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 Judeu no leito da morte

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MensagemAssunto: Judeu no leito da morte   Dom Abr 06, 2008 3:03 pm

Deitado no leito de morte, o Judeu agonizante chama o filho mais velho, tira um antigo relógio do bolso com dificuldade e diz:

- Filho... Vês este relógio?

- Sim, Pai... - responde o filho, com lágrimas nos olhos.

- Era do meu Bisavô! - continuou o Pai -

Depois passou para o meu Avô... depois para o meu Pai... depois para mim... e agora chegou a tua vez...

Queres comprar?



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MensagemAssunto: Re: Judeu no leito da morte   Dom Abr 06, 2008 3:10 pm

outra de judeus !



O pai diz para o filho:

- Quando vires um judeu a saltar do 5º andar sem paraquedas, salta tambem que provavelmente é um bom negocio.


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MensagemAssunto: Re: Judeu no leito da morte   Dom Abr 06, 2008 3:12 pm

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O que eu gosto do presidente e que ELE nao DESCRIMINA!!! E JUDEU , E ARABE ...............................
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MensagemAssunto: Re: Judeu no leito da morte   Dom Abr 06, 2008 3:19 pm

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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Judeu no leito da morte   Seg Abr 07, 2008 1:42 am

Meus caros amigos
Eu nasci na terra mais extremista de Portugal
Por aqui só havia Jesuitas ou judeus ( Leiria ) e ambos deixaram marcas
Jesuita é um forreta capaz de vender a avo por 2$5= e o Jesuita capaz de bater com a mão no peito e f**** na proxima esquina o irmão mais velho
assim nada melhor que meter historias arabes ...porque todos nós carregamos com sangue arabe
===========================================
Professor lança tradução de contos árabes

O
descendente de libaneses e professor da Universidade de São Paulo,
Mamede Mustafa Jarouche, lançou o livro 'Histórias para ler sem pressa'
pela Editora Globo. A obra reúne a tradução do árabe para o português
de 30 historietas e anedotas árabes antigas.


Isaura Daniel
isaura.daniel@anba.com.br
São Paulo – O professor de Língua e Literatura Árabe da Universidade
de São Paulo (USP), Mamede Mustafá Jarouche, lançou no final de
fevereiro a sua sexta tradução do árabe para o português. Desta vez o
descendente de libaneses, que tem em seu currículo a publicação em
português do famoso clássico Livro das mil e ma noites, lançou um livro
de contos. A obra se chama “Histórias para ler sem pressa”
e foi
publicada pela Editora Globo. São 30 contos curtos definidos pelo
próprio autor como “anedotas e historietas”.
O embrião do livro nasceu ainda na década de 90, quando Jarouche
começou a lecionar na USP. Na época ele fez um trabalho com sua classe
de alunos sobre uma antologia de textos árabes antigos e para isso, os
traduziu. O motivo da tradução era o estudo da língua árabe. Os textos
acabaram caindo na mão de um amigo seu, Joaci Pereira Furtado, doutor
em História, que é coordenador editorial da Globo. Furtado quis
publicá-los e Jarouche, então, selecionou alguns desses contos,
escolheu outros e os transformou em livros.


Um dos contos, por exemplo, relata a história de um homem que foi
expulso de Meca para o Monte Arafat porque promovia encontros entre
homens e mulheres regados a bebida. O homem sugeriu a seus antigos
clientes que continuassem indo aos encontros, mas no Monte Arafat, e
montados em asnos. E foi o que eles fizeram. Mas foram tantas pessoas
ao local que o governo ficou sabendo. Para provar o delito, os asnos
foram largados no monte. Eles se dirigiram sozinhos até a casa do homem
e com isso o crime foi provado.
Prestes a ser castigado, porém, o homem disse ao governador: “Por
Deus que o que mais me dói é que o povo do Iraque zombe de nós e ria às
nossas custas dizendo: o povo de Meca considera lícito o testemunho dos
asnos!”. O governador, então, conta a história, riu e liberou o homem.
A história é uma das 30 do livro de Jarouche e chama-se “Os asnos
por testemunhas”. De acordo com o tradutor, não há intenção, na obra,
de mostrar como vivia a sociedade árabe a época, mas as histórias
acabam mostrando, por exemplo, elementos como a mentalidade, o
imaginário e a escala de valores.
Jarouche explica que as anedotas e historietas curiosas se
constituem num dos fundamentos da retórica da prosa em árabe. A maioria
dos contos do livro do professor da USP tem uma página. Eles foram
traduzidos direto do árabe. Todas as publicações de Jarouche, aliás,
são do árabe para o português.
Ele tem pós-doutorado na área de Literatura pela Universidade do
Cairo, no Egito, e doutorado em Letras pela USP. A graduação, em
Letras, ele também fez na USP. Jarouche já recebeu vários prêmios
literários por traduções. Um dos mais reconhecidos foi o Prêmio Jabuti,
da Câmara Brasileira do Livro, em 2006, pela tradução do Livro das
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Judeu no leito da morte   Seg Abr 07, 2008 1:48 am

meus caros manos e manas
Toda a região de Montemor O Velho que o Mango conhecia como a suas mãos dado que geria a maior propriedade local que ate tinha uma " capela " árabe mesmo junto ao rio Mondego
Tinha historias fantásticas entre os amores de cristãos e mouras encantadas
Estas foram-me passadas por "Diz Tintas " Historiadoras da UC onde os Mango as conhecia dos bacanais culturais que fazia na sede do tasco ( bons tempos ) ...alias a nossa mana X ate conhecia alguns membros que assistiam ao laudo festim cujo nome não vou colocar aqui porque alguém pode ir ao Google e mamar a informação
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Judeu no leito da morte   Seg Abr 07, 2008 1:50 am

Um garotão 25 anos, boa pinta, passou no concurso
para Juiz e foi mandado pra uma cidadezinha lá no
sertão. Ao chegar na cidade, foi logo avisado:
- Doutor, aqui tem um problema. Não tem mulher na
cidade. Quando o senhor quiser afogar o ganso, tem que ir
lá pra beira do rio.
O jovem juiz, mantendo a pose, disse que não havia
necessidade. Mas passando três meses o tesão foi
aumentando e o juiz não aguentou. Botou a sua melhor
roupa e foi pra beira do rio. Chegando lá, deparou-se
com uma fila de homens e uma jumentinha. Ante a
presença do juiz, o povo abriu caminho:
- Olha o doutor ai! Pode passar doutor.
Diante de tanta gentileza e tamanho tesão, o juiz
não titubeou:
Abaixou as calças e ..crau... na pobre jumentinha. Foi
quando escutou um oooohhhh..... Vindo da fila e um homem
exclamou:
- Doutor, a jumenta e só pra atravessar o rio. O
puteiro e do outro lado!
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Judeu no leito da morte   Seg Abr 07, 2008 1:55 am

O Humor Árabe


Extraído de


LAUAND, L. J Provérbios e Educação Moral - a filosofia de Tomás de Aquino e a pedagogia árabe do mathal), São Paulo, andruvá
(HotTopos) , 1997 e LAUAND, L. J. (org.) e Oriente & Ocidente X- O Bom-Humor Bíblico e outros estudos, São Paulo, DLO-FFLCHUSP / Edix, 1995.


Característica do humor árabe (e do humor semítico em geral) é o apreço pela engenhosidade e pela astúcia: é uma constante nos provérbios, nos contos, nas anedotas.

Assim, por exemplo, o escritor Abu Nuwas - em seu relacionamento com o califa Harun Ar-Rashid - é uma das personificações da sagacidade, celebrada em diversos relatos, como o seguinte: Harun Ar-Rashid, passeando um dia com Abu Nuwas, pediu-lhe uma ilustração do antigo provérbio "A desculpa foi pior do que a falta", que lhe parecia demasiadamente abstrato. Abu Nuwas aproximou-se do califa com um sorrisinho malicioso e deu-lhe um maroto beliscão no braço. O califa, indignado, interpelou-o:

"Não me lembro, ó insensato, de ter-te permitido tais liberdades". Ao que Abu Nuwas imediatamente respondeu: "Perdão, Majestade, não vi que era o senhor; pensei que fosse a rainha".


Na verdade, para os árabes, qualquer episódio que encerre argúcia, consubstancia-se em fórmula de uso comum, como é o caso, por exemplo, do provérbio libanês: "Eu não tenho medo do alif, mas do que vem depois!".

A sentença (ou sua primeira metade) aplica-se a inúmeras situações em que alguém se recusa a começar algo por temor do desenvolvimento que aquilo possa vir a ter. É resposta negativa ante certas insistências: "Vamos lá, um copinho só...", ou "Por que você não aceita, só até aparecer outro, ser síndico de nosso prédio?" etc. O provérbio originou-se no caso de um garoto, recém-enviado à escola, que se recusava terminantemente a aprender a ler, resistindo-se a pronunciar ou escrever o alif (a primeira letra do alfabeto). O professor comunica o fato ao pai que, após infrutíferas repreensões, dirige-se docemente ao menino: "Meu filho, por que essa teimosia? O alif não vai te fazer nenhum mal, por que você tem medo do alif?".
E o garoto respondeu: "Eu não tenho medo do alif, eu tenho medo é do que vem depois...".


Continuemos com o humor dos provérbios. De acordo com as necessidades de sua sociedade, o árabe fulmina com divertidos provérbios os abusos que dificultam a convivência:



- Há quanto tempo...! - Claro, você não vai à mesquita, e eu não vou ao cabaré...


-Ôpa! Não é porque eu disse 'Enterre-me' que você vai pegar a pá" [Frha, 146].

(É bem conhecido o espírito de acolhimento oriental e suas desconcertantes - sobretudo para padrões europeus nórdicos - manifestações de carinho (por palavras ou por gestos) em fórmulas que, para o ocidental, parecem exageradas. O Alcorão prescreve, por exemplo (IV, 86), retribuir uma saudação com outra mais intensa ou, pelo menos, não inferior (naturalmente, a reação em cadeia deflagrada por um simples "Bom dia" pode durar uma eternidade). Nesse sentido, Cristo, que tão bem sabe valorizar a hospitalidade e as formas humanas de acolhimento (cfr. p. ex. Lc 7, 44 e ss.), tem que recomendar aos discípulos enviados em missão: "A ninguém saudeis pelo caminho" (Lc 10, 4). É um problema de aproveitamento do tempo em uma missão urgente! Neste campo das saudações e das manifestações de carinho, o refinado Oriente está a anos-luz de distância do primário Ocidente... Por exemplo, o ocidental, ante uma visita que se despede, diz (quando uito): "Vê se aparece!" (com o que - consciente ou inconscientemente - parece afirmar: Nós somos pessoas muito importantes, interessantes, bonitas ... e autorizamos você - que não é nada disso... -, a vir ver-nos, pois, nós, além do mais, somos também generosos etc.). Já o oriental
despede-se da visita dizendo: Ismah lana nashufak! - "Permita que nós o vejamos" (você é o importante, etc. etc...).
Evidentemente, o exagero das formas (que, em todo caso, no Oriente, não é mero formalismo) requer o necessário corretivo do bom humor dos provérbios. Assim, uma das fórmulas mais fortes de manifestar o carinho é Taqbarny, "Enterre-me!"
(com o que se diz: eu quero que você sobreviva a mim, eu não saberia viver sem você etc.) é temperada por esse mathal).


Ainda contra os abusos da hospitalidade, este outro provérbio:


-Ôpa! Tá certo que dissemos 'A casa é sua!', mas não precisa trancar a porta e levar a chave".

E para prevenir contra os que se aproveitam interesseiramente da amizade:


Meu amigo, meus olhos, luz da minha vida! mas... longe de minha bolsa! [Frha, 2124].

A formulação divertida dos provérbios, além do mais, auxilia a memória. É freqüente, nesse sentido, que provérbios resumam - em uma frase - longas histórias ou anedotas e façam a ligação com outros tipos de amthal: provérbio - fábula; provérbio - parábola etc. Assim, um popularíssimo provérbio em todo o mundo árabe é, na verdade, o desfecho de uma fábula do Kalila e Dimna:


O corvo quis imitar o passo (elegante) da perdiz e perdeu o seu.

Falávamos da defesa contra abusos de hospitalidade. Ainda dentre os provérbios ligados a episódios, encontramos contra os abusos do juramento:


"Mão na massa, Leila!"

(O Oriente, o juramento. A cada passo, por qualquer ninharia, jura-se. Jura-se pelas barbas do profeta, pelo amor dos meus filhinhos, pela luz dos olhos, pelo sol e pela lua, pela manhã e pela noite, pelo Alcorão e pela Bíblia... O árabe, a emoção, o pranto. O exagero. Os acalorados juramentos não deixam de ser suspeitos, mas como defender-se da chantagem emocional que, por vezes, eles veiculam? Como não perder a lucidez e detectar a eventual falta de credibilidade de que podem ser portadores? A distância crítica, para manter a objetividade, tem uma grande defesa: a do bom humor, avalizado por este antigo provérbio que, no original, contém apenas duas palavras.
Trata-se do proverbial episódio do beduíno que roubara um saco de farinha. Ante o juiz, foi-lhe exigido um juramento de inocência. Sem pestanejar, ele jurou, pensando consigo mesmo: "Leila, minha mulher, pode, perfeitamente, estar fazendo pastéis, agora, com aquela farinha. Farinha roubada, Deus é testemunha, eu não tenho").


E contra os abusos dos importunos:


(#76) "Cospe a pedrinha, Mansur!" [Frha, 959].

(Frase que se tornou proverbial. Mansur era um "boca-suja",
sacristão do bispo, o qual tentava, em vão, corrigir-lhe a linguagem, permeada constantemente de palavrões. Até que lhe ocorreu a eficiente sugestão de que Mansur mantivesse uma pedrinha na boca para ajudá-lo a lembrar-se de evitar expressões indecorosas. Num dia de intenso calor, o bispo percorria a estrada - a pé, acompanhado por Mansur - fazendo suas visitas pastorais, quando ouviu uma velha que chamava por ele,
insistentemente, do alto de um morro. Quando acabou de subir a penosa encosta, a velha explicou que o chamara para abençoar sua ninhada de pintinhos... O bispo, enquanto passava o lenço na testa, voltou-se para Mansur - também ele furioso... -, dizendo:
"Tudo bem, Mansur, pode cuspir a pedrinha!").


O humor árabe criou também o popularíssimo personagem Jiha, que concentra em si, dezenas de anedotas e casos divertidos (algo semelhante a nosso Pedro Malazarte ou ao aluno "Joãozinho", personagem de piadas referentes a escola).
Como tipo de variadas situações cômicas, Jiha não deixa de apresentar uma certa ambigüidade: se muitas vezes é o tipo do tolo, egoísta e importuno é, freqüentemente também, o esperto.


É o caso dos seguintes relatos:

http://www.hottopos.com/piadas/images/Squiggle5045.gif" style="width: 15;height: 11" border="0"> Cobiçando as belas sandálias novas de Jiha, os companheiros de caminho, ao avistarem uma grande árvore, desafiam-no: "Vamos ver se você é capaz de escalar essa árvore".
Jiha descalça-se e, pondo as sandálias no bolso, diz-lhes: "Levo comigo as sandálias para o caso de encontrar um atalho lá em cima e poder continuar caminhando".




É hora da prece na mesquita, os fiéis esperam ansiosamente o imam, que não vem. Alguns sugerem que um dos assistentes se encarregue do serviço divino e a escolha recai sobre Jiha.



Jiha, desprevenido, recorre a todas as desculpas, roga pelo amor de Allah que o deixem em paz, mas em vão: é tal a insistência que Jiha sobe ao minbar, e dirige-se à comunidade:


- Irmãos, que posso ensinar-vos hoje?


- Não sabemos, não temos conhecimentos!, respondem os fiéis em uníssono.


- Então devo pregar a animais? Nesse caso, ide embora, instruí-vos e da próxima vez ouvireis o imam.


E desceu do minbar e foi-se embora. Os fiéis deliberam e combinam: da próxima vez, quando ele perguntar, alguns responderão negativamente, enquanto outros responderão que sim, que sabem o tema escolhido para a pregação de Jiha.


E, de fato, o imam falta mais uma vez e, de novo, forçam Jiha a subir ao minbar.


- Sabeis o que vou ensinar-vos hoje?


Conforme o combinado, alguns dizem "sim!", enquanto outros dizem "não!".


Jiha, responde sem hesitar:


- Bem, já que muitos de vós o sabeis, instruí os ignorantes e todos ficarão em igualdade de condições...


E só voltou à mesquita nos dias em que viu entrar o imam.


Sendo a engenhosidade um dos temas semíticos prediletos, a tradição árabe também está repleta de histórias e anedotas sobre falsos profetas. A astúcia do falso profeta (ou a de quem o desmascara...) é uma das milenares constantes do humor árabe.


Um homem proclamou-se profeta. Chama-o à sua presença o Califa Al Ma`mun:


- Que sinal fazes?


- Qualquer coisa que o Califa deseje, é só pedir.


- Muito bem. Tens aqui um cadeado. Abre-o!


O "profeta", indignado, sai-se com esta:


- Mas, senhor, eu sou um profeta e não um chaveiro!


O mesmo Al Ma`mun interroga outro que se dizia profeta, sobre seus sinais.


- Conheço o que vai no espírito do homem. Por exemplo, o Califa, agora, está pensando que eu sou um impostor.


- Sim, acertaste. Mas não adivinhaste que, mesmo assim, vais para o cárcere.


Alguns dias depois, o profeta é chamado à presença do califa.


- Tiveste alguma revelação?


- Não!


- E por que não, se és profeta?
- Anjos não entram em prisões...


Al Ma`mun o pôs em liberdade, sob a condição de abandonar o ofício.
Tempos depois, foi reconduzido à presença do califa, acusado de continuar ludibriando os ingênuos.



- Quero que produzas, aqui e agora, sem trapaças, um melão!


- Dá-me três dias, rogou o farsante.


- Nem três dias, nem três minutos: há de ser imediatamente!


- És injusto para comigo: Deus precisou de seis dias para criar o Céu e a terra e de três meses para fazer melões; tu, simples mortal, não podes esperar três dias...


E lá o mandaram de novo embora, entre gostosas risadas...


Um que dizia ser profeta e chamar-se Abraão, "o amigo de Deus", foi interpelado, na corte, pelo califa Al-Mutassym:


- Que sinal vais fazer para convencer-nos de que és profeta? Abraão fazia sinais e milagres: precipitava-se no fogo, mas as chamas tornavam-se, para ele, refrigério. Moisés também: seu cajado, arremessado ao solo, transformou-se em serpente; quando bateu no mar, as águas separaram-se... Os milagres de Jesus, como ressuscitar mortos, não são menos convincentes. Qual preferes imitar?


- O milagre da ressurreição é, para mim, o mais fácil. Vou decapitar Ibn Abu Dawd e ressuscito-o em seguida.


Ibn Abu Dawd, que estava presente, gritou:


- Quanto a mim, dispenso as provas! Creio firmemente que este homem é um autêntico profeta...


Outro candidato a profeta, alardeava sua capacidade de fazer milagres, como o de fazer vir a si qualquer árvore que chamasse.


- Então, ordena a esta palmeira que venha a ti.


- Vem! Vem!, ordenou, em vão, repetidas vezes o embusteiro.


Perguntam-lhe: - E agora?


- Os verdadeiros profetas não são orgulhosos nem cabeça dura. Se a árvore não vem a mim, vou eu a ela.
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Judeu no leito da morte   Seg Abr 07, 2008 2:03 am

bem isto é uma secção de humor ...mas descambou em arabismo
Sucede que Portugal teve ca as duas culturas e expulsou ou converteu ambas enquanto em Espanha eles se esfalfavam a espadairar as mesmas
EL CID ´+e um bom exemplo desse conflito como os califados de Córdoba
Lambendo na Historia de Portugal vemos que Portugal foi e é um povo com uma característica muito própria
Quando é preciso " Caga em Todas as religiões
Exemplos
D Afonso Henriques nunca pagou o cacau ao PAPA para a formação de Portugal
O Marques de Pombal meteu os jesuítas na alheta
Ate agora o Governo mandou calar os Bispos quando do Aborto e agora do Divorcio
E os gajos andam danados
amen
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Judeu no leito da morte   Seg Abr 07, 2008 2:05 am

gosto desta


És injusto para comigo: Deus precisou de seis dias para criar o Céu
e a terra e de três meses para fazer melões; tu, simples mortal, não podes esperar
três dias...
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