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 Afeganistão

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ypsi



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MensagemAssunto: Afeganistão   Seg Out 15, 2007 1:55 pm


A outra guerra no Afeganistão


No Afeganistão, um paí­s onde ninguém se lembra do que é viver em paz, a guerra deste homem é outra, contra a heroí­na.
Vários homens juntam-se para combater contra o mesmo inimigo, a toxicodependência. Ou entregarem-se nas suas garras.
Vivem neste edifí­cio abandonado e degradado, no centro de Cabul, dormem no chão e partilham o ví­cio e a desgraça.
Em Cabul a heroí­na vale 5 mil a 20 mil dólares o quilo. Mas pode ser vendida depois, no mercado negro, a 300 dólares, dinheiro que depois alimenta a corida ao armamento.

15 Outubro 2007
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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Seg Out 15, 2007 4:10 pm

Doenca grave e o ESTADO-DEPENDICISMO!!!
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ypsi



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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Sex Nov 23, 2007 7:57 am

Afeganistão
Talibãs estão a voltar a controlar o país


Os talibãs já contam com presença permanente em 54% do território do Afeganistão e o país corre sério risco de cair totalmente nas mãos dos rebeldes, revela um relatório do Senlis Council, um centro de estudos independente que integra a Rede de Fundações Europeias e possui experiência na região.

Apesar dos milhares de soldados da NATO e dos milhões de dólares investidos no país, os talibãs controlam cada vez mais partes do território, «incluindo zonas rurais, algumas capitais de distrito e comunicações importantes».

Segundo o relatório, os combatentes exercem um «significativo controlo psicológico e ganham cada vez mais legitimidade aos olhos dos afegãos, povo com um longo histórico de mudanças de aliança e de regime».

Segundo o Senlis Council, o território controlado pelos talibãs não parou de crescer e a linha de fronteira está cada vez mais perto da capital, Cabul.

A questão, de acordo com o relatório, não é se os talibãs chegarão a Cabul, mas «quando (...) e de que forma».

O seu objectivo de reconquistar a capital em 2008, muitas vezes declarado, parece «mais viável do que nunca», referem os autores do relatório, que advertem também que cabe à comunidade internacional «pôr em prática uma nova estratégia antes que seja tarde demais».

O grupo salienta que a Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF), dirigida pela NATO e formada actualmente por 40 mil soldados, deveria no mínimo duplicar.

Seria preciso ainda incluir na força conjunta militares de nações muçulmanas, assim como de países-membros da NATO que se negaram até à data a contribuir para este esforço comum contra os talibãs.

O relatório do Senlis Council vai de encontro ao de outro da organização humanitária Oxfam enviado ao Parlamento britânico. De acordo com a entidade, a situação da segurança no Afeganistão piorou de modo significativo e a corrupção tanto do Governo central como da administração local apenas agrava os problemas.

A Oxfam afirma que são necessárias medidas urgentes para impedir que milhões de pessoas enfrentem um desastre humanitário como o registado na África Subsaariana.

Apesar de o Afeganistão ter recebido mais de 15 mil milhões em ajuda desde 2001, o dinheiro não seria destinado a projectos que contribuam para melhorar a vida dos cidadãos, critica a Oxfam.

Segundo a organização, pelo menos 1.200 afegãos morreram este ano, metade dos quais em operações internacionais ou das forças do Governo de Cabul.

O Afeganistão sofre quatro vezes mais ataques aéreos por parte das forças internacionais que o Iraque, diz a organização.

Diário Digital - 22-11-2007
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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Sex Nov 23, 2007 8:03 am

Organização civil admite tomada de Cabul pelos taliban

A questão "não é saber se os taliban chegarão a Cabul, mas quando e de que forma tomarão a capital do Afeganistão," afirma o mais recente relatório da Senlis Council, um centro de estudos independente que faz parte da Rede de Fundações Europeias, acrescentando que, nesta altura, os taliban estão presentes em 54% do país e que todos os dias alargam a sua capacidade de influência política, social e militar.

Também a Oxfam, fundação britânica criada em 1942, alerta para a deterioração da situação, sobretudo em matéria de insegurança e corrupção.

Afirma a Senlis Council que, mau grado a forte presença militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e dos biliões de dólares investidos no país, os taliban estão cada vez mais fortes a ponto de dominarem algumas capitais de distrito.

As forças da OTAN bem como o Governo afegão dão pouca credibilidade a estas informações (ver caixilho), considerando mera propaganda "a suposta influência dos taliban no país", segundo fonte do Governo de Cabul. Apesar disso, os guerrilheiros mantém que a capital será tomada em 2008.

Será isso possível? No dizer da Senlis Council, se a comunidade internacional não alterar a estratégia militar, política e sobretudo social, um dia destes o Mundo acordará com a notícia de que os taliban tomaram Cabul.

A Senlis Council considera que a Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF), dirigida pela OTAN e que também integra militares portugueses, só poderá inverter a situação se duplicar o número de efectivos que, nesta altura é 40 mil.

Também o Parlamento britânico recebeu da Oxfam um relatório similar do ponto de vista militar que, contudo, acrescenta acusações ao Governo afegão relativamente ao aumento da corrupção. Fazendo o contraponto com os biliões de dólares em ajuda enviada para o Afeganistão desde 2001, a Oxfam afirma que a população continua a viver na miséria.

Recorde-se que, de acordo com fontes militares na região, nesta altura os ataques aéreos das força da OTAN são quatro vezes mais do que os levados a efeito pela coligação internacional no Iraque.

OTAN diz o contrário

O presidente afegão, Hamid Karzai, o secretário- -geral da OTAN (que se encontra no país), Jaap de Hoop Scheffer, e o general português Carlos Branco, porta-voz da ISAF, refutaram e lamentaram as advertências da Senlis Council. Karzai salienta que o país fez substanciais progressos desde a queda dos taliban, em 2001, embora admita "que há regiões nas mãos deles". Por sua vez, Scheffer reconheceu que "há situações do país onde a situação é tensa, embora a realidade seja muito diferente da revelada pela Senlis Council. Carlos Branco afirma que "os taliban controlam alguns distritos, mas sem continuidade territorial", explicando que eles "movem-se em zonas onde a presença das forças de segurança é fraca e frequentemente partem antes das chegadas de reforços". Céptico quanto ao regresso dos taliban a Cabul, o general português diz que "a cidade não dá a impressão de estar prestes a ser tomada".

JN
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ypsi



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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Sab Nov 24, 2007 5:03 am

Afeganistão
Soldado português morre em acidente com blindado em Cabul


A morte do militar ocorreu durante uma patrulha nos arredores da capital afegã e a sua família já foi avisada. Segundo fonte ligada ao EMGFA não houve mais nenhuma vítima a lamentar.


O acidente aconteceu nos arredores de Cabul.

Um soldado português em missão no Afeganistão morreu num acidente rodoviário com um blindado durante uma patrulha nocturna nos arredores de Cabul, disse à Lusa uma fonte do Estado Maior-General das Forças Armadas (EMGFA).

O soldado que morreu é Sérgio Miguel Vidal Oliveira Pedrosa e a família do militar já foi informada da situação pelo EMGFA. Nenhum outro soldado ficou ferido neste acidente.

O acidente ocorreu durante a madrugada de hoje, pelas 3:00 (22:30 de sexta-feira em Lisboa) no decurso de uma deslocação uma coluna de viaturas militares da Força Nacional Destacada, a sul de Cabul, quando uma das viaturas capotou, provocando a morte do soldado português.

Expresso - 24-11-2007
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ypsi



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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Seg Nov 26, 2007 2:53 pm

Embaixador dos EUA lamenta decisão portuguesa de reduzir contingente


O embaixador dos Estados Unidos em Lisboa lamentou hoje o anúncio de uma redução do contingente militar português no Afeganistão e acusou o governo de se preocupar mais com as sondagens do que com a segurança global

«Fiquei profundamente preocupado quando soube dos planos de Portugal para reduzir os seus esforços em prol da jovem democracia afegã» , disse Alfred Hoffman, que cessa sábado funções diplomáticas em Lisboa, no seu último discurso num almoço da Associação de Amizade Portugal-EUA.

«Mas não posso dizer que fiquei completamente surpreendido, uma vez que os líderes europeus parecem mais intimidados pelas sondagens do que determinados a convencer as suas opiniões públicas da importância da luta no Afeganistão» , prosseguiu, num discurso em que começou por se afirmar disposto a passar por cima das «cortesias diplomáticas» e falar dos assuntos que realmente interessam aos dois países.

Alfred Hoffman citou a propósito uma sondagem do German Marshal Fund segundo a qual 65 por cento dos europeus acham importante contribuir para o esforço de reconstrução do Afeganistão mas só 30 por cento consideram que as operações de combate contra os talibãs devem prosseguir.

A 31 de Outubro, o ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, anunciou no Parlamento a redução do contingente militar português na força da NATO no Afeganistão, actualmente de 162 militares, para uma equipa de 15 militares e um avião C-130 em Agosto de 2008.

Evocando a visita a Washington do primeiro-ministro português, José Sócrates, e «o agradecimento público do presidente George W. Bush por tudo o que Portugal tem feito na guerra contra o terrorismo e especificamente o seu empenho no Afeganistão», Alfred Hoffman disse-se «muito esperançado» em que Portugal reverta essa decisão.

«Virar as costas aos afegãos neste momento da sua luta será o mesmo que os abandonar, assim como aos nossos princípios e à nossa própria segurança» .

Após a intervenção, o embaixador norte-americano disse ter dado conhecimento desta sua posição às autoridades portuguesas e ter recebido, como explicação, que Portugal «está a pensar mudar a natureza da sua presença no Afeganistão».

«Eu consigo compreender isso mas a minha expectativa é que, quando decidirem substituir o contingente que têm, o substituam com um empenho equivalente de forças que permita preencher as necessidades no terreno, quer seja para operações de combate quer para a reconstrução do país» , disse.

«Essa possibilidade ficou em aberto mas, para mim, deixar essa possibilidade em aberto não é o mesmo que dizer vamos substituí-los» , concluiu.

Lusa / SOL
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Seg Nov 26, 2007 3:00 pm

Mami escreveu:
Embaixador dos EUA lamenta decisão portuguesa de reduzir contingente


O embaixador dos Estados Unidos em Lisboa lamentou hoje o anúncio de uma redução do contingente militar português no Afeganistão e acusou o governo de se preocupar mais com as sondagens do que com a segurança global

«Fiquei profundamente preocupado quando soube dos planos de Portugal para reduzir os seus esforços em prol da jovem democracia afegã» , disse Alfred Hoffman, que cessa sábado funções diplomáticas em Lisboa, no seu último discurso num almoço da Associação de Amizade Portugal-EUA.

«Mas não posso dizer que fiquei completamente surpreendido, uma vez que os líderes europeus parecem mais intimidados pelas sondagens do que determinados a convencer as suas opiniões públicas da importância da luta no Afeganistão» , prosseguiu, num discurso em que começou por se afirmar disposto a passar por cima das «cortesias diplomáticas» e falar dos assuntos que realmente interessam aos dois países.

Alfred Hoffman citou a propósito uma sondagem do German Marshal Fund segundo a qual 65 por cento dos europeus acham importante contribuir para o esforço de reconstrução do Afeganistão mas só 30 por cento consideram que as operações de combate contra os talibãs devem prosseguir.

A 31 de Outubro, o ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, anunciou no Parlamento a redução do contingente militar português na força da NATO no Afeganistão, actualmente de 162 militares, para uma equipa de 15 militares e um avião C-130 em Agosto de 2008.

Evocando a visita a Washington do primeiro-ministro português, José Sócrates, e «o agradecimento público do presidente George W. Bush por tudo o que Portugal tem feito na guerra contra o terrorismo e especificamente o seu empenho no Afeganistão», Alfred Hoffman disse-se «muito esperançado» em que Portugal reverta essa decisão.

«Virar as costas aos afegãos neste momento da sua luta será o mesmo que os abandonar, assim como aos nossos princípios e à nossa própria segurança» .

Após a intervenção, o embaixador norte-americano disse ter dado conhecimento desta sua posição às autoridades portuguesas e ter recebido, como explicação, que Portugal «está a pensar mudar a natureza da sua presença no Afeganistão».

«Eu consigo compreender isso mas a minha expectativa é que, quando decidirem substituir o contingente que têm, o substituam com um empenho equivalente de forças que permita preencher as necessidades no terreno, quer seja para operações de combate quer para a reconstrução do país» , disse.

«Essa possibilidade ficou em aberto mas, para mim, deixar essa possibilidade em aberto não é o mesmo que dizer vamos substituí-los» , concluiu.

Lusa / SOL


$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ (natemos )

Pois
Aquilo nao interessa a ninguem
pedras pó e caca
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ypsi



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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Seg Nov 26, 2007 3:24 pm

Vitor mango escreveu:

$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ (natemos )

Pois
Aquilo nao interessa a ninguem
pedras pó e caca


Muito atraso, muita pobreza, burkas, crianças de olhar triste....

E não sei porquê, mas atrai-me conhecer o Afeganistão.

Claro que isto é só sonho.


Ui ka medo que eu tinha de lá ir .... affraid affraid affraid
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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Seg Nov 26, 2007 6:13 pm

REALMENTE ,nao da para entender!!!! Os EUROPEUS, sao so PATOIS!!! Na hora H, nickles!!! So servem para dar OPINIAO e mais NADA!!!
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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Ter Nov 27, 2007 12:38 pm





Descansa em Paz

Citação :
Mais de duas mil pessoas, entre as quais mais de uma centena de militares, concentraram-se hoje na Igreja de Crestuma, em Gaia, para prestar homenagem ao pára-quedista Sérgio Pedrosa, que faleceu no Afeganistão em consequência de um acidente de viação, 27 de Novembro 2007.
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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Ter Nov 27, 2007 1:47 pm

realmente, NAO FICA BEM A PORTUGAL. O POBRE morreu de um acidente e ja querem sair do AFGANISTAO!!! IMAGINO se nao existisse os USA!!!Isso e coisa de FRANCESES!!!
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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Ter Nov 27, 2007 2:03 pm

RONALDO ALMEIDA escreveu:
realmente, NAO FICA BEM A PORTUGAL. O POBRE morreu de um acidente e ja querem sair do AFGANISTAO!!! IMAGINO se nao existisse os USA!!!Isso e coisa de FRANCESES!!!

E se não fose estúpido, pelo menos respeitava a morte de um seu compatriota (caso seja mesmo Português).

Era o mínimo, que se pedia.

E se não fosse iletrado, já tinha percebido o porquê da redução do contigente Português, apontado para agosto de 2008.
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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Ter Nov 27, 2007 3:04 pm

CLARO que respeito e sou tao ou mais portugues do que voce!!! MAS o motivo de sair do AFGANISTAO? QUEREM O TALIBA de volta?Entao e o que? EXPLIQUE QUE E tao esperto!!
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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Ter Nov 27, 2007 3:29 pm

Quer resposta, vá á procura Exclamation
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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Ter Nov 27, 2007 3:36 pm

Nao respondeu!!! QUEREM O TALIBA DE VOLTA?
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Qua Nov 28, 2007 2:08 am

AMERICANO escreveu:
Nao respondeu!!! QUEREM O TALIBA DE VOLTA?

Caro Americano eu respondo por todos
O aue se passou foi que a America tevbe permissão da ONU para invadir o Afeganistao e matar os turras qb
Só que o Afeganistão nao tinha petroleo
e o Iraque tinha
e a RICE Chenney e sus muchachus enfiaram lo barrete ao Durão e aoo mundo com as armas macias qjue havia no Iraque
Ora todo o mundo foi embarretado
Logo a malta ficou sentida e ac ha que nada devemos aos americanos porque nos mentiram
Eles que morram no Afeganistão
ahhhh mas os talibans ?
Os tabilans andam danados com os Judeus e á america
A america protege e da armas aos Judeus para manterem um estado artificial que tinha 40.000 judeus e Hoje tem 4 milhões ...vindos do Ku de Judas e ocuparam um lugar onde vivia, ops Islões
Logo a cagada e bortrada americana teem que ser eles a pagar
Nada mais claro
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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Qua Nov 28, 2007 4:02 am

Afeganistão: Ataque americano mata civis

Uma bomba lançada por um avião militar norte-americano causou a morte a pelo menos 12 operários afegãos que construíam uma estrada na região Nordeste do Afeganistão, revelou esta quarta-feira o governador local.

“Até agora, contámos 12 pessoas mortas na sequência do bombardeamento”, afirmou Tameem Nooristani, governador da província de Nooristan, acrescentando que as vítimas “eram todas pobres e inocentes trabalhadores”.

Este incidente vem aumentar ainda mais os ressentimentos afegãos contra a presença das forças internacionais no país. O aumento das mortes de civis já levou o presidente afegão, Hamid Karzai, a lançar um alerta à NATO para a necessidade de as evitar.

CM
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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Qua Nov 28, 2007 8:38 am

Sao uns bebes choroes!!!! LAGRIMAS DE CROCODILO!!!!
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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Qua Nov 28, 2007 11:03 am

A NATO esta no AFGANISTAO!!! E PORTUGAL faz parte da NATO!! Wink
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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Qua Nov 28, 2007 4:45 pm

A entrada dos EUA no Afganistão começou por ser apoiada pela generalidade dos países democráticos e foi percebida pela generalidade dos seus cidadãos. Compreendia-se a reacção americana em face do ataque que a Al-Caida tinha desferido contra os EUA e entendia-se então que era necessário destruir a organização que se acoitava no Afganistão. A NATO não teve objecções nenhumas e contribuiu com contingentes militares para ajudar os EUA a destruirem a organização Al-Caida e os seus apoiantes.
Todavia, parece que nem os EUA nem a NATO perceberam o inimigo contra o qual se batiam.
Foi assim que, desencadearam represálias militares numa perspectiva de guerra convencional esquecendo-se de que o inimigo não constituia um exército organizado mas um conjunto de várias guerrilhas, cujos elementos se misturam com as populações.
Por outro lado, os países da NATO participantes neste esforço de guerra, com raras excepções, sendo Portugal uma delas, assumiram para si que estavam a defender cada um a sua capelinha, recusando-se a colaborar nas missões de uns e outros impossibilitando uma acção comum.
A partir daqui, era de esperar que que a Al-Caida se fortalecesse e os "talibans" aproveitassem as tergiversações dos comandos aliados para avançarem. É assim que eles estão a avançar e a criar tais dificuldades às forças da NATO que, se não mudarem de estratégia terão que bater em retirada como já em tempos aconteceu com a União Soviética.
Talvez constitua uma "cura" para tanta inépcia.
Se os países da NATO não queriam aceitar um comando unificado, nunca deveriam ter caminhado para o Afganistão. O que foram lá grangear foi descrédito.
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MensagemAssunto: Re: Afeganistão   Qui Nov 29, 2007 11:48 pm

Ben Laden exige a europeus que deixem o Afeganistão



A televisão Al-Jazeera transmitiu, ontem, uma cassete audio do chefe da Al-Qaeda dirigida aos europeus e na qual Ussama ben Laden exige o fim das operações militares no Afeganistão, cujo povo iliba de qualquer responsabilidade nos atentados nos Estados Unidos.

"A América obstinou-se em invadir o Afeganistão (embora os afegãos nada tenham tido a ver com os atentados do 11 de Setembro de 2001). A Europa seguiu-lhe os passos", afirma Ben Laden e adianta: "Convém que peçam aos vossos dirigentes, que se acotovelam diante da Casa Branca, que actuem de forma consequente para acabar com a injustiça imposta aos oprimidos."

Ben Laden voltou a assumir a responsabilidade pelos atentados de 11 de Setembro em Nova Iorque e em Washington, ao mesmo tempo que ilibava o Afeganistão: "A verdade é que os acontecimentos de Manhattan (Nova Iorque) foram a resposta aos massacres pela aliança americano-israelita do nosso povo na Palestina e no Líbano. Sou o responsável. Todos os afegãos, governo e povo, não tiveram qualquer conhecimento [disso]."

O chefe da Al-Qaeda acusou ainda os países que participam na guerra no Afeganistão de visarem "as mulheres, as crianças e os civis", não respeitando a "ética da guerra".

O Departamento de Estado dos EUA rejeitou o apelo feito aos europeus por Ben Laden, na opinião de quem "o avançado americano está prestes a perder terreno. Vão partir."

A guerra contra o terrorismo "vai exigir um compromisso a longo prazo", disse, por seu turno, o porta-voz do Departamento de Estado.

DN - 30-11-2007
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