vice-almirante, contanto com o subsídio da condição militar.

PROMOÇÕES

Promoção é proposta pelo chefe do Estado-Maior do ramo ao Conselho de Chefes de Estado-Maior. Este envia deliberação ao ministro da Defesa para aprovação. E esta é depois confirmada pelo Presidente da República.

QUADROS

O Ministério da Defesa quer aproveitar a reforma orgânica em curso para centralizar a gestão dos recursos humanos nas Forças Armadas, a fim de controlar as promoções.
António Sérgio Azenha


CM

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Xô Esquerda, lembra-se de eu dizer que a sociedade castrense estava pulitizada......?????????
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MensagemAssunto: Re: Defesa   Sex Mar 07, 2008 10:09 am

A OLHAR O MUNDO


António Vitorino - jurista


As questões de segurança têm vindo a ganhar relevância acrescida no quadro europeu. O aspecto mais inovador do Tratado Constitucional, repescado, no essencial, pelo Tratado de Lisboa, diz respeito precisamente à chamada "cooperação estruturada" em matéria de segurança e defesa.

No plano internacional, a grande incógnita é a de saber se esta alteração dos Tratados significa que a União Europeia vai tomar a sério as suas responsabilidades globais, combinando a sua acção de potência civil com o desenvolvimento de uma capacidade militar própria e efectiva.

No plano interno, a incógnita consiste em saber se o grau de confiança mútua entre os Estados da União viabilizará o desenvolvimento desta "cooperação estruturada" e se, em face disso, os cidadãos europeus estão preparados para o que decorre de uma tal opção de fundo.

De qualquer modo, os Estados membros da União não podem deixar de se preparar para esta nova dinâmica introduzida pelo Tratado de Lisboa. E isto a dois níveis.

Desde logo, no plano político, pela decisão de participarem ou não nessa forma especial de cooperação em matéria de segurança e defesa. A decisão de participar é livre, baseia-se na vontade de cada Estado em cooperar e pressupõe o preenchimento de alguns requisitos de capacidades militares e de envolvimento de forças.

No plano militar, trata-se de adaptar o sistema de forças de cada país às exigências deste esforço conjunto, por forma a que a resultante de tal cooperação signifique valor acrescentado quer para a União no seu todo quer para cada um dos países que nela participe.

Em termos políticos, o nosso país sempre tem defendido uma linha de acção de participar nos módulos de aprofundamento da integração europeia, por se entender que tal corresponde aos interesses de um país com a dimensão e as características do nosso. Foi assim com o mercado interno logo em 1986, com o espaço sem fronteiras internas de Schengen e também na adesão ao euro.

Sem prejuízo do debate que haverá que fazer sobre o tema, pode-se presumir à partida que também no que concerne a esta "cooperação estruturada" seguiremos a mesma linha de conduta.

O que implica retirar os corolários necessários no plano da estruturação do aparelho de Defesa nacional e das nossas Forças Armadas.

É, pois, neste contexto que faz sentido debater a reforma que recentemente foi apresentada pelo ministro da Defesa. Ela pretende responder não apenas às nossas necessidades de segurança e de defesa enquanto país, mas também fazer face às nossas obrigações internacionais, na NATO e na União Europeia.

Nesse quadro, é particularmente relevante o projecto de criação faseada de um Estado- -Maior Conjunto, assente na clarificação das responsabilidades recíprocas do Ministério da Defesa e das estruturas das Forças Armadas, especialmente mediante a valorização do papel do chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas.

A relação entre o poder político democrático e a instituição militar encontra-se entre nós suficientemente estabilizada para poder permitir alcançar soluções que partam de um pressuposto de confiança mútua, eliminando alguns escolhos de um passado por vezes conturbado ou feito de reservas e de reticências recíprocas.

A reforma das Forças Armadas, nela se incluindo a componente do ensino militar e a definição das prioridades em equipamentos e infra-estruturas, deverá permitir-nos assumir responsabilidades acrescidas em termos de intervenções conjuntas e combinadas, desse modo potenciando a presença de Portugal nas alianças de que faz parte e nas zonas do globo onde a história e a geopolítica lhe impõem responsabilidades.

Por isso, mais do que olhar para o umbigo ou para os horizontes estreitos de cada capelinha, a reforma tem de se nortear essencialmente pelas soluções que melhor sirvam o interesse nacional.

E esse interesse passa pela valorização do contributo que as nossas Forças Armadas dão, no seu conjunto, para a afirmação e consolidação da presença portuguesa no mundo conturbado em que vivemos.

dn
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MensagemAssunto: Re: Defesa   Sex Mar 07, 2008 10:11 am

ANTONIO VITORINO e o SOCIALISTA mais CAPAZ do PS!!!! eNBORA esteja errado, mal orientado ,POR SER xuxa, TENHO UMA certa SIMPATIA, pela sua LUCIDEZ!!! Quem sabe se ainda se CURA?
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MensagemAssunto: Re: Defesa   Sex Mar 07, 2008 2:54 pm





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MensagemAssunto: Re: Defesa   Qua Mar 12, 2008 1:55 pm

Portugal reforça presença no Afeganistão


Portugal, antecipando-se à próxima cimeira da NATO, em Bucareste, entre 2 e 4 de Abril, anunciou o reforço da presença militar no Afeganistão, sem alterar a actual tipologia, em resposta aos pedidos formulados aos países membros da aliança.

Os Estados Unidos aumentaram esta semana a pressão sobre os restantes 23 Estados membros da NATO, em vésperas da cimeira da Aliança Atlântica, para que reforcem a sua participação na coligação militar internacional de quarenta países estacionada no Afeganistão.

A pressão para um maior envolvimento dos países membros da NATO tem sido crescente e constante em relação a cada um deles.

Nos passados dias 22 e 23 de Janeiro, o vice-Comandante do Supremo Comando Aliado Europeu (DSACEUR), General Sir John Mccoll, visitou Portugal, a convite do Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas, General Valença Pinto, tendo aproveitado para discutir as operações militares em curso na NATO no Afeganistão e Kosovo, bem como o apoio às estruturas Nato sedeadas em portugal.

Durante a sua visita, o oficial norte-americano reuniu-se com o ministro dos Negócios Estrangeiros Luís Amado, e com o ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, a quem transmitiu o desejo da Aliança Atlântica ver reforçada a presença portuguesa no Afeganistão.

Entretanto, duas semanas depois, o ministro da Defesa, Severiano Teixeira, informou os deputados da Comissão Parlamentar de Defesa sobre a intenção de Lisboa reforçar a presença portuguesa no Afeganistão com uma segunda equipa de formação para o Exército nacional afegão, que a NATO deseja envolver crescentemente no combate contra os talibãs e outros insurgentes que ameaçam a soberania do país.

A equipa militar portuguesa integra uma dúzia de especialistas em formação e treino militar operacional e ficará sedeada em Cabul, nas proximidades do quartel-general da Força Internacional de Assistência e Segurança no Afeganistão (ISAF) .

O anúncio do futuro envio desta segunda equipa foi feito pelo ministro da Defesa «em consonância» com o Presidente da República e com a garantia de «não alterar» a tipologia da presença militar portuguesa no Afeganistão.

A intenção portuguesa vem de encontro a crescentes solicitações da NATO aos seus membros para reforço do dispositivo militar multinacional naquele país.

Em Agosto regressa a Portugal a unidade de comandos que substituiu um grupo de 132 militares que integrou a Força de Reacção Rápida da Força Internacional de Assistência e Segurança no Afeganistão (ISAF) e que já regressou no final de Fevereiro a Lisboa.

O contingente militar português pertencia à 22ª companhia de Atiradores Pára-Quedistas, do 2º Batalhão de Infantaria Pára-Quedista da Brigada de Reacção Rápida .

Com o regresso deste grupo ficou completa a rendição da Força Nacional destacada do Afeganistão, que integrou a Força de Reacção Rápida da ISAF desde o passado mês de Agosto de 2007.

Este contingente foi rendido em Cabul por uma força constituída por 150 militares do Exército com Comando e Secção de Comando, uma Companhia de Manobra (1ª companhia de Comandos), um Destacamento de Apoio de Serviços e uma equipa de Controlo Aéreo Táctico da Força Aérea portuguesa.

Portugal assegura ainda dez militares no Estado-Maior do quartel-general da ISAF.

As duas equipas de formação portuguesas e o avião C-130 correspondem ao apoio logístico solicitado pela ISAF e visam dar resposta às lacunas em transporte táctico e de logística às forças internacionais que operam no Afeganistão.

A presença militar portuguesa no Afeganistão tem «enorme visibilidade» e teve «bom desempenho» quando chamada a intervir operacionalmente, sendo «muito bem vista» pelos parceiros da coligação, segundo o porta-voz da ISAF, Brigadeiro Carlos Branco.

Diário Digital / Lusa
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MensagemAssunto: Re: Defesa   Qua Mar 12, 2008 5:17 pm

contra a vontade do ricardo, claro!!!!
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MensagemAssunto: Re: Defesa   Sex Mar 14, 2008 4:46 am

Avaria na origem da queda de F-16 em Monte Real, relatório do fabricante



Lisboa, 14 Mar (Lusa) - Uma avaria num sistema computorizado que influencia a estabilidade esteve na origem da queda em Monte Real de um F-16 da Força Aérea, em Janeiro, disse hoje à Lusa fonte do Estado Maior da Força Aérea.

O caça F-16 da Força Aérea portuguesa despenhou-se a 28 de Janeiro junto à Base Aérea de Monte Real, próximo da povoação de Pilado, no concelho da Marinha Grande, sem causar vítimas, tendo o piloto conseguido ejectar-se.

Em declarações à agência Lusa, o porta-voz da Força Aérea, tenente-coronel António Seabra, adiantou que o relatório do fabricante Lockheed, responsável por aquele sistema computorizado, que entre outras coisas tem a ver com a estabilidade da aeronave em voo, apontou para falhas no "flight control".

O documento vai ser entregue à Inspecção da Força Aérea, que deverá efectuar depois um relatório final ao acidente.

Contudo, o responsável considera que estes dados do fabricante demonstram que uma avaria técnica esteve na origem do acidente, excluindo-se assim erro humano por parte do piloto, o tenente-coronel João Pereira.

O piloto do F-16 foi condecorado recentemente pela Força Aérea porque "teve uma atitude extremamente profissional e corajosa ao evitar que a aeronave se despenhasse numa zona urbana", referiu.

O F-16 despenhou-se quando realizava o primeiro voo de ensaio depois de ter sido submetido a uma grande operação de manutenção.

De acordo com a Força Aérea, a operação de manutenção visou a alteração da aeronave, dotando-a da actualização de mais sofisticados componentes, permitindo, nomeadamente, o voo nocturno.

Este foi o segundo acidente registado com aviões F-16 na Força Aérea Portuguesa.

O primeiro ocorreu a 08 de Março de 2002 e provocou a morte do piloto.

Actualmente, a Força Aérea possui 26 F-16 operacionais, sete dos quais com actualização MLU (missão de Defesa Aérea e Ataque Convencional).

DD

Lusa/Fim
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MensagemAssunto: Navios vendidos por metade do previsto   Sab Mar 15, 2008 5:54 am

Navios vendidos por metade do previsto


Acompra de equipamento para as Forças Armadas poderá estar em causa na sequência do negócio entre o Ministério da Defesa e o Uruguai que conduziu à venda de duas fragatas àquele Estado por um valor menos de metade abaixo do previsto na Lei de Programação Militar (LPM), segundo fontes militares adiantaram ao JN. É o primeiro negócio de venda de armas onde o Estado entra directamente, mas que acaba por se saldar por um verdadeiro fiasco, face às previsões orçamentais.

É que a LPM previa que a venda das duas fragatas da classe "João Belo", com mais de 40 anos na Marinha de Guerra portuguesa, trouxesse ao Estado português 30 milhões de euros, mas o negócio acabou por se concretizar por apenas 13 milhões de euros, segundo o Ministério da Defesa adiantou ao JN.

As preocupações de sectores militares passam pelo facto de na calha estar ainda a venda de helicópteros Puma e aviões F-16, um conjunto de negócios que a LPM antevia como um encaixe para o Estado de 90 milhões.

Segundo justificou, em 2005, o então ministro da Defesa, Luís Amado, durante a elaboração da LPM, o objectivo era conseguir uma forma de financiar a aquisição de equipamento para as Forças Armadas. Era uma medida completamente inovadora, mas na altura levantou várias dúvidas, não tanto pela oportunidade mas pelo facto de contar com um financiamento ainda antes de o negócio estar concretizado ou sequer existirem contactos. Pior, essas verbas resultantes dos negócios existentes iriam contribuir para a aquisição de material para as Forças Armadas, e a venda das fragatas por 30 milhões iriam entrar já nas contas do ano passado.

No entanto, logo no primeiro negócio a realizar pelo Estado nem a verba entrou em 2007, como estava previsto por lei, nem correspondeu ao valor inscrito na LPM. O secretário de Estado da Defesa, Mira Gomes, em declarações à agência Lusa, considera que mesmo assim "foi um bom negócio", mas face a outras ofertas, que seriam ainda inferiores aos 13 milhões, e, segundo fontes militares, o Governo preferiu ter essa verba nos cofres como certa a não ter nenhuma. Aliás, já Severiano Teixeira tinha admitido anteriormente que os valores de venda tinham sido demasiado optimistas.

Já quanto aos 12 aviões F-16 em venda e aos 10 Puma continua sem haver quaisquer ofertas. A Roménia chegou a mostrar algum interesse pelos Puma, no ano passado, mas os contactos não avançaram mais. E as verbas previstas pela venda destes dois tipos de aeronaves, 60 milhões de euros, deveriam entrar este ano para financiar a LPM.

Bem pelo contrário, prevê-se que a LPM venha, de facto, a ser revista, mas numa revisão em baixa, ou seja, os 380 milhões previstos para 2008 vão ser curtos para as várias aquisições e é possível que tenha que haver alguns cortes.

A própria venda dos Puma já não é, aliás, clara, face aos problemas que a frota de EH-101 está a enfrentar, por falta de contrato de manutenção com a Agusta/ Westland, e os velhos helicópteros poderão ter que voltar a voar.
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MensagemAssunto: Re: Defesa   Sab Mar 15, 2008 10:34 am

Quando ANALISAMOS AS forcas armadas de ESPANHA e as PORTUGUESAS, chega a ser PREOCUPANTE!!!! um gigamnte E UM ANAO!!!
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MensagemAssunto: Re: Defesa   

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