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 Exército israelita reconhece responsabilidade na morte de jornalista da Reuters

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Vitor mango

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Mensagens : 4711
Data de inscrição : 13/09/2007

MensagemAssunto: Exército israelita reconhece responsabilidade na morte de jornalista da Reuters   Qui Abr 17, 2008 6:28 am

Exclamation


O exército israelita lamentou oficialmente a morte de um jornalista da agência Reuters, num dos confrontos que ontem vitimaram 20 palestinianos na faixa de Gaza.

As autoridades recusam-se para já a abrir um inquérito às circunstâncias do ataque, condenado pelo secretário-geral da ONU.

Centenas de pessoas, entre as quais membros de todas as facções palestinianas, participaram hoje no funeral de Fadel Chanaa com palavras de ordem contra o "assassínio de jornalistas".

As últimas imagens do operador de câmara, reveladas pela agência Reuters, mostram um tanque israelita a disparar sobre uma comitiva de órgãos de comunicação social, devidamente identificados.

As incursões de ontem, no bairro de Sajawiya e nas imediações da ponte de Wadi, foram uma resposta ao ataque que, na véspera, vitimara três soldados israelitas.

Entretanto na Cisjordânia, dois palestinianos foram mortos durante uma incursão militar nos arredores de Jenine.

Segundo o exército, as vítimas seriam militantes da Jihad Islâmica na posse de engenhos explosivos e armas.

O presidente palestiniano Mahmoud Abbas, de visita a Moscovo, condenou as acções. Abbas anunciou que uma conferência de paz deverá realizar-se em Junho na capital russa, mas que um acordo só será possível se Israel libertar prisioneiros e suspender as incursões militares.
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Vitor mango

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Mensagens : 4711
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MensagemAssunto: notas varias para os novos vagas   Qui Abr 17, 2008 6:37 am

Idea



Eu Vitor mango posso ser acusado de me envolver em " lutas " contra este terror judaico de possuindo uma maquina de guerra desproporcional se arroga no direito de impor a todos e az tudo o que o rodeia os seus pontos de vista
Nada tenho contra judeus ou judias
Tenho sim quem cometeu a maior gaffe do milénio ao apontar a Palestina e dizer
Voces Judeus podem ocupar aquelas terras !

Felizmente ninguém apontou para o Alentejo porque se o tem feito certamente que o leitor vaga teria debaixo da cama uma metralhadora para limpar o sebo ao invasor da terra da barragem do alqueva
aO OCUPAREM A PALESTINA OS JUDEUS DESPERTARAM UMA GUERRA ADORMECIDA VAI PARA 1001 ANOS QUANDO TEMPLARIOS ( MAIS ANO MENOS ANO ...POR AÍ ) ACHAGAM QUE O LUGAR ONDE JESUS Cristo ANDOU LHES PERTENCIA
a COMPLICAR O ASSUNTO os islâmicos acham que também aquela terra é deles
Gostaria de mandar daqui de Leiria ( arredores ) uma daquelaqs palavras que chamamos ao arbitro aquando ele faz bacorada e mandar todos para ..E PARA

só que quem vive na Palestina e tem que morrer por uma estupidez humana de se ter misturado alhos com bugalhos nada mais lhe resta que

que..
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trocatretas

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MensagemAssunto: Re: Exército israelita reconhece responsabilidade na morte de jornalista da Reuters   Qui Abr 17, 2008 7:00 am

Reconheceram?

E agora?

A matança vai continuar. Mais um menos um. E vivam os civilizados, desde que endinheirados, obvio. Jornalistas e palestinos há muitos.
PQP.
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Exército israelita reconhece responsabilidade na morte de jornalista da Reuters   Qui Abr 17, 2008 7:07 am

eis uma sobre palestina

Quem realmente está "atacando" o Líbano é Israel ou os EUA?
Isso é uma guerra política?


* 1 ano atrás



Na verdade, nem um nem outro exatamente. Israel é um Estado sionista e os EUA têm no poder vários sionistas - não confundir com judeus. Quem ataca são os sionistas, um grupelho cheio de poder político, econômico e cultural.
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MensagemAssunto: Re: Exército israelita reconhece responsabilidade na morte de jornalista da Reuters   Qui Abr 17, 2008 7:08 am

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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Exército israelita reconhece responsabilidade na morte de jornalista da Reuters   Qui Abr 17, 2008 7:11 am

Sionismo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



História de Israel

Sionismo - Aliá
Declaração de Balfour
Mandato Britânico
Partilha da ONU
Independência
Outros

Conflito Árabe-Israelense
História Judaica
Série Israel

Obtendo o seu nome de Sião (Sion, Zion) que é o nome de um monte nos arredores de Jerusalém, o Sionismo é um movimento político que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado Judaico, por isso sendo também chamado de nacionalismo judaico . Ele se desenvolveu a partir da segunda metade do século XIX, em especial entre os Judeus da Europa central e da Europa de Leste, sobre a pressão de pogroms e do anti-semitismo crónico destas regiões, mas também na Europa ocidental, no seguimento do choque causado pelo caso Dreyfus.

[editar] A escolha do lugar

Em 1896, o livro "Der Judenstaat" ("O estado judaico") de Theodor Herzl, líder do Movimento Sionista, foi traduzido ao ingles. Herzl pregava que o problema do anti-semitismo só seria resolvido quando os judeus dispersos pelo mundo pudessem se reunir e se estabalecer num Estado nacional independente.

Formalmente fundado em 1897, o sionismo era formado por uma variedade de opiniões sobre em que terra a nação judaica deveria ser fundada, sendo cogitado de início estabelecê-la no Chipre, na Argentina e até no Congo, entre outros locais julgados propícios.


A chamada diáspora judaica, ou seja a dispersão dos judeus pelo mundo, foi o principal argumento de ordem religiosa a vindicar o estabelecimento da pátria judaica na Palestina.

O argumento da expulsão, entretanto, é contestado até por parte de sionistas, porque não coincide com os registros históricos que dão como certo que, muito antes das deportações romanas, a grande maioria do povo judeu já havia se helenizado e migrado espontaneamente ou, mesmo, nem retornado para a Palestina depois do cativeiro da Babilônia.

De qualquer modo, a tese do retorno ao lugar de origem ganhou a grande maioria dos adeptos por ter forte apelo religioso baseado na redenção do povo de Israel na “terra prometida” , embora outras correntes a considerassem uma compulsão retórica heróica e sentimental, e alguns até a reprovassem duramente alegando que esta “redenção” teria de ser obra de Deus e não o estabelecimento do estado judeu por ações políticas que laborava contra o messianismo, que é aspecto central da religião judaica, e caracterizava pecado de orgulho.

A partir de 1917 o movimento focou-se defínitivamente no estabelecimento de um estado na Palestina, a localização do antigo Reino de Israel.

Porém, quando o movimento sionista moderno se consolidou na metade do século XIX, a região da Palestina já estava cultural e etnicamente arabizada, ou seja, era habitada por uma população de esmagadora maioria de árabe, lá enraizada por uma longa e consistente migração e assimilação iniciada por volta do ano de 350 e que perdurou e floresceu por mais de 400 anos durante as dinastias árabes Omanida, Abássida e Fatímida e, apesar de dominações posteriores, manteve suas principais características.

Era portanto evidente que, para o estabelecimento de um estado judeu, os sionistas teriam de fazer uma grande alteração para mudar o equilíbrio étnico e demográfico da região, mesmo porque o projeto de um estado judaico padrão deveria se basear nas utopias religiosas e culturais bem próprias, exclusivas e definidas com os costumes e o idioma do povo judeu que habitavam o leste europeu, uma cultura totalmente estranha à comunidade árabe local também constituída de judeus.

Observe-se que o objetivo primordial do sionismo, que era o estabelecimento de uma pátria judaica, sempre foi bem visto pelos organismos internacionais, tanto que a Liga das Nações (Mandato de 1922) como a ONU aprovaram desde logo os princípios básicos do sionismo, aliás extensíveis a qualquer povo da terra. Esta simpatia aumentou, e muito, após a descoberta do genocídio de judeus praticado pelos nazistas alemães, mais notadamente a partir de 1944, ao final da Segunda Guerra Mundial.


Entretanto, desde o início da ocupação sionista das terras palestinas, iniciou-se a demonstração da dura realidade conflituosa e lesiva tanto que, em novembro de 1975, com a violência transbordando, a Assembléia Geral das Nações Unidas aprovou a resolução nº 3379 que contém uma sonora censura : ’’’O sionismo é uma forma de racismo e discriminação racial’’’ que perdurou até dezembro de 1991 quando, pelo colapso da União Soviética, que fora uma dos seus defensores, acabou rescindida através da Resolução 4686 da Assembleia Geral das Nações Unidas.

Os defensores do sionismo discordam de sua identificação com racismo alegando que o Sionismo não é doutrinariamente unificado e coeso, possuindo diversas versões divergentes umas das outras. Outros discordam afirmando que palestinos e judeus não são racialmente distintos, e assim não se aplicaria o termo já que discriminação não se funda na raça.

[editar] A mudança demográfica

Apesar de não haver evidência de qualquer interrupção da presença judaica na Palestina desde há mais de três milênios de sua história violenta, é fato inconteste o concurso de várias migrações substitutivas massivas com saída de judeus e entrada de outros povos, notadamente árabes.

É verdade também que, além de comunidades judaicas remanescentes, na segunda metade do século XIX iniciou-se uma migração de retorno de judeus, notadamente de ideário socialista, que se propunham a reformar aquela região imediatamente se estabelecendo nela.

Assim ‘’ Mikveh Israel’’ foi fundada em 1870 através de Aliança Israelita Universelle, seguida por ‘’Petah Tikva (1878), Rishon LeZion (1882), e outras comunidades agrícolas fundadas pelas sociedades Bilu e Hovevei Zion.

Em 1897, o Primeiro Congresso Sionista proclamou a decisão para restabelecer pátria judia antiga em Eretz Yisrael. Naquele momento, a Palestina era uma parte do Império Turco Otomano. Esta decisão fez o sionismo diferente da maioria dos outros nacionalismos, porque seus proponentes reivindicavam para a etnia um território que, na sua vasta maioria não era por eles habitada.

Inglaterra expressou seu apoio pelo sionismo com a Declaração de Balfour, que pôs em prática com a aquisição de mandato sobre a região por ocasião da perda dos territórios pelo Império Otomano como conseqüência da Primeira Guerra Mundial, dando início a um aumento substancial da migração de judeus para lá elevando por duas décadas até 1945, migração esta que se acentuou com a "solução final" que levou os nazistas a matarem mais de seis milhões de judeus durante o governo de Hitler e a Segunda Guerra Mundial.

Em 1947, ao fim do mandato britânico, já era flagrante a violência mútua e descontentamento entre árabes e judeus. Para conciliar esta situação, a ONU propôs e foi aceito um Plano de Partilha da palestina, para a formação de dois estados um judeu e outro árabe, concedendo 55% da terra para o estado judeu e o restante ao estado árabe.

A representação judaica aceitou o plano mas a representação árabe alegou-se prejudicada e espoliada não aceitando a partilha iniciando-se os conflitos.

No dia 14 de maio de 1948, expirado o mandato britânico da Palestina o Estado de Israel declarou independência, deflagrando a chamada [Primeira Guerra árabe-israelense] na qual seis estados árabes vizinhos iniciaram movimentos de exércitos regulares para ingressar na região. Desta guerra, seguiram-se mais três, a Guerra de Suez (1956), a Guerra dos Seis Dias (1967) e a Guerra do Yom Kippur (1973). Atualmente, Egito, Jordânia e a OLP (Organização para a Libertação da Palestina, a representante legítima dos palestinos, isto é, dos árabes que moravam na Palestina e que devem constituir o povo do futuro Estado árabe conforme o Plano de Partilha da ONU) reconheceram o direito de Israel à sua existência, algo que, entretanto, não foi seguido pelos outros Estados árabes envolvidos nas guerras ocorridas (Líbano, Síria, Iraque e Arábia Saudita, bem como pelos grupos armados Hamas (que assumiu o governo da Autoridade Nacional Palestina em 2005 e atualmente controla a Faixa de Gaza) e Hezbollah (com sede no Líbano).

A partir de 1948, ano da criação do Estado de Israel, o sionismo passou a ser um movimento de apoio ao desenvolvimento do Estado de Israel e de encorajamento à integração de Judeus em Israel.
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