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 Deputado holandês difunde filme anti-Corão na internet

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Vitor mango

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Data de inscrição : 13/09/2007

MensagemAssunto: Deputado holandês difunde filme anti-Corão na internet   Qui Mar 13, 2008 2:59 am

13/03 07:42 CET
Deputado holandês difunde filme anti-Corão na internet



Geert Wilders vai difundir o seu filme contra o Corão apenas na
Internet e não o apresentará em conferência de imprensa como estava
inicialmente previsto, por não poder suportar os custos de segurança.

O
deputado holandês anti-islão afirmou esta quarta-feira que organizar
uma conferência de imprensa no centro de imprensa de Haia custaria em
termos de medidas de segurança "centenas de milhares de euros que não
posso nem quero pagar".

O deputado do Partido da Liberdade, que
ocupa nove dos 150 assentos do parlamento holandês, realizou uma
curta-metragem de 15 minutos que tem como objectivo dar uma ideia do
Corão como um livro religioso que incita à violência.

Como as televisões holandesas recusaram difundir o filme, Wilders vai projectar a curta-metragem na internet, no final do mês.

Para
evitar o mesmo tipo de reacções provocadas pelas caricaturas de Maomé
publicadas num jornal dinamarquês, o governo holandês multiplicou-se em
contactos internacionais.
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MensagemAssunto: Re: Deputado holandês difunde filme anti-Corão na internet   Qui Mar 13, 2008 10:32 am

europa a dar o cu ao islao!!!!!!!
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Deputado holandês difunde filme anti-Corão na internet   Qui Mar 13, 2008 12:39 pm

RONALDO ALMEIDA escreveu:
europa a dar o cu ao islao!!!!!!!

Sucede meu caro que os Islão foram derrotados aqui na Europa e meteram-se a milhas
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MensagemAssunto: Re: Deputado holandês difunde filme anti-Corão na internet   Qui Mar 13, 2008 12:42 pm

e hoje intimidam A europa A distancia, O QUE AINDA E pior!!!
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ECOADOR

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MensagemAssunto: Re: Deputado holandês difunde filme anti-Corão na internet   Qui Mar 13, 2008 1:37 pm

nao estou a ver os arabes a invadir a europa montados em camelos
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MensagemAssunto: Re: Deputado holandês difunde filme anti-Corão na internet   Qui Mar 13, 2008 1:39 pm

Claro que nao ELES JA ESTAO NA EUROPA!!!
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Deputado holandês difunde filme anti-Corão na internet   Qui Mar 13, 2008 3:56 pm

RONALDO ALMEIDA escreveu:
Claro que nao ELES JA ESTAO NA EUROPA!!!

sempre estiveram
Eles correm mais riscos que os " Cristõis "
Eles arriscam-se a evoluir e largar os camelos no deserto
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MensagemAssunto: Re: Deputado holandês difunde filme anti-Corão na internet   Qui Mar 13, 2008 4:02 pm

Vitor mango escreveu:
RONALDO ALMEIDA escreveu:
Claro que nao ELES JA ESTAO NA EUROPA!!!

sempre estiveram
Eles correm mais riscos que os " Cristõis "
Eles arriscam-se a evoluir e largar os camelos no deserto

Á muito que eles largaram os camelos Arrow



Camelos agora só para os parolos dos turistas geek

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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Deputado holandês difunde filme anti-Corão na internet   Sex Mar 14, 2008 2:33 am

ricardonunes escreveu:
Vitor mango escreveu:
RONALDO ALMEIDA escreveu:
Claro que nao ELES JA ESTAO NA EUROPA!!!

sempre estiveram
Eles correm mais riscos que os " Cristõis "
Eles arriscam-se a evoluir e largar os camelos no deserto

Á muito que eles largaram os camelos Arrow



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lol! lol! lol! lol! lol! lol! lol! lol! lol! lol!
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Deputado holandês difunde filme anti-Corão na internet   Sex Mar 14, 2008 2:38 am

Gostaria de dizer que afinal os arabes se integraram mas os Judeus sempre se consideraram á margem mesmo com o apoio estatal
Vejamos como foram tratados em França

======================================================
[size=29]Em
1791, após a Revolução francesa de 1789 ter sacudido
a França e a Europa com seu lema “Liberdade, igualdade e fraternidade”,
os judeus que viviam em território francês foram emancipados,
tornando-se cidadãos franceses e passando a ter total liberdade
de culto.

Hoje, mais de duzentos anos se passaram desde que os revolucionários
franceses, após uma série de hesitações e
prorrogações, decretaram a emancipação de
todos os judeus da França e Napoleão criou estruturas administrativas
para definir o judaísmo frente à nação francesa.

O judaísmo, na França,vive em sua plenitude, neste século
21, apesar de nuvens sombrias do anti-semitismo estarem toldando o brilho
de suas sinagogas. A tradicional sinagoga, o Beit Haknesset dos judeus,
torna-se a partir daquele período um monumento, uma instituição
que muito nos revela sobre a vida dos judeus franceses e da cultura judaica,
sob o contexto da emancipação. Como não se impressionar
com a vitalidade de uma minoria – apenas 90 mil pessoas – que
consegue edificar 250 sinagogas em um período de meros cem anos
após sua emancipação? Hoje, a fisionomia do judaísmo
francês se transformou. Não são mais as crianças
das regiões da Alsácia-Lorena ou de Bordeaux que são
a sustentação da comunidade judaica. São os filhos
e netos dos sobreviventes da Shoá, do Holocausto; são os
refugiados e repatriados da África do Norte que reavivaram um judaísmo
quase destituído de cor e de vida.

Os judeus na história da França

A história dos judeus na França foi marcada por períodos
de perseguição, expulsão e restrição
de liberdade, sem direito à cidadania. A situação
começou a mudar após a Revolução de 1789,
culminando com a nova constituição que passa a vigorar dois
anos mais tarde e, entre outros atos importantes, emancipa a população
judaica do país. Uma situação bastante diversa da
vigente durante o Antigo Regime, quando a maioria dos judeus não
existia oficialmente. Às vésperas da Revolução
Francesa, havia cerca de 40 mil judeus no país: os sefaraditas
ou portugueses, mais abastados e integrados, viviam no sul e no oeste
da França, na região de Bordeaux; os ashquenazitas –
estimados em cerca de 30 mil – com menos recursos, viviam no norte
e no leste do país, a região da Alsácia-Lorena, falavam
iídiche e mantinham uma estrutura comunal autônoma. A partir
de 1791 os judeus passam ser considerados cidadãos franceses israelitas.

Ao tomar o poder, Napoleão Bonaparte tenta impulsionar o processo
de emancipação e integrar, ainda mais, as comunidades judaicas
na vida francesa. Após concluir a reorganização da
Igreja Católica e Protestante, na França, mantendo-as sob
o controle do estado, o imperador desejava regularizar os assuntos judaicos
de maneira semelhante. Queria definir a posição dos judeus
frente ao estado e estabelecer um novo conjunto de instituições
judaicas. Como parte desse processo convoca uma “Assembléia
dos Judeus Notáveis” e, em 1807, um “Grande Sinédrio”,
composto por rabinos e intelectuais leigos.

Em 1808, logo após a reunião do Grande Sinédrio,
um edito imperial estabelece, na França, um sistema de consistórios
- juntas de rabinos e leigos, para administrar os assuntos judaicos. De
acordo com este modelo, o Consistório Central de Paris, nomeado
pelo Ministério, supervisiona os outros consistórios distritais.
Além de manter e gerir as sinagogas e outras instituições
religiosas e zelar por sua ordem, os consistórios fiscalizam a
aplicação dos decretos e encarregam-se da distribuição
dos impostos. Com a lei de 8 de fevereiro de 1831, o culto israelita passa
a ser equiparado ao das outras religiões e recebe um orçamento
do Estado.[/size]
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MensagemAssunto: Re: Deputado holandês difunde filme anti-Corão na internet   Sex Mar 14, 2008 10:15 am

Vitor mango escreveu:
Gostaria de dizer que afinal os arabes se integraram mas os Judeus sempre se consideraram á margem mesmo com o apoio estatal
Vejamos como foram tratados em França

======================================================
[size=29]Em
1791, após a Revolução francesa de 1789 ter sacudido
a França e a Europa com seu lema “Liberdade, igualdade e fraternidade”,
os judeus que viviam em território francês foram emancipados,
tornando-se cidadãos franceses e passando a ter total liberdade
de culto.

Hoje, mais de duzentos anos se passaram desde que os revolucionários
franceses, após uma série de hesitações e
prorrogações, decretaram a emancipação de
todos os judeus da França e Napoleão criou estruturas administrativas
para definir o judaísmo frente à nação francesa.

O judaísmo, na França,vive em sua plenitude, neste século
21, apesar de nuvens sombrias do anti-semitismo estarem toldando o brilho
de suas sinagogas. A tradicional sinagoga, o Beit Haknesset dos judeus,
torna-se a partir daquele período um monumento, uma instituição
que muito nos revela sobre a vida dos judeus franceses e da cultura judaica,
sob o contexto da emancipação. Como não se impressionar
com a vitalidade de uma minoria – apenas 90 mil pessoas – que
consegue edificar 250 sinagogas em um período de meros cem anos
após sua emancipação? Hoje, a fisionomia do judaísmo
francês se transformou. Não são mais as crianças
das regiões da Alsácia-Lorena ou de Bordeaux que são
a sustentação da comunidade judaica. São os filhos
e netos dos sobreviventes da Shoá, do Holocausto; são os
refugiados e repatriados da África do Norte que reavivaram um judaísmo
quase destituído de cor e de vida.

Os judeus na história da França

A história dos judeus na França foi marcada por períodos
de perseguição, expulsão e restrição
de liberdade, sem direito à cidadania. A situação
começou a mudar após a Revolução de 1789,
culminando com a nova constituição que passa a vigorar dois
anos mais tarde e, entre outros atos importantes, emancipa a população
judaica do país. Uma situação bastante diversa da
vigente durante o Antigo Regime, quando a maioria dos judeus não
existia oficialmente. Às vésperas da Revolução
Francesa, havia cerca de 40 mil judeus no país: os sefaraditas
ou portugueses, mais abastados e integrados, viviam no sul e no oeste
da França, na região de Bordeaux; os ashquenazitas –
estimados em cerca de 30 mil – com menos recursos, viviam no norte
e no leste do país, a região da Alsácia-Lorena, falavam
iídiche e mantinham uma estrutura comunal autônoma. A partir
de 1791 os judeus passam ser considerados cidadãos franceses israelitas.

Ao tomar o poder, Napoleão Bonaparte tenta impulsionar o processo
de emancipação e integrar, ainda mais, as comunidades judaicas
na vida francesa. Após concluir a reorganização da
Igreja Católica e Protestante, na França, mantendo-as sob
o controle do estado, o imperador desejava regularizar os assuntos judaicos
de maneira semelhante. Queria definir a posição dos judeus
frente ao estado e estabelecer um novo conjunto de instituições
judaicas. Como parte desse processo convoca uma “Assembléia
dos Judeus Notáveis” e, em 1807, um “Grande Sinédrio”,
composto por rabinos e intelectuais leigos.

Em 1808, logo após a reunião do Grande Sinédrio,
um edito imperial estabelece, na França, um sistema de consistórios
- juntas de rabinos e leigos, para administrar os assuntos judaicos. De
acordo com este modelo, o Consistório Central de Paris, nomeado
pelo Ministério, supervisiona os outros consistórios distritais.
Além de manter e gerir as sinagogas e outras instituições
religiosas e zelar por sua ordem, os consistórios fiscalizam a
aplicação dos decretos e encarregam-se da distribuição
dos impostos. Com a lei de 8 de fevereiro de 1831, o culto israelita passa
a ser equiparado ao das outras religiões e recebe um orçamento
do Estado.[/size]

O MANGO ve perigo JUDEU em todo o lado E NAO VE que a EUROPA esta a ser TOMADA, pelo FASCISMO-ISLAMICO???????????? A CEGUEIRA contra UM nao deixa ver , o PERIGO DO OUTRO????????? Shocked
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