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 Milhares de palestinos pedem fim do bloqueio israelense

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Vitor mango

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MensagemAssunto: Milhares de palestinos pedem fim do bloqueio israelense   Sex Abr 25, 2008 9:33 am

25/04/2008 - 11h52
Milhares de palestinos pedem fim do bloqueio israelense à faixa de Gaza
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da Folha Online

Carregando bandeiras do Hamas, milhares de palestinos que apóiam o grupo extremista islâmico protestaram nesta sexta-feira contra o bloqueio israelense à faixa de Gaza. A manifestação teria sido convocada pelo próprio Hamas, que controla a região desde junho de 2007.

De acordo com a agência de notícias Associated Press, cerca de 5.000 manifestantes se reuniram a várias centenas de metros da passagem de Erez, na fronteira com Israel. Os organizadores impediram que os manifestantes se aproximassem muito da passagem para evitar que fossem atacados pelo Exército israelense.

Ainda segundo a AP, outros cerca de 2.000 se reuniram na passagem de Rafah, na fronteira com o Egito. Além de bandeiras do Hamas, eles também carregavam bandeiras palestinas.
Ibraheem Abu Mustafa/Reuters
Simpatizantes do grupo islâmico Hamas participam de protesto na fronteira com o Egito
Simpatizantes do grupo islâmico Hamas participam de protesto na fronteira com o Egito

O governo egípcio enviou reforço de cerca de 300 a 400 policiais para a fronteira na tentativa de impedir a entrada de palestinos no país, segundo fontes de segurança que não tiveram seus nomes divulgados pela Reuters. "O reforço da segurança ocorre como medida de precaução, para evitar qualquer operação por parte do lado palestino no sentindo de invadir o território egípcio", disse uma das fontes, pedindo anonimato.

Em janeiro, militantes palestinos explodiram a cerca da fronteira, permitindo que milhares de pessoas entrassem no Egito durante dez dias para estocar comida e combustível --burlando assim o bloqueio-- antes que a passagem fosse novamente fechada.

O cerco israelense teve início em junho de 2007, quando o Hamas tomou o controle da faixa de Gaza após seis dias de combates contra as forças leais ao presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina) e líder do Fatah, Mahmoud Abbas.

O protesto desta sexta-feira percorreu a estrada Salahadeen, que liga norte e sul da faixa de Gaza, um dia depois que a UNRWA (agência da ONU para ajuda aos refugiados palestinos) anunciou a suspensão da ajuda humanitária a mais da metade da população do território por causa da falta de gasolina originada com o bloqueio israelense.

Suspensão

Nesta quinta-feira (24), a UNRWA suspendeu o envio de alimentos à faixa de Gaza após ficar sem combustível. Em um comunicado, a agência disse que foi obrigada a "suspender a ajuda humanitária a mais da metade da população de Gaza devido a uma crise de gasolina".

Mahmoud al Khuzundar, da Associação dos Proprietários de Postos de Combustível na faixa de Gaza, disse ontem que 50 mil litros de diesel seriam entregues para a UNRWA para ajudar na distribuição de suprimentos. Mas um grupo de agricultores de Gaza que queria a distribuição de combustível fosse aberta bloqueou o veículo que transportava o combustível antes que ele alcançasse o terminal para ser distribuído.
Ibraheem Abu Mustafa/Reuters
Membro de segurança do Hamas participa de protesto na fronteira
Membro de segurança do Hamas participa de protesto na fronteira

No dia anterior, o chefe de operações da UNRWA em Gaza, John Ging, advertiu que o combustível acabaria e que não poderia continuar com as atividades que precisavam de transporte rodoviário se Israel não retomasse o fornecimento regular de combustível.

O número de pessoas que ficarão sem assistência básica é de, ao menos, cerca de 650 mil pessoas, segundo a agência de notícias France Presse. A Reuters estima em 700 mil o número de palestinos sem ajuda alimentícia.

Israel é o único abastecedor de combustível a Gaza, mas interrompeu os envios no dia 9 depois que militantes palestinos mataram dois israelenses em um ataque na passagem fronteiriça de Nahal Oz, um dos pontos de entrada de combustível.

Nesta sexta-feira, a ONU fez um alerta sobre as conseqüências negativas para o processo de paz israelo-palestino da falta de combustível na faixa de Gaza. "Quando as pessoas estão famintas e revoltadas, isto não serve nem à paz nem aos interesses em termos de segurança de Israel", afirmou à France Presse Chris Gunness, porta-voz da UNRWA. "Há um processo de paz em curso e isto não ajuda nada", acrescentou.

Crise

Em outubro, o governo israelense já havia aprovado reduzir parcialmente o fluxo de combustível derivado de petróleo e eletricidade a Gaza após declarar a faixa "território inimigo".

Funcionários palestinos advertiram na quarta-feira (23) de que a principal usina de eletricidade de Gaza pararia de funcionar por falta de combustível. Por isso, as autoridades israelenses autorizaram a entrada de 1 milhão de litros, o que permitirá à fábrica funcionar por ao menos três dias.

No entanto, a entrada de gás, gasolina ou outro tipo de combustível para o transporte ou consumo interno continua suspensa.

Apelo

O comissário europeu para o Desenvolvimento e a Ajuda Humanitária, Louis Michel, fez nesta quinta-feira um apelo a Israel para que garanta a provisão de combustível a Gaza. Ele afirmou que 'é inaceitável que a ONU tenha que considerar a suspensão de suas operações humanitárias só porque falta combustível para seus veículos'.

"É essencial que se restaure a provisão de combustível a Gaza e, em particular, deve ser garantido imediatamente o combustível voltado às agências das Nações Unidas e aos serviços básicos", afirmou.

Com agências internacionais

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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Milhares de palestinos pedem fim do bloqueio israelense   Sex Abr 25, 2008 9:36 am

Citação :
O número de pessoas que ficarão sem assistência básica é de, ao menos, cerca de 650 mil pessoas, segundo a agência de notícias France Presse. A Reuters estima em 700 mil o número de palestinos sem ajuda alimentícia.

as SS do Adolfo nao fariam melhor
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