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 Israel ataca Gaza após fim de trégua de militantes

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Vitor mango

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MensagemAssunto: Israel ataca Gaza após fim de trégua de militantes   Qui Mar 13, 2008 8:36 am

Israel ataca Gaza após fim de trégua de militantes








Guila Flint
De Tel Aviv para a BBC Brasil





Forças israelenses mataram quatro palestinos em Belém

Aeronaves israelenses atacaram nesta quinta-feira o norte da Faixa de Gaza, depois que militantes do grupo palestino Jihad
Islâmico interromperam uma trégua de uma semana e lançaram foguetes contra o sul de Israel.



O grupo acusou Israel de “sabotar” a trégua depois que soldados israelenses mataram quatro militantes palestinos na noite
de quarta-feira em Belém, na Cisjordânia.


Os
novos episódios de violência ocorreram depois de uma semana considerada
a mais tranqüila dos últimos meses na região. Cerca de 120 pessoas, a
maioria palestinos, morreram em episódios de violência envolvendo
israelenses e palestinos só neste mês.


A Força Aérea israelense disse que seu ataque teve como alvo um grupo que estava lançando foguetes, mas não há relatos de
vítimas.


Sderot

O porta-voz do Jihad Islâmico na Faixa de Gaza, Daud Shihab, confirmou que grupo retomou o lançamento de foguetes contra o
sul de Israel em represália à operação militar israelense em Belém.



Leia também na BBC Brasil: Operação israelense mata quatro militantes palestinos na Cisjordânia



Poucas
horas depois que soldados israelenses, disfarçados de palestinos,
entraram na cidade e mataram três militantes do Jihad Islâmico e um
integrante do Fatah, o Jihad Islâmico começou a lançar os foguetes do
tipo Kassam contra o território israelense.

Um dos foguetes atingiu uma casa na cidade de Sderot, mas não deixou feridos.

Durante a manhã desta quinta-feira, foram lançados 13 foguetes e cinco morteiros contra o sul de Israel.

Hamas

A retomada da violência ocorre em meio a tentativas do governo egípcio de intermediar um acordo de cessar-fogo entre Israel
e o Hamas, que controla a Faixa de Gaza desde junho do ano passado.


De acordo com Daud Shihab, com o ataque em Belém, Israel "explodiu as tentativas do Egito e já não há mais sentido em se falar
de um cessar fogo".


O
ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, declarou que a operação
militar em Belém "demonstra que Israel vai continuar perseguindo todos
aqueles que têm as mãos manchadas de sangue de judeus, e não importa
quanto tempo se passou".

Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, denunciou a ação militar de Israel em Belém e a qualificou como um "ato
de barbárie".


Abbas
afirmou que a ação "revela a falsidade do governo israelense, que diz
que quer a paz, mas ao mesmo tempo continua cometendo diariamente
crimes e assassinatos de palestinos".

O Exército
israelense afirma que os militantes mortos em Belém estavam envolvidos
em atentados recentes contra alvos israelenses.
A população de Belém decretou greve geral em sinal de luto pelos militantes mortos.
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Israel ataca Gaza após fim de trégua de militantes   Qui Mar 13, 2008 8:37 am

as mãos manchadas de sangue de judeus

Olha olha quem fala
E as crianças velhos e civis mortos pelos Judeus
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MensagemAssunto: Re: Israel ataca Gaza após fim de trégua de militantes   Qui Mar 13, 2008 9:54 am

MAIS UMA VEZ , LANCARAM FOQUETES SOBRE ISRAEL!!! Que esperam,BEIJINHOS? Por favor!!!
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Israel ataca Gaza após fim de trégua de militantes   Qui Mar 13, 2008 12:27 pm

RONALDO ALMEIDA escreveu:
MAIS UMA VEZ , LANCARAM FOQUETES SOBRE ISRAEL!!! Que esperam,BEIJINHOS? Por favor!!!

Mano RON
Nunca quando comento ou analiso o fAÇO DO MEU POLEIRO DOS INTERESSES
Tento sempre avaliar como pensa o inimigo
O que se passa é que da parte dos JUdeus eles dizem aquilo que nao deviam dizer

Que tudo que tenha as mãos com sangue judeu tem que morrer

Ora isto é exactamente dizer que o estado de Israel é judaico ...
Ou seja quem la nasce vem ja de pires na tola
Ora para se combater uma religião o que se faz ?
Simples !
arranja-se fanaticos de outra religião
E como reage um rfanatico religioso
???
Com desprezo pela morte ( no caso dos Islao é isso ...)
E como se mata um morto ?
com bazucas ?

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MensagemAssunto: Re: Israel ataca Gaza após fim de trégua de militantes   Qui Mar 13, 2008 12:31 pm

MAIS UMA VEZ, ISRAELEXISTE e enquanto isso nao for aceite pelos ARABES, NAO HA PAZ!!! Toda aquela REGIAO, IRAO,SAUDI ARABIA, LIBANO, EGIPTO, JORDANIA, TURQUIA, IRAQUE E KUWAIT ETC, PODERAO SE TRANSFORMAR , UM DIA EM BREVE, num ENORME PARQUE DE ESTACIONAMENTO TOTALMENTE DESTRUIDO NUCLEARMENTE!!! Incluindo ISRAEL!! E ai ACABA TUDO!!! Pode INFELIZMENTE, ACONTECER!!!
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Israel ataca Gaza após fim de trégua de militantes   Qui Mar 13, 2008 12:37 pm

RONALDO ALMEIDA escreveu:
MAIS UMA VEZ, ISRAELEXISTE e enquanto isso nao for aceite pelos ARABES, NAO HA PAZ!!! Toda aquela REGIAO, IRAO,SAUDI ARABIA, LIBANO, EGIPTO, JORDANIA, TURQUIA, IRAQUE E KUWAIT ETC, PODERAO SE TRANSFORMAR , UM DIA EM BREVE, num ENORME PARQUE DE ESTACIONAMENTO TOTALMENTE DESTRUIDO NUCLEARMENTE!!! Incluindo ISRAEL!! E ai ACABA TUDO!!! Pode INFELIZMENTE, ACONTECER!!!

Amigo RON
É bater no molhado
Israel existe porque o ocidente e os EUA quiseram suportar o fardo
Os EUA paga as custas
Só que é praticamente impossível Israel sobreviver com tanto inimigo em volta
Porque ?
Porque nem o exercito aguenta tanta pressao nem a população
Por isso ha um esforço para se conseguir uma acordo

mas ...esse acordo é praticamente impossivel de conseguir ...e quanto mais arabes os judeuis matarem masis martires arranjam do outro lado

Um bomba atomica lançada seja por quem for easta fora da loucura ...
...mas nessa area da loucura religiosa eu nao entro

Deixo isso aos fanaticos
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MensagemAssunto: Re: Israel ataca Gaza após fim de trégua de militantes   Qui Mar 13, 2008 12:41 pm

O IRAO E FANATICO!!! Quanto a ISRAEL , EXIXTE e EXISTIRA, nao se ENGANE!!!
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MensagemAssunto: Re: Israel ataca Gaza após fim de trégua de militantes   Qui Mar 13, 2008 12:49 pm

SINCERAMENTE, ainda mnao entendi e gostaria que EXPLICASSE, O QUE E QUE pensa que vai acontecer? Que ISRAEL, vai-se enbora? Que os ARABES vao ganhar MAIS UMA GUERRA com ISRAEL? O QUE?
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Israel ataca Gaza após fim de trégua de militantes   Qui Mar 13, 2008 1:58 pm

RONALDO ALMEIDA escreveu:
SINCERAMENTE, ainda mnao entendi e gostaria que EXPLICASSE, O QUE E QUE pensa que vai acontecer? Que ISRAEL, vai-se enbora? Que os ARABES vao ganhar MAIS UMA GUERRA com ISRAEL? O QUE?

Facílimo !
O que aconteceu com os NEGROS que nos anos 60 viviam em Guetos na America
O que aconteceu aos negros que nao podiam frequentar os mesmos sítios na África do Sul

e nas NOSSAS colónias ?

O que vai suceder é que a população de Israel vai exigir mais dia menos dia que quer ter um estado laico ...LIVRE ...

Só isso !

Acha que épossivel ?
Agora nem pensar porque os ultras judaicos dominam a vida de Israel
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MensagemAssunto: Re: Israel ataca Gaza após fim de trégua de militantes   Qui Mar 13, 2008 2:10 pm

POR FAVOR................Que comparacao???????????
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Israel ataca Gaza após fim de trégua de militantes   Qui Mar 13, 2008 2:20 pm

RONALDO ALMEIDA escreveu:
POR FAVOR................Que comparacao???????????

Meu caro documentei-me bastante sobre o assunto e sei o que digo
Vi series e reportagens na TV feitas por jornalistas de Israel
Livros
Jornais
Olhe a Melanie falou no mesmo
Fazer um pais com base numa religião cai-se sempre no mesmo erro de confundir o que é humano e divino
Veja o cardeal Cerejeira e Salazar

O mais grave é que um Judeus se vier para Israel em 5 minutos dão-lhe a garantia patrica de nacionalidade Israel
mas um arabe la nascido é considerado abaixo de cão
78 % da população ate desejava ve-los na alheta

Ora isto em relação para os arabes que ao longo dos seculos ajudaram os Judeus expulsos da Europa

Essa base religiosa mina toda a estrutura de Israel
Depois ha as fronteiras de 1967 que Israel tera que aceitar como foi estabelicido na altura pelas nu
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Israel ataca Gaza após fim de trégua de militantes   Qui Mar 13, 2008 2:24 pm

Que estratégia utilizar
contra o anti­‑semitismo?




Oren Medicks
*


Le Nouvel Observateur

Como
israelita, preocupado pelo meu país, creio que o futuro de Israel depende da
nossa capacidade de promover uma paz justa e durável com os nossos vizinhos,
primeiro e antes de mais nada com o povo palestino. As enormes desigualdades
que distinguem em todos os terrenos as duas sociedades, a israelita e a
palestina, exigem uma intervenção eficaz proveniente do exterior, em primeiro
lugar da Europa. Por desgraça, toda a reserva formulada a respeito da
política realizada por Israel é vivida pelas comunidades judias da diáspora
como uma concessão ao anti-semitismo. A necessidade de uma acção urgente é
sublinhada pela decisão da Corte Internacional de Justiça de Haia contra o
muro de separação o qual é importante que seja desmantelado o mais cedo
possível: esse muro, dito de protecção, é em realidade um muro do apartheid,
simboliza a negação de todo o diálogo que conduza ao reconhecimento de um
Estado palestino, ou seja, à paz. É ser anti­‑semita se se denuncia
como tal?



actualmente em França cerca de 100 emissários provenientes de Israel, cuja
tarefa é convencer uns 30.000 franceses judeus que façam o seu “Aliyah”, isto
é, que emigrem para Israel. A sua mensagem é simples e ao mesmo tempo
bastante aterrorizadora: “Partam de França agora mesmo e vinham para a vossa
verdadeira pátria. A França já não é um lugar seguro para os judeus...”. Essa
mensagem harmoniza­‑se perfeitamente com o veneno do anti-semitismo:
“Judeus, vão-se do nosso país e vão-se aonde pertencem, a Israel. Depois de
tudo, para isso os ajudamos a criar esse país”. Aí está, em síntese, como o
anti-semitismo pode ser ao mesmo tempo a expressão do ódio inexpiável ao
judeu e o aliado mais poderoso do sionismo (o que Teodoro Herzl tinha por
certo reivindicado no seu “Diário Íntimo”: «Os anti­‑semitas serão os
nossos amigos mais leais, as nações anti­‑semitas as nossas aliadas»).
Esse ponto de vista é tanto mais inadmissível quanto leva a considerar as
palavras “sionista”, “judeu” e “israelita” como sinónimos. Uma confusão que
os dirigentes sionistas, os políticos israelitas e uma parte da diáspora não
deixam de explorar politicamente.


Esta
confusão a devemos sobretudo a Israel. O elemento mais manifesto é a definição
de Israel como Estado “judeu e democrático”. A contradição inerente nesta
definição (Estado judeu, que pertence exclusivamente ao povo judeu, Estado
democrático, que pertence a cada um dos seus cidadãos reconhecidos), é no
entanto evidente. Um facto ignorado por muita gente é que a nacionalidade
judia é reconhecida por Israel, mas não a nacionalidade israelita. No meu
cartão de identidade, a minha nacionalidade (em contraste com a minha
cidadania) está registrada como judia, não como israelita. A nacionalidade
dos cidadãos não judeus de Israel está definida como árabe, russa, turca,
etc., mas a nacionalidade israelita não existe. Muitos israelitas, judeus e
árabes, na sua maioria militantes como eu pela paz, exigiram repetidamente
que o Estado reconheça a nacionalidade israelita. Uma vez mais, em 23 de Maio
de 2004, a Corte Suprema de Israel pronunciou­‑se contra. Definir-se
como Estado judeu dá a Israel um pretexto para discriminar todos os seus
cidadãos não­‑judeus.


A
ambiguidade que rodeia o tema da cidadania não se detém no plano legal,
apresenta-se em todas as manifestações da vida quotidiana. É evidente que,
inclusive se são elegidos para o Knesset [Parlamento israelita], o
pequeníssimo número de deputados árabes não tem o mesmo estatuto que o dos deputados
judeus, e os direitos dos cidadãos árabes não são os mesmos que os dos
cidadãos judeus. Ora bem, se a participação do movimento sionista e de Israel
nesta confusão é cínica, a da diáspora judia é sobretudo trágica. Frente às
ameaças que pesam sobre Israel, uma grande parte da diáspora manifesta um
apoio sem reservas ao Estado que encarna o “novo judeu” sionista e israelita
– grande, forte e orgulhoso – que substitui o judeu errante, débil e pálido,
que tinha aceite o seu destino sem luta. Por e em Israel, os judeus puderam
recuperar o seu orgulho e a sua confiança no futuro no seio de uma Europa e
de uns EU que os tinham abandonado à exterminação nazi.


Esta
identificação, esta lealdade, inclusive essa gratidão da diáspora a respeito
de Israel a levam com frequência a fechar os olhos e a guardar silêncio a
respeito das nefastas direcções que toma a política dos dirigentes
israelitas. E estes gozam desse apoio sem matizes, aproveitando toda a nova
manifestação de anti-semitismo para ocultar a sua rejeição da folha “de rota”
que leva ao reconhecimento de um Estado palestino. Os abomináveis atentados
vinculados com a segunda Intifada tenderam evidentemente a reforçar esse
reflexo de solidariedade. Mas pode­‑se, no entanto, desconhecer o facto
de que, desde 1967, “territórios” palestinos estão ocupados e que as colónias
judias não cessaram de multiplicar-se? É evidente que a nova onda de
anti-semitismo na Europa está estreitamente relacionada com o conflito
israelo-palestino, um abscesso de fixação que provoca reacções apaixonadas de
solidariedade nas comunidades judias bem como nas comunidades muçulmanas.


As
autoridades israelitas publicaram recentemente um panfleto intitulado “Como
combater o anti-semitismo” que, longe de reconhecer o carácter especificamente
territorial e político do conflito, cai precisamente na armadilha da amálgama
entre judeus, sionistas, israelitas, até chegar a não poder ver no conflito
mais do que aspectos de ordem religiosa. No entanto, Israel, como qualquer
outro Estado, pode ser louvado ou criticado pelas suas acções políticas,
enquanto que não existe uma política comum do povo judeu. Os judeus franceses
são em primeiro lugar judeus franceses, isto é, cidadãos e patriotas de um
país que não é Israel, seja qual for a sua solidariedade ou sua dilecção,
como dizia Raymond Aron.


Como
cidadão de Israel, quero sublinhar uma vez mais que um Estado não pode
aferrar­‑se a uma ideologia étnico-religiosa e, ao mesmo tempo,
queixar-se de ser vítima de temas religiosos de ódio. Israel é culpado de
várias formas de discriminação no terreno étnico para com os seus próprios
cidadãos árabes, e particularmente para com os 3,5 milhões de palestinos que
vivem sob a ocupação, para os quais todas as autoridades estrangeiras,
europeias, americanas, da ONU, reconheceram o direito à existência de um
Estado. Não compreendo que a maior parte da diáspora feche os olhos e guarde
silêncio a respeito da política a longo prazo de confiscação de terras, que
faz com que os palestinos israelitas possuam uns 3% da terra, ainda que
representem uns 20% da população. O problema já não é a existência de Israel,
mas a confusão entre o Estado e a religião da qual se reclama. Numerosos são,
ademais, os israelitas que desejam a transformação de Israel num Estado
multicultural, democrático e verdadeiramente laico. Muitos de nós cremos que
Israel não pode manter para sempre a identidade contraditória de um Estado
judeu e democrático. Estamos convictos de que o mundo interdependente de
manhã não pode tolerar a existência de Estados fundados numa superioridade
étnica ou na discriminação étnica ou religiosa. Não deveriam perguntar-se os
judeus da diáspora se podem apoiar um sistema político que não teriam aceite
jamais no seu país? Quantos deles aceitariam um Estado “cristão e democrático”
em que fossem vítimas de discriminações por ser judeus? Quantos tolerariam
uma “democracia moderna” em que a compra de terras reivindicadas pelo Estado
estivesse proibida para os judeus?


Dirijo­‑me à diáspora como
cidadão de Israel para pedir-lhe que não confunda a luta contra o
anti-semitismo – a luta contra toda a forma de racismo – com a defesa cega do
Estado de Israel. Seria necessário que os judeus da diáspora se mobilizassem
sem moléstia nem complexos – sem cair na armadilha que consiste em pensar que
a sua solidariedade com Israel está em perigo – a favor de negociações que
preservem as possibilidades desta paz e sem favorecer estratégias de poderio
manejadas desde faz demasiado tempo por Israel. Estar à cabeça deste combate
seria uma prova de solidariedade sã e racional, em lugar de crer que as
concessões feitas à política israelita constituem a única estratégia eficaz
contra o anti-semitismo.











_______________

*
Nascido no Quénia em 1954, Oren Medicks é um dos responsáveis da organização
israelita Gush Shalom (Bloco da Paz). Iniciou as suas actividades pacifistas em
1987 negando-se a obedecer, durante o seu período na reserva, durante a
primeira Intifada.
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MensagemAssunto: Re: Israel ataca Gaza após fim de trégua de militantes   Qui Mar 13, 2008 2:27 pm

A nacionalidade
dos cidadãos não judeus de Israel está definida como árabe, russa, turca,
etc., mas a nacionalidade israelita não existe. Muitos israelitas, judeus e
árabes, na sua maioria militantes como eu pela paz, exigiram repetidamente
que o Estado reconheça a nacionalidade israelita
.


Última edição por Vitor mango em Qui Mar 13, 2008 2:30 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Israel ataca Gaza após fim de trégua de militantes   Qui Mar 13, 2008 2:28 pm


O problema já não é a existência de Israel,
mas a confusão entre o Estado e a religião da qual se reclama. Numerosos são,
ademais, os israelitas que desejam a transformação de Israel num Estado
multicultural, democrático e verdadeiramente laico. Muitos de nós cremos que
Israel não pode manter para sempre a identidade contraditória de um Estado
judeu e democrático
.
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MensagemAssunto: Re: Israel ataca Gaza após fim de trégua de militantes   Qui Mar 13, 2008 2:36 pm


Quantos deles aceitariam um Estado “cristão e democrático”
em que fossem vítimas de discriminações por ser judeus? Quantos tolerariam
uma “democracia moderna” em que a compra de terras reivindicadas pelo Estado
estivesse proibida para os judeus
?
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MensagemAssunto: Re: Israel ataca Gaza após fim de trégua de militantes   Sex Mar 14, 2008 2:28 am

Gostaria de acrescentar a esta matéria o facto que o Mango nunca em qualquer Forum apoiou ou bateu palmas pela violência
Violência que é mais feroz da parte dos Judeus que da parta dos árabes
E Porque
Porque uma pedrada ou o atirar uma fisga faz menos mossa ( ou Moça ) que 4 milhões de bombas despejadas no Líbano pela aviação Judaica

Violência e cobardia é quando existe desigualdade de meios

Quando aos suicidas ...aí não comento porque fanatismo religiosos me passam ao lado
Aí eu poderia dizer
Ento os Judeus não vikeram para a Palestina porque o GOD deles os mandou ...e mataram tudo o que havia para matar ?

Sucede que tanto o Abbas como o Presidente do Líbano são pacifistas e conversam com os EUA
E pergunto
O que ganharam com isoo ?
No Libano foi a Europa que mandou para la soldados da pax
A América utiliza os Judeus como cães de guarda ferozes para lhes defender os interesses do petróleo
E mata também ...como matou 265000 Iraquianos sem apelo nem agravo
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