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 UNITA acredita em eleições “livres e justas”

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Presidente da Junta
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MensagemAssunto: UNITA acredita em eleições “livres e justas”   Ter Abr 15, 2008 5:52 am

Exclamation


Samakuva acusa MPLA de “interferências” no processo eleitoral


A UNITA acredita que as eleições legislativas angolanas de Setembro vão decorrer de forma pacífica apesar das "interferências" no MPLA, como o aliciamento de quadros e da desproporção de meios face ao partido do poder. O líder da UNITA, Isaías Samakuva, considera que o país está preparado para uma votação democrática e garante que os "perturbadores" serão penalizados nas urnas.


Os 53 países que integram a organização fundada em 2002 Em entrevista à Agência Lusa em Lisboa, o líder do partido do "Galo Negro" anunciou que estão em curso contactos entre a UNITA e várias formações políticas tendo em vista criar a União Nacional para a Mudança, para disputar as eleições legislativas de 5 e 6 de Setembro próximo.

"Haverá [entre as formações em negociação] os que acham que isso pode passar pela formação de coligações, outros que preferem acordos pré-eleitorais, outros dizem que podemos ir unidos mas os acordos são feitos depois, a nível parlamentar", afirmou Samakuva, que se escusou a definir um prazo para concluir as negociações.

Sem identificar as formações políticas envolvidas nos contactos, Samakuva limitou-se a dizer que são "vários partidos influentes na cena política angolana" e "alguns com problemas internos".

"Gostaríamos de integrar um movimento que não fosse só de membros da UNITA, mas que pudesse contar também com aqueles que, sendo de outros partidos, queiram juntar-se nesse esforço para mudar o governo actual", afirmou o líder da UNITA, que estará em Portugal até domingo, tendo previstos encontros na Assembleia da República e também no Ministério dos Negócios Estrangeiros.

"Depois de 32 anos no poder, o regime [de José Eduardo dos Santos] mostra-se cansado, a precisar de algum repouso, para dar lugar aos outros", afirmou Isaías Samakuva.

"Interferências" do MPLA

Samakuva manifesta-se convicto de que as eleições legislativas vão realizar-se mesmo em Setembro, apesar de identificar pressões "dentro do regime" para um adiamento, e também a nível de "dirigentes locais" do MPLA para desestabilizar o processo.

"Vamos trabalhar para impedir qualquer possibilidade de adiamento. Mesmo se há vontade de adiar, será sempre contra os angolanos e terá a oposição da maioria da população", afirmou. "Há interesses partidários que muitas vezes procuram criar problemas (...) mas estou convencido que esses apelos para perturbar o processo estão condenados, pagarão por isso politicamente, a condenação será expressa nas urnas", disse à Lusa, escusando-se a "lançar acusações" sobre quem são os autores dos ataques contra militantes e meios dos dois partidos, sobretudo no interior do país.

Aliciamento a membros da UNITA

Samakuva reconhece que os meios, nomeadamente financeiros, de que dispõe para as eleições são muito reduzidos em comparação com os do MPLA, e queixa-se de que continua a haver tentativas de aliciar alguns quadros do partido do "Galo Negro".

"O dinheiro conta, mas não é o que decide. A vontade política e sobretudo a projecção de uma mensagem que vá ao encontro da maioria da população é o que vai contar. Os angolanos estão maduros. Sabem que o dinheiro que vai aparecer aqui e acolá, em meios que já estão a ser distribuídos, vai desaparecer e depois das eleições volta tudo à estaca zero. Isso não nos preocupa", declarou.

Sem querer referir-se a casos concretos, adiantou que "continua a haver e vai continuar a haver" aliciamento a membros da UNITA, nomeadamente através da oferta de empregos públicos, e mesmo a pessoas que se mantêm no partido fazendo um discurso de apoio às políticas do regime.

Liberalizar, diversificar e "angolanizar" a economia

A liberalização da economia angolana e sua diversificação para sectores produtivos que permitam reduzir a dependência externa do país serão as prioridades de um eventual "governo UNITA" saído das eleições de Setembro.

"Precisamos liberalizar a nossa economia. Teoricamente, ela está liberalizada, mas ainda é muito centralizada. O sector privado ainda não se articula e desenvolve como deveria ser numa economia de mercado livre", disse Isaías Samakuva.

"Queremos diversificar a economia. Ela está centralizada no sector petrolífero, mas sectores como a agricultura são estratégicos, podem empregar muita gente. Precisamos desenvolver a indústria transformadora, porque hoje importamos tudo e é preciso começar a produzir, a transformar as matérias-primas no nosso país. É uma maneira de reduzir os preços e criar postos de trabalho", afirmou.

Samakuva promete ainda lançar um programa de formação de recursos humanos e apostar no desenvolvimento de áreas de base como a Saúde e Educação, além de continuar a recuperação das infra-estruturas, porque "está tudo por fazer



SIC Online


........... Nem a propósito, Cogito !!!! Very Happy
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MensagemAssunto: Re: UNITA acredita em eleições “livres e justas”   Ter Abr 15, 2008 7:39 am

Cogito, ergo sun escreveu:
Presidente da Junta escreveu:
Que pensam deste logo para o VAGA ????


Aceitam-se outras ideias ......

allô, allô Fúria !!!! Very Happy


Só não gosto do Galo porque é o símbolo daquele agrupamento tribal e assassino que se chama UNITA. Mas vamos esquecer esse pormenor...

UNITA =ASSASSINO
MPLA=SANTO
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Cogito, ergo sun



Mensagens : 761
Data de inscrição : 09/04/2008
Idade : 97

MensagemAssunto: Re: UNITA acredita em eleições “livres e justas”   Ter Abr 15, 2008 7:56 am

Presidente da Junta escreveu:
Exclamation


Samakuva acusa MPLA de “interferências” no processo eleitoral

A UNITA acredita que as eleições legislativas angolanas de Setembro vão decorrer de forma pacífica apesar das "interferências" no MPLA, como o aliciamento de quadros e da desproporção de meios face ao partido do poder. O líder da UNITA, Isaías Samakuva, considera que o país está preparado para uma votação democrática e garante que os "perturbadores" serão penalizados nas urnas.


Os 53 países que integram a organização fundada em 2002 Em entrevista à Agência Lusa em Lisboa, o líder do partido do "Galo Negro" anunciou que estão em curso contactos entre a UNITA e várias formações políticas tendo em vista criar a União Nacional para a Mudança, para disputar as eleições legislativas de 5 e 6 de Setembro próximo.

"Haverá [entre as formações em negociação] os que acham que isso pode passar pela formação de coligações, outros que preferem acordos pré-eleitorais, outros dizem que podemos ir unidos mas os acordos são feitos depois, a nível parlamentar", afirmou Samakuva, que se escusou a definir um prazo para concluir as negociações.

Sem identificar as formações políticas envolvidas nos contactos, Samakuva limitou-se a dizer que são "vários partidos influentes na cena política angolana" e "alguns com problemas internos".

"Gostaríamos de integrar um movimento que não fosse só de membros da UNITA, mas que pudesse contar também com aqueles que, sendo de outros partidos, queiram juntar-se nesse esforço para mudar o governo actual", afirmou o líder da UNITA, que estará em Portugal até domingo, tendo previstos encontros na Assembleia da República e também no Ministério dos Negócios Estrangeiros.

"Depois de 32 anos no poder, o regime [de José Eduardo dos Santos] mostra-se cansado, a precisar de algum repouso, para dar lugar aos outros", afirmou Isaías Samakuva.

"Interferências" do MPLA

Samakuva manifesta-se convicto de que as eleições legislativas vão realizar-se mesmo em Setembro, apesar de identificar pressões "dentro do regime" para um adiamento, e também a nível de "dirigentes locais" do MPLA para desestabilizar o processo.

"Vamos trabalhar para impedir qualquer possibilidade de adiamento. Mesmo se há vontade de adiar, será sempre contra os angolanos e terá a oposição da maioria da população", afirmou. "Há interesses partidários que muitas vezes procuram criar problemas (...) mas estou convencido que esses apelos para perturbar o processo estão condenados, pagarão por isso politicamente, a condenação será expressa nas urnas", disse à Lusa, escusando-se a "lançar acusações" sobre quem são os autores dos ataques contra militantes e meios dos dois partidos, sobretudo no interior do país.

Aliciamento a membros da UNITA

Samakuva reconhece que os meios, nomeadamente financeiros, de que dispõe para as eleições são muito reduzidos em comparação com os do MPLA, e queixa-se de que continua a haver tentativas de aliciar alguns quadros do partido do "Galo Negro".

"O dinheiro conta, mas não é o que decide. A vontade política e sobretudo a projecção de uma mensagem que vá ao encontro da maioria da população é o que vai contar. Os angolanos estão maduros. Sabem que o dinheiro que vai aparecer aqui e acolá, em meios que já estão a ser distribuídos, vai desaparecer e depois das eleições volta tudo à estaca zero. Isso não nos preocupa", declarou.

Sem querer referir-se a casos concretos, adiantou que "continua a haver e vai continuar a haver" aliciamento a membros da UNITA, nomeadamente através da oferta de empregos públicos, e mesmo a pessoas que se mantêm no partido fazendo um discurso de apoio às políticas do regime.

Liberalizar, diversificar e "angolanizar" a economia

A liberalização da economia angolana e sua diversificação para sectores produtivos que permitam reduzir a dependência externa do país serão as prioridades de um eventual "governo UNITA" saído das eleições de Setembro.

"Precisamos liberalizar a nossa economia. Teoricamente, ela está liberalizada, mas ainda é muito centralizada. O sector privado ainda não se articula e desenvolve como deveria ser numa economia de mercado livre", disse Isaías Samakuva.

"Queremos diversificar a economia. Ela está centralizada no sector petrolífero, mas sectores como a agricultura são estratégicos, podem empregar muita gente. Precisamos desenvolver a indústria transformadora, porque hoje importamos tudo e é preciso começar a produzir, a transformar as matérias-primas no nosso país. É uma maneira de reduzir os preços e criar postos de trabalho", afirmou.

Samakuva promete ainda lançar um programa de formação de recursos humanos e apostar no desenvolvimento de áreas de base como a Saúde e Educação, além de continuar a recuperação das infra-estruturas, porque "está tudo por fazer



SIC Online


........... Nem a propósito, Cogito !!!! Very Happy

Hoje estão muito civilizados. Já lá vai o tempo em que as mulheres da oposição eram julgadas e queimadas em fogueiras como feiticeiras.


E com isso não pretendo branquear Dos Santos. Um corrupto inqualificável. Mas sabe-as fazer melhor. Não precisa de se sujar com fogueiras. Tudo o que dá dinheiro são negócios da família. Sobretudo da filha.
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Presidente da Junta
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MensagemAssunto: Re: UNITA acredita em eleições “livres e justas”   Ter Abr 15, 2008 7:59 am

Ronaldo o tema UNITA versus MPLA pode ser discutido aqui:

http://vagaliberdade.forumotion.com/a-furia-_______-da-ultima-hora-f13/unita-acredita-em-eleicoes-livres-e-justas-t3500.htm

muchas gracias, amigo. Very Happy




Informo os Caros Companheiros que separei estas mensagens do post sobre o logo do VAGA, para não dar continuidade ao tema UNITA versus MPLA, em local inapropriado.

Grato pela compreensão.


Última edição por Presidente da Junta em Ter Abr 15, 2008 8:14 am, editado 1 vez(es)
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: UNITA acredita em eleições “livres e justas”   Ter Abr 15, 2008 8:03 am

RONALDO ALMEIDA escreveu:
Cogito, ergo sun escreveu:
Presidente da Junta escreveu:
Que pensam deste logo para o VAGA ????


Aceitam-se outras ideias ......

allô, allô Fúria !!!! Very Happy


Só não gosto do Galo porque é o símbolo daquele agrupamento tribal e assassino que se chama UNITA. Mas vamos esquecer esse pormenor...

UNITA =ASSASSINO
MPLA=SANTO


UNITA = Diamantes
MPLA = Petroleo
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Presidente da Junta
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MensagemAssunto: Re: UNITA acredita em eleições “livres e justas”   Ter Abr 15, 2008 8:04 am

É uma dúvida histórica que me acompanha há muito tempo.

E a cada dia, esse dúvida cresce.

Os métodos de "combate" ao MPLA por Jonas Savimbi, não seriam os mais "democráticos". Concordo. Apesar de não saber muita da história deste movimento guerrilheiro.
O Caro Cogito saberá melhor. Certamente.

E penso que "Vagamente Livre" também.

Contudo face ao actual estado da "democracia" angolana "dos santos", a minha dúvida é se Jonas Savimbi, não teria a noção perfeita de quem era e o que pretendia "dos santos".

Que hoje tem ninguém dúvidas.

Poder e Riqueza. Em benefício pessoal.


Última edição por Presidente da Junta em Ter Abr 15, 2008 8:05 am, editado 1 vez(es)
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: UNITA acredita em eleições “livres e justas”   Ter Abr 15, 2008 8:05 am


DE Angola conheci o Rui Mingas na altura era do Bem Fica e eu vestia de negro
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MensagemAssunto: Re: UNITA acredita em eleições “livres e justas”   

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