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 Homilias mais curtas e acaba comunhão na mão

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MensagemAssunto: Homilias mais curtas e acaba comunhão na mão   Ter Mar 11, 2008 8:10 am

Homilias mais curtas e acaba comunhão na mão


As novas regras estão a ser preparadas desde o início do pontificado de Bento XVI, mas o cardeal D. Albert Malcom Ranjith, número dois da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, já desvendou algumas das ideias: homilias mais curtas, genuflexão diante das espécies eucarísticas consagradas, favorecendo a adoração de joelhos e receber a comunhão na boca e não nas mãos.

Quanto às homilias, não há grande novidade. Desde há mais de uma década que as dioceses, pelo menos em Portugal, estabeleceram a norma de as homilias demorarem entre oito e dez minuto.

No entanto, para além do tempo, desta vez o Vaticano impõe regras quanto ao conteúdo, referindo que o celebrante “deve estudar profundamente o Evangelho e ater-se sempre a esse texto”.

Mas o que é encarado como um retrocesso ao nível das regras de celebração da Eucaristia é o facto de a Congregação para o Culto Divino pretender que a comunhão seja recebida na boca, como acontecia até meados dos anos setenta, e não na mão, método cada vez mais em voga entre os fiéis.

Vejo isso, de facto, como um retrocesso”, disse ao CM o padre João Alberto Correia, doutorado em Sagrada Escritura e pároco de Frossos, em Braga, sublinhando que “o mais acertado será corrigir sempre que se detectar algum abuso e não decretar o fim da ministração da Comunhão na mão”.

De resto, a tendência para “favorecer a adoração de joelhos”, é algo com que a esmagadora maioria dos sacerdotes concorda.

De resto, desde há uns meses que os bispos portugueses se debruçam sobre o “enobrecimento da Eucaristia”, sobretudo ao nível dos cânticos.

A Conferência Episcopal admite mesmo a elaboração anual de livros de cânticos, a serem adoptados em todas as paróquias do País.

"PREGAÇÃO CURTA, CLARA E CONCISA"

Para D. Jorge Ortiga, presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, a questão das homilias com uma duração máxima de dez minutos já tem em Portugal quase duas décadas. “Há muito tempo que indicamos aos sacerdotes que a pregação tem de ser curta, clara e concisa, sempre com o Evangelho como elemento fundamental”, diz o prelado, sublinhando que ainda não lhe chegou ao conhecimento qualquer documento recente sobre normas a ter em conta na celebração das Eucaristias. No entanto, D. Jorge defende “a busca constante da qualidade”, no que toca à celebração de todos os sacramentos e, muito particularmente da Missa. No que toca às homilias diz que, “por norma, todos os padres cumprem, quer em termos de tempo, quer ao nível do conteúdo”, já no que respeita às restantes normas que possam estar em debate, prefere aguardar a sua publicação oficial.

Secundino Cunha


Correio da Manhã
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MensagemAssunto: Re: Homilias mais curtas e acaba comunhão na mão   Ter Mar 11, 2008 5:24 pm

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MensagemAssunto: Re: Homilias mais curtas e acaba comunhão na mão   Ter Mar 11, 2008 5:28 pm

ó pá, enganei-me Shocked

esta não era para vir para os post's da padralhada, era para O
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MensagemAssunto: Re: Homilias mais curtas e acaba comunhão na mão   

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