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 Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary

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Vitor mango

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MensagemAssunto: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 8:30 am

Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary


Hillary Clinton
Hillary ameaçou 'eliminar' Irã em caso de ataque contra Israel
O governo iraniano apresentou queixa à Organização das Nações Unidas (ONU) sobre declarações feitas na semana passada pela senadora americana Hillary Clinton sobre as circunstâncias em que os Estados Unidos poderiam atacar o Irã.

Em uma entrevista à rede de televisão ABC em 22 de abril, a pré-candidata democrata à Casa Branca ameaçou "eliminar" o Irã, caso o país lançasse um ataque contra Israel.

"Quero que os iranianos saibam que, se eu for presidente, vamos atacar o Irã", afirmou Hillary, quando indagada sobre como reagiria a um ataque de Teerã contra os israelenses.

"Seríamos capazes de completamente aniquilá-los, nos próximos dez anos, caso eles sejam tolos o suficiente em lançar um ataque contra Israel."

Leia também na BBC Brasil: Hillary diz que 'eliminaria' Irã em caso de ataque a Israel

O governo de Teerã afirmou que as declarações de Hillary são "provocativas e irresponsáveis".

Carta

Em uma carta ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, o vice-embaixador do Irã na organização, Mehdi Danesh-Yazdi, disse que a senadora havia "ameaçado usar de força contra a República Islâmica do Irã" de maneira injustificável e sob pretextos falsos e equivocados.

O Irã enfrenta sanções da ONU por se recusar a suspender seu programa de enriquecimento de urânio.

Os Estados Unidos e outros países acusam os iranianos de desenvolver seu programa nuclear com o objetivo de criar armas do tipo.

O governo iraniano, porém, afirma que só busca a tecnologia para fins pacíficos.
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 8:34 am

a carta é uma bofetada de luva branca na Clinton
Sempre tive medo de quem utiliza o medo dos votantes para conseguir os seus fins
A Igreja católica utilizava ( ou utiliza ) o Inferno
A Hilary ao abrir as goelas para um tremendo disparate destes ja levou nas lonas
Porque a América nao se pode armar em policia do mundo ...e começar a fazer terror como o esta a fazer no Iraque
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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 10:56 am

Os GENERAIS AMERICANOS, comecaram a tratar do Plano de ataque ao IRAO!!! Segundo a CBS NEWS!!!
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:11 am

RONALDO ALMEIDA escreveu:
Os GENERAIS AMERICANOS, comecaram a tratar do Plano de ataque ao IRAO!!! Segundo a CBS NEWS!!!

POIS
Depois chamam Terroristas aos outros
Os generais que planearam o ataque ao IRão poderemos dizer que foram autênticos Nabos
nem a minha tia Júlia faria pior
Calculem que ao planearam uma invasão esqueceram-se do mais importante
O consolidar a ocupação
Seria o mesmo que um gajo vestir cuecas e smoking e esquecer-se das calças

NUNCA na Historia de um planeamento de uma guerra vimos tanto amadorismo puro
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:13 am

Vitor mango escreveu:
RONALDO ALMEIDA escreveu:
Os GENERAIS AMERICANOS, comecaram a tratar do Plano de ataque ao IRAO!!! Segundo a CBS NEWS!!!

POIS
Depois chamam Terroristas aos outros
Os generais que planearam o ataque ao IRão poderemos dizer que foram autênticos Nabos
nem a minha tia Júlia faria pior
Calculem que ao planearam uma invasão esqueceram-se do mais importante
O consolidar a ocupação
Seria o mesmo que um gajo vestir cuecas e smoking e esquecer-se das calças

NUNCA na Historia de um planeamento de uma guerra vimos tanto amadorismo puro


Plano militar para Iraque era 'ilusão', diz instituto dos EUA


Soldado americano no Iraque (foto de arquivo)
Plano recente de Bush prevê envio de mais 20 mil soldados
O plano de invasão do Iraque elaborado pelos Estados Unidos previa que apenas 5 mil soldados ainda permaneceriam no país em dezembro de 2006, segundo mostram documentos do Comando Central tornados públicos.

O material também mostra que os militares previam que o Iraque em dezembro de 2006 seria um país estável, democrático e aliado dos Estados Unidos.

Os documentos, de agosto de 2002, foram obtidos pelo Arquivo Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês).

Atualmente os Estados Unidos têm 132 mil soldados no Iraque e o país continua sofrendo com a violência.

'Irreal'

Os documentos - que estão na forma de slides no formato Power Point - foram preparados pelo general Tommy Franks, que já se aposentou, e outros comandantes da época.

Os documentos foram apresentados em agosto de 2002 - menos de um ano antes da invasão americana no Iraque em abril de 2003.

Os comandantes previam que depois do encerramento dos confrontos haveria um período de "estabilização" de dois a três meses, seguido por uma fase de "recuperação" que duraria entre 18 e 24 meses.

Os militares previam que as forças americanas estariam quase que totalmente fora do Iraque no final da fase de "transição" - dentro de 45 meses depois da invasão.

"Suposições completamente irreais a respeito de um Iraque depois de Saddam Hussein permeiam estes planos de guerra", disse o diretor-executivo do NSA Thomas Blanton em uma declaração colocada no website da instituição.

"Primeiro, eles presumiram que um governo provisório estaria estabelecido já no 'Dia D', então, que os iraquianos ficariam em suas guarnições militares e seriam parceiros confiáveis e, finalmente, que a fase de hostilidades depois da invasão seria uma questão de meses."

"Tudo isso foi ilusão", disse Blanton.

O NSA disse que recebeu os documentos em janeiro, depois de fazer um pedido ainda em 2004.

O Arquivo Nacional de Segurança é um instituto de pesquisa independente na Universidade George Washington e obteve os documentos segundo a Lei de Liberdade de Informação dos Estados Unidos.
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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:17 am

Ocupação do Iraque teve cinco erros básicos

Falta de planejamento e arrogância demonstradas desde a invasão comprometeram os planos de Bush para o Iraque

No dia 1º de maio de 2003, o presidente americano, George W. Bush, aproximou-se de um microfone montado no porta-aviões USS Abraham Lincoln e, tendo como fundo uma faixa com os dizeres “missão cumprida”, declarou: “As maiores operações de combate no Iraque terminaram.”

Quatro anos e cinco meses depois, mais de 3.700 soldados americanos e milhares de civis iraquianos estão mortos, o caos reina no Iraque e a guerra está bem longe de terminar.

Por que a invasão, que deveria ter sido “simples e rápida”, deu tão errado? Segundo especialistas, cinco erros básicos - e fenomenais - cometidos nos primeiros meses de ocupação determinaram todo o curso da guerra no Iraque.

Em primeiro lugar, o governo americano insistiu em usar um número insuficiente de soldados para ocupar o país. Apesar de seguidos alertas de comandantes militares, muitos relegados ao ostracismo, o então secretário de Defesa americano, Donald Rumsfeld, e seu vice, Paul Wolfowitz, recusaram-se a enviar mais soldados para o Iraque.

O segundo erro foi deixar que Bagdá fosse tomada por uma onda de saques logo depois da invasão. Sem efetivo suficiente para conter os tumultos, os marines (fuzileiros navais) assistiram, impassíveis, às turbas destruírem a cidade e parte da herança cultural dos iraquianos, causando grande ressentimento na população.

Desbaathização

Paul Bremer, que foi o chefe da Autoridade Provisória da Coalizão entre maio de 2003 e junho de 2004, é apontado como um dos maiores responsáveis pelo descarrilamento da missão americana no país. Duas decisões de Bremer - a “desbaathização” indiscriminada do setor público iraquiano e o desmantelamento do Exército do Iraque - estão no centro do caos que tomou conta do Iraque.

Sem muito estudo e a despeito de alertas de vários especialistas, Bremer determinou “expurgos” nas universidades, hospitais e ministérios, demitindo todos os iraquianos que eram membros do Partido Baath, do ex-ditador Saddam Hussein. Com isso, tirou o emprego de boa parte da elite especializada do país, essencial para a reconstrução do Iraque.

Boa parte dos professores e médicos integrantes do Partido Baath só havia se filiado ao partido por pressão do regime de Saddam.

Depois, apesar dos esforços de vários comandantes militares para integrar e treinar as Forças Armadas iraquianas, Bremer desmantelou o Exército, a Guarda Republicana e a polícia secreta do país.

Resultado: cerca de 500 mil desempregados pelas ruas, armados com fuzis AK-47 e munição à vontade, nos depósitos deixados por Saddam que eram (e são) muito mal vigiados pelos americanos.

Ou seja, essa decisão propiciou condições ideais de pressão e temperatura para a formação da insurgência iraquiana, hoje o maior desafio dos Estados Unidos no Iraque.

Violência

Por fim, o modus operandi do Exército americano - pautado pelo uso da força - fez com que os EUA perdessem corações e mentes no país. Os incidentes na prisão de Abu Ghraib e o uso de violência para retirar iraquianos suspeitos de suas casas mudaram toda a atitude em relação aos americanos, que de salvadores se transformaram em invasores. Isso ajudou a alimentar a simpatia dos civis iraquianos pelos insurgentes.

“Mesmo contando todos os erros que os Estados Unidos cometeram no Vietnã, aquilo foi um trabalho de gênio se for comparado com a ocupação do Iraque. Se juntássemos os três patetas, os irmãos Marx e todo o elenco de Saturday Night Live em um filme de guerra, eles não conseguiriam chegar nem perto do que o governo Bush fez no Iraque”, disse num artigo Charles Ferguson, diretor do documentário No End in Sight - filme sobre a guerra do Iraque vencedor do festival Sundance.

Para Ferguson, a falta de planejamento foi de um amadorismo atroz. A Organização para Reconstrução e Assistência Humanitária, que tinha a função de tocar o Iraque após a guerra, foi estabelecida apenas 50 dias antes da invasão e não recebeu nem computadores. Quando a organização entrou no Iraque, não dispunha de veículos blindados e contava com apenas uma dúzia de pessoas que falavam árabe - e elas não tinham telefone para se comunicar nem acesso à internet.

Na opinião de James Dobbins, diretor de Segurança Internacional do Instituto Rand e vice-secretário de Estado nos governos Bill Clinton e George W. Bush, um dos grandes equívocos foi a falta de espaço para discordância dentro do governo Bush. “As boas decisões são tomadas a partir de discussão e oposição - nesse governo, as decisões eram tomadas por um grupo de pessoas sem ouvir vozes dissonantes.” Dobbins é autor do artigo “Quem perdeu o Iraque”, que está na edição da Foreign Affairs que chega às bancas neste mês.

“As pessoas que tinham dúvidas sobre a necessidade de invadir o Iraque e sobre os pressupostos dos planos de ocupação e reconstrução do país não foram encorajadas a falar de suas preocupações.”

Fracasso

Muitos acreditam que a invasão estava condenada ao fracasso desde o início porque partiu de suposições equivocadas - afinal, não existiam armas de destruição em massa e não era tão fácil semear a democracia pelo Oriente Médio, como pregava o ideário neoconservador.

Democracia

“Eles acharam que seria fácil criar uma democracia no Iraque, mas nossas experiências no Japão, Alemanha, Bósnia, Haiti e Kosovo foram demonstrações claras de que reconstruir nações é uma missão muito difícil e requer um longo e sério comprometimento”, diz Max Bergmann, pesquisador de Segurança Nacional do Center for American Progress, centro de estudos de centro-esquerda. “O governo Bush pensava que ia começar a retirar as tropas em três meses - eles nunca fizeram um planejamento para o longo prazo.”

Segundo Bergmann, uma lição importante é que a democracia não pode ser exportada, ela tem de vir de baixo. “Podemos encorajar e apoiar a democracia, mas não se pode impor democracia pela força.”



(Transcrito de O Estado de S. Paulo de 9/9/2007)
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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:21 am

O facto caro MANGO e que o IRAO continua a nao respeitar a ONU!!! Continua a ameacar ISRAEL!!! Nem os USA nem ISRAEL, vao permitir que eles possuem BOMBA NUCLEAR!!! Para alem disso sao responsaveis pela morte de centenas de soldados Americanos. Finalmente sao o CANCRO DO TERROR da area!!!
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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:23 am

Iraque: Pelo menos 1.073 mortos na violência em Abril


Pelo menos 1.073 iraquianos morreram em Abril no Iraque, a maioria deles em combates entre milícias xiitas e forças de segurança, segundo números oficiais revelados quarta-feira.
Os números dos Ministérios do Interior, da Defesa e da Saúde, indicam que 966 civis iraquianos, 38 soldados e 69 polícias iraquianos morreram durante este mês.
«O balanço dos mortos em Abril é alimentado principalmente pelos combates entre milícias xiitas e forças iraquianas», indicou uma fonte da segurança iraquiana.
Segundo estas fontes, 1.745 civis, 104 militares e 159 polícias foram feridos durante o mesmo período.
Confrontos mortíferos opõem tropas regulares iraquianas e unidades norte-americanas a milícias xiitas, em Sadr City, o feudo do chefe radical Moqtada Al-Sadr.
Em Março, o número de iraquianos mortos em consequência da violência totalizou os 1.082, enquanto em Janeiro foi de 721 o total dessas baixas.
Só no mês de Abril, o número de soldados norte-americanos mortos no Iraque foi de 49, o balanço mais elevado desde Setembro de 2007 marcado então pela morte de 65 militares do contingente dos Estados Unidos.

Como os EUA têm a guerra no Iraque ganha já pensam em mudar-se para outras paragens. Eu sei que a morte de 38 militares americanos e o ferimento de 104 não incomodam os americanos. Ninguém fala nisso. São voluntários... mercenários. É o que nos diz quem lá vive...
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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:25 am

Isso e problema dos AMERICANOS!!!! THANK GOD!!!
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:28 am

RONALDO ALMEIDA escreveu:
O facto caro MANGO e que o IRAO continua a nao respeitar a ONU!!! Continua a ameacar ISRAEL!!! Nem os USA nem ISRAEL, vao permitir que eles possuem BOMBA NUCLEAR!!! Para alem disso sao responsaveis pela morte de centenas de soldados Americanos. Finalmente sao o CANCRO DO TERROR da area!!!

Meu caro amigo nao me faça rir por favor que hoje o meu almoço foi
Dobrada com feijão branco e um tinto do alentejo

SE a América tivesse no Mexico um exercito de 200.000 soldados CHINESES o que faria a América
SE a Hilary lançou uma boca tola e inoportuna porque razão o Irão a não pode lançar
Nao foi ISRAEL que lançou varios aviões e destruiu um " condominio no Irão ?
Será que o Irão fez o mesmo a Israel
Meu caro ker que eu lhe envie uns lenços pela morte de centenas de soldados americanos que invadiram um pais baseados numa mentira e contra as opiniões da ONU e do MUNDO ?
Sabe que esta acção LOUCA do Bush eliminou 650.000 Iraquianos
Estamos a falar de terror meu caro

O terrorista é um gajo chamado BUSH
O Ben Laden nem existi é um mito criado pela CIA para vos meter um mjedo atroz ...mesmo que exista ele nao passa de um rato escondido nuku de judas no Paquistao


Última edição por Vitor mango em Qui Maio 01, 2008 11:29 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:28 am

RONALDO ALMEIDA escreveu:
Isso e problema dos AMERICANOS!!!! THANK GOD!!!

É um problema a nível mundial!!!!!!!!!!!!!!!!!
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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:28 am

Obrigado meu deus. Não os poupes. É dar-lhes.....
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:33 am

ha uma coisa que eu gosto no RON
Ele ja me garantiu que o Bush tem o apoio apenas de 18 % dos americanos ( mais meia duzia menos meia duzia )
Ora numa percentagem de 20 por cento
Temos
80=contra o BUSH = UHHHHHH FORA FORA UHHHHHHHH
20 a favor = Viva o Bush
SE quizerem em milhagem
Temos
800 contra
200 a favor

em
bla bla
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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:35 am

ricardonunes escreveu:
RONALDO ALMEIDA escreveu:
Isso e problema dos AMERICANOS!!!! THANK GOD!!!

É um problema a nível mundial!!!!!!!!!!!!!!!!!

E um problema que so os USA vao decidir!!!! Os USA, nao vao permitir um IRAO nuclear!!! Os USA nao vao permitir a continuacao da responsabilidade do IRAO na morte de centenas de MILITARES AMERICANOS!!! mISTO DE nuclear E CONVENCIONAIS ATAQUES aereos durante 3 dias , sao projetados pelos Generais Americanos!!!SADDAM nao acreditou. Sabemos onde esta!!!
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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:37 am

RONALDO ALMEIDA escreveu:
Isso e problema dos AMERICANOS!!!! THANK GOD!!!

Um dia perguntei a um religioso se o tal GOD que o amigo RON tanto cita porque razão ele tinha dado autorização aos judeus para ocuparem a Palestina

Esse religioso meteu-me a mão amigavelmente em cima do ombro e disse
- Mango Mango o Tal GOD quis apenas e só castigar os judeus dando-lhes um petisco intragável e um inferno terreno onde qualquer solução não existe
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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:37 am

RONALDO ALMEIDA escreveu:
ricardonunes escreveu:
RONALDO ALMEIDA escreveu:
Isso e problema dos AMERICANOS!!!! THANK GOD!!!

É um problema a nível mundial!!!!!!!!!!!!!!!!!

E um problema que so os USA vao decidir!!!! Os USA, nao vao permitir um IRAO nuclear!!! Os USA nao vao permitir a continuacao da responsabilidade do IRAO na morte de centenas de MILITARES AMERICANOS!!! mISTO DE nuclear E CONVENCIONAIS ATAQUES aereos durante 3 dias , sao projetados pelos Generais Americanos!!!SADDAM nao acreditou. Sabemos onde esta!!!

A ignorância é mesmo uma coisa tramada!!!!!!!!!!!
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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:41 am

Vitor mango escreveu:
RONALDO ALMEIDA escreveu:
Isso e problema dos AMERICANOS!!!! THANK GOD!!!

Um dia perguntei a um religioso se o tal GOD que o amigo RON tanto cita porque razão ele tinha dado autorização aos judeus para ocuparem a Palestina

Esse religioso meteu-me a mão amigavelmente em cima do ombro e disse
- Mango Mango o Tal GOD quis apenas e só castigar os judeus dando-lhes um petisco intragável e um inferno terreno onde qualquer solução não existe

O mango ainda não percebeu que o ronron pertence aquelas seitas malucas que falam com Deus!!!!!!!!!!

É aquela padralhada mais manhosa do que aqueles que andam por cá, como é que eles se chamam scratch


Última edição por ricardonunes em Qui Maio 01, 2008 11:41 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:41 am

RONALDO ALMEIDA escreveu:
ricardonunes escreveu:
RONALDO ALMEIDA escreveu:
Isso e problema dos AMERICANOS!!!! THANK GOD!!!

É um problema a nível mundial!!!!!!!!!!!!!!!!!

E um problema que so os USA vao decidir!!!! Os USA, nao vao permitir um IRAO nuclear!!! Os USA nao vao permitir a continuacao da responsabilidade do IRAO na morte de centenas de MILITARES AMERICANOS!!! mISTO DE nuclear E CONVENCIONAIS ATAQUES aereos durante 3 dias , sao projetados pelos Generais Americanos!!!SADDAM nao acreditou. Sabemos onde esta!!!


A unica formula para nao morrerem soldados no Iraque é eles cavarem dali = nada mais logico
Isso de generais planearem ataques aereos durante 3e dias parece.-me o Westmorland no Vietname que lançou milhoes de bombas durante 40 dias e gritava para a america
- Preciso de mais 50.000 marines !
- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !- Preciso de mais 50.000 marines !


o resultado foi uma estrondosa derrota e um pavoroso fim para o Presidente Jonhson
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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:43 am

O PROBLEMA E NOSSO!!! Essa a verdade!!! E os beneficios sao de TODOS!!!
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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:44 am

ricardonunes escreveu:
Vitor mango escreveu:
RONALDO ALMEIDA escreveu:
Isso e problema dos AMERICANOS!!!! THANK GOD!!!

Um dia perguntei a um religioso se o tal GOD que o amigo RON tanto cita porque razão ele tinha dado autorização aos judeus para ocuparem a Palestina

Esse religioso meteu-me a mão amigavelmente em cima do ombro e disse
- Mango Mango o Tal GOD quis apenas e só castigar os judeus dando-lhes um petisco intragável e um inferno terreno onde qualquer solução não existe

O mango ainda não percebeu que o ronron pertence aquelas seitas malucas que falam com Deus!!!!!!!!!!

É aquela padralhada mais manhosa do que aqueles que andam por cá, como é que eles se chamam scratch


O meu avozinho proibia-me de varias coisas
1º mandar á merda um empregado da casa ( dito trabalhador ) = o castigo era serio
2º Deixar ou estragar comida
3º Invocar o nome de GOD em paleios
4º entrar á porrada antes de esgotar a diplomacia = Dizia-me o VOVO
- manguita usa os miolos a FORÇA é parea os bois puxarem os carros de bois
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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:47 am

Meuestimado MANGO, a BOLA esta nos IRANIANOS. Se nao quiserem ser aniquilados, E FACIL. Basta respeitarem a ONU!!! Nao fabricar a BOMBA. Mas parece que os neuronios nao respondem. ENTAO terao o fim de SADDAM E QUADRILHA!!!
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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:48 am

RONALDO ALMEIDA escreveu:
O PROBLEMA E NOSSO!!! Essa a verdade!!! E os beneficios sao de TODOS!!!


E os beneficios sao de TODOS!!!








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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:49 am

o PRECO DO PETROLIO PODE IR PARA OS 300/BARRIL, temporariamente. Ja mandei construir , na quinta, um deposito de 50 000 galoes PARA ENCHER DE GASOLINA. A acrescentar aos 2 que ja tenho!!!
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MensagemAssunto: Re: Irã apresenta queixa à ONU por 'ameaça' de Hillary   Qui Maio 01, 2008 11:53 am

RONALDO ALMEIDA escreveu:
o PRECO DO PETROLIO PODE IR PARA OS 300/BARRIL, temporariamente. Ja mandei construir , na quinta, um deposito de 50 000 galoes PARA ENCHER DE GASOLINA. A acrescentar aos 2 que ja tenho!!!

Esta é nova, a Quinta Rolling Eyes
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Vitor mango

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MensagemAssunto: do avante = sem licença   Qui Maio 01, 2008 11:53 am

PORRA RON
apre34ndas com a cagada do Vietname
leia a historia de Portugal e vera que um povo nunca se verga a um invasor
Vou citar o Avante = jornal que nunca li = nao tenho oculos proprios
mas leia leia
===========================
Bárbaros
vão massacrar o Vietname


O caos
«Good Morning, Vietname!»

A invasão do Vietname do Sul pelas forças armadas dos Estados Unidos era uma terrível realidade a partir de 1965. Johnson declarava: «Não hei-de ser o primeiro presidente americano a perder uma guerra». No comando, o general William Westmorland enviava divisões inteiras para o atoleiro das missões de «seek and destroy» onde se matava e morria, ingloriamente. O exército do Vietname do Norte e o Vietcong surgiam diante dos americanos como forças de inesperada capacidade. Todas as grandes esperanças dos altos comandos em Saigão estavam na capacidade de fogo dos helicópteros da morte e nos bombardeamentos sobre Hanói e Haiphong. Os americanos compreendiam mas declinavam aceitar que o povo do Vietname não queria a liberdade «democrática» do capitalismo. Liderados pelo glorioso Partido Comunista do Vietname, os amigos da pátria preferiram a sua própria liberdade, a sua democracia num país onde a exploração do homem pelo homem fosse para todo o sempre banida.

Saigão era o caos. O caos dos americanos. O caos onde os valores humanos morriam. Mundo de raparigas a preço. todas as loucuras permissíveis. Um trânsito de dantescas proporções. Casinos legais clandestinos. O dólar no comando da vida. «Good morning, Vietnam!», gritava todas as manhãs a rádio das forças armadas. Os hospitais cheios. horríveis ferimentos. Bombardeamentos de «napalm». Gente carbonizada. Vinganças sobre vinganças. As lágrimas dos camponeses. OVietcong espera a sua hora. E os americanos pressentem que essa hora chegará. Por isso intensificam as suas missões de morte. Bombas sobre Hanói. Milhares de pessoas armadas, às vezes com uma simples pistola, procuram atingir os B-52 assassinos. Atónita, toda a América, ao vê-los tombar. Os americanos tinham penetrado as portas do inferno. Ao pequeno-almoço, todas as manhãs, reportagens directas de combates terríveis. Quem podia aguentar aquilo? A juventude começa a protestar. Milhares de mobilizados fogem do país. Já ninguém quer conhecer a glória no Vietname, a sua submissão ao capitalismo. Chegam aviões carregados de caixões. A América perfila-se diante dos seus heróis. São heróis dos seus próprios sofrimentos, das suas trágicas desilusões. OVietname chora. Mas chora de raiva. Dessa raiva nasce uma revolta, uma coragem, uma final vontade de morrer para voltar a nascer. Morrer mil vezes e lutar sempre. Sempre! Sempre, sempre! O sangue dos patriotas e dos inocentes corria. Mas os americanos gritavam todas as manhãs: «Good morning, Vietnam!» Era o chamamento do inferno.

No Ano Novo de 1968
A ofensiva do TET

Em fins de 1967, o Alto-Comando americano convencera-se de que o general Giap tinha preparado um plano de operação que poderia alterar todo o curso da guerra.

Giap, o vencedor de Dien Bien Phu, era já por eles reconhecido como um chefe militar à altura dos maiores da História. Respeitavam-no. Mas viviam no generalizado convencimento de que o Vietname estava a perder a guerra. Essa errónea opinião servia para consumo interno nos Estados Unidos e enganava o mundo menos informado – apesar das reservas evidenciadas por experimentados políticos da área da política externa como Clark Clifford, J. William Fulbright, Georde Ball, ou por jornalistas como James Reston.
O objectivo do general Vo Nguyen consistia em desferir um profundo golpe militar que apanhasse os americanos de surpresa e lhes diminuísse a vontade de lutar em terra tão estranha numa guerra injusta e de objectivos criminosos. Por outro lado, destruiria o governo de Saigão que os americanos procuravam por todos os meios emprestar credibilidade. O plano consistia em atacar poderosamente a base americana de Khe Sanh, enquanto forças do exército do Vietname do Norte, junto com tropas do Vietcong, levariam a guerra autêntica às principais cidades e capitais provinciais. Se os americanos optassem por defender Khe Sanh os seus meios de resposta nos restantes centros ficariam diminuídos.
Khe Sahn ficou cercada. Em cidades como Hué, Danang e Saigão a força e a surpresa dos ataques patrióticos deu-lhes a iniciativa. Os combates no centro de Saigão mostraram, claramente, o Vietcong a encurralar os defensores americanos.
A certa altura, a Embaixada esteve em perigo. A desorientação entre quase todos os centros de comando americanos era patente. O mundo assistiu, estupefacto, a uma enorme humilhação das forças americanas principalmente em Saigão e Danang. Os valetes de Washington, esses, perderam a pouca autoridade de que dispunham. No fim dos combates, os americanos pretenderam demonstrar que haviam ganho as batalhas do Tet. Mas ninguém os acreditou. A capacidade militar dos patriotas ficou amplamente demonstrada e as forças infiltradas em Danang, especialmente, só a muito custo foram desalojadas. A guerra entrou num período de acção psicológica. Os americanos já estavam na corrida para as eleições presidenciais de 1968.

«Marines» assassinaram Hué

As batalhas do Tet, entretanto, ficaram na História. Foi notável a introdução de tropas especiais em Saigão sem que os americanos dessem por tal. O general Westmoreland e o seu «staff» endoidecidos pela surpresa. O comandante americano encarregado da defesa de Saigão, o general Federick Weyand, a chamar tropas de que dispunha na fronteira com o Cambodja, aflitivamente. Importantes áreas de Hué e Saigão tinham caído para o Vietcong. Bases aéreas americanas em Plaiku, Quang Nam, Darlac, sob intenso fogo dos patriotas. A batalha às portas da embaixada americana, onde comandos Vietcong lutaram heroicamente, só foi estabilizada com a chegada de forças da 101.ª divisão aerotransportada. Dois batalhões das tropas patrióticas atacaram a base aérea de Bien Hos causando centenas de baixas entre os americanos e destruindo dezenas de aviões.
O presidente-fantoche, Thieu, declarou a lei marcial a 31 de Janeiro. Mas em Saigão combateu-se até 5 de Fevereiro e no bairro chinês de Cholon a luta prolongou-se ainda mais. Entre a população civil contaram-se mais de 15 000 mortos. Na cidade de Hué flutuava a bandeira do Vietcong. Aí, em lutas de ruas, as baixas registadas por ambos os lados eram consideráveis. Mas o Vietname tinha o apoio das massas. Para que os americanos restabelecessem a sua ordem e a dos seus servis generais de Saigão, foram precisos meses de atrito e combate. Hué foi vítima de execução em massa quando os «marines» chegaram. A base e o perímetro de Khe Sanh não seriam reconquistados senão em Abril, por forças aerotransportadas do 1.º Regimento americano de Cavalaria.

Toda a América assistiu aos combates do Tet pela televisão. O que fazer, agora? Eis a pergunta que atingiu o país inteiro.

A vietnamização

Richard Nixon (1969-1974) foi eleito por ter prometido ao povo americanoo fim da guerra. Dizia que, para tal, tinha um plano secreto que permitiria sair com honra. Mas a guerra intensificou-se logo que os primeiros contingentes americanos foram retirados. O plano final da «Tricky-Dick» consistia naquilo que viria a chamar-se a vietnamização do conflito, isto é, a continuação da guerra só entre os vietnamitas do Sul e os do Norte, com amplo apoio militar americano aos fascistas de Saigão.

Prosseguindo a reestruturação das suas forças, o Vietname do Norte e o Vietcong preparavam novas ofensivas. Sabiam que a conjuntura lhes ofereceria oportunidades.
A hidra imperialista, contudo, apesar de pretender retirar o seu próprio pessoal, anunciou que não abandonaria o Vietname do Sul. O secretário da Defesa, Melvin Laird, ordenou ao Pentágono o envio de equipamento suplementar no valor de 2 biliões de dólares incluindo mais de 600 aviões. O Vietname do Sul passaria a possuir a 4.ª maior força aérea, a 5.ª maior marinha de guerra (1500 navios) e o 4.º mais numeroso exército em todo o mundo (mais de um milhão de soldados). Nixon, entretanto, ordenou que recomeçassem os bombardeamentos aéreos do Vietname do Norte e mandou minar os portos de Hanói e Haiphong que os navios da URSS utilizavam para descarregar material de guertra necessário às forças de libertação. Isto era em 1977.

No ano seguinte, precisamente a 27 de Janeiro de 1973, Nixon anunciou que as conversações de Paris envolvendo o seu representante especial, Henry Kissinger, e o enviado de Hanói, Le Duc Tho, tinham chegado a conslusões positivas. Todas as forças norte-americanas seriam retiradas e o Vietname do Norte entregaria os prisioneiros de guerra que tinha na sua posse.

A América paralisada

Os americanos já tinham enterrado mais de 55 000 dos seus soldados. O país não aceitava novas baixas ou mobilizações. No terreno, porém, instaurava-se a vietnamização que não passava de uma terceira guerra travada pelos patriotas para a liberdade da sua terra. Começavam a chegar aos Estados Unidos os militares libertos por Hanói. Mas o cenário era de intensa depressão. Os americanos tinham no seu seio o espectro da guerra moderna. Milhares de inválidos ilustravam a sociedade naquele que se dizia ser o mais poderoso país do mundo mas que não fora capaz de vencer a vontade e o patriotismo da nação de Ho Chi-Minh. Do lado do Vietname, a desolação era imensa. Os efeitos dos desfoliantes, do napalm, do «agente Orange» e de todos os tóxicos utilizados para matar, estavam à vista.
A vietnamização foi o crime supremo. Frente ao povo do Vietname, pefilava-se um poderoso exército de assassinos apoiado pela política «gangster» de Richard Nixon. Mas o escândalo de Watergate começou a minar o coração da Casa Branca tal como os vampiros do Pentágono tinham minado Hanói e Haiphong. Americanos de consciência gritavam: «Fechem o Pentágono à chave!» Mas os desígnios do imperialismo, apesar das profundas humilhações que estava a sofrer, mantinham-se.
O Vietname sabia, agora, que Nixon não podia garantir a viabilidade dos criminosos de Saigão. O Congresso dos Estados Unidos passava leis quase diárias que limitavam a capacidade da presidência para, em caso de emergência, voltar a Saigão em defesa dos seus aliados. Assinado um novo Tratado de Paz, Le Duc The achou-se habilitado a declarar perante o Comité Central do Partido Comunista do Vietname que o momento chegara porque o vírus da imobilidade atacara a Casa Branca e, de uma maneira geral, a nação americana. Na verdade, o Congresso proibiu os bombardeamentos aéreos em 15 de Agosto de 1973.
Thieu, em fins desse ano, anunciou a nova guerra. Que outra alternativa lhe restava? Acreditava que a América o protegeria até ao fim. O embaixador Martin, que substituíra Ellsworth Bunker, encorajava-o nesse convencimento. Mas Nixon demitira-se em Agosto de 1974. Para o Vitname do Norte, o sinal apresentava-se com toda a clareza. O grande e mortal inimigo estava profundamente ferido. Já não reagiria.

O fim

O ano de 1974 foi o do início da grande arrancada para a libertação. Cortados os fundos pelo Congresso, o Pentágono ficava sem meios para ajudar Saigão que dissipara os últimos 7 biliões de dólares recebidos como auxílio militar. As forças de Thieu iam sofrer a mais inesperada derrota. Plaiku foi atacada. Mas ao tentarem defender essa cidade, os reaccionários de Saigão dispersaram meios e deixaram expostas outras regiões. Uma atmosfera de pânico começou a invadir as forças sul-vietnamitas. Massas de civis que haviam depositado confiança no capitalismo, nos americanos e em Thieu sentiram o princípio do fim. Começa um espectacular êxodo para Danang. A confusão na cidade costeira que havia servido de grande centro militar americano ganha os limites do inacreditável. A 21 de Março de 1975, estão mais de 100 000 refugiados na cidade. Soldados fogem para Sul. Soldados? Regimentos, divisões. Quem salvará Saigão?

A desintegração do exército de Thieu é um facto. O homem forte dos americanos exige que o salvem. Em Washington já não se duvida de que o governo-fantoche de Thieu não pode sobreviver. Civis americanos começam a fazer as malas. Porta-aviões americanos fazem desembarcar fuzileiros navais para a evacuação de Pnom-Penh (Camboja). A embaixada em Saigão trabalha, febrilmente, para conseguir a formação de um governo de último recurso. Todas as estradas estão cheias de gente que julga possível ser evacuada para os Estados Unidos. Há nuvens negras no horizonte provenientes de bombardeamentos. Em Swan Loc, as últimas tropas são evacuadas por helicópteros. Thieu é obrigado a demitir-se. A derradeira oportunidade está no general Sung van Minh, conhecido entre os americanos como «Big Minh», uma figura cujo liberalismo, cuja bonomia, se tornara inaceitável, anteriormente. O Partido Comunista, o Vietname do Norte, o Vietcong, exigem a rendição incondicional do regime ilegal com sede em Saigão e não aceitam conversações ou compromissos.

Grito de vitória:
Saigão, Saigão, Saigão!

A 29 de Abril, as forças patrióticas estão às portas de Saigão. O aeroporto acha-se debaixo de fogo. A evacuação de civis americanos e vietnamitas faz-se por helicóptero entre cenas infernais. Alguns aparelhos despenham-se. Tentam atingir pistas de aterragem nos porta-aviões. O pânico em toda a cidade é, simplesmente, indescritível. Nos terraços da embaixada, onde tanto poder se exercera, aterram helicópteros. Depois, partem, apinhados, em direcção aos porta-aviões. Saigão é um manicómio, uma cidade capital da anarquia. Ouvem-se tiros. É hora de inúmeras vinganças.
As forças de libertação nacional entraram em Saigão a partir de seis direcções diferentes. De repente, estabeleceu-se uma terrível calma. Notam-se, nas ruas, homens que se desfizeram das suas fardas de soldados e pretendem, agora, ser vistos como simples civis que nunca cometeram um simples crime na vida.
A 30 de Abril, os tanques comunistas dirigem-se para o palácio do governo criminoso onde trabalhara Thieu. À sua retaguarda movimentam-se tropas da 2.ª divisão de infantaria, comandadas por Pham Xuan The. Os tanques do 203.º regimento não encontraram resistência. Saigão morrera agarrada às suas ilusões.
Nguyen Van Hung, comandante do segundo tanque que entrou no palácio do governo ignorava que algumas das principais figuras do regime derrotado se encontravam num dos salões. Um brigadeiro que servira Thieu conduziu-o a esse lugar. Havia 30 ou 40 pessoas ali. Todos se ergueram perante o comandante comunista, agora acompanhado por The. O brigadeiro apresentou-o a «Big Minh». Ninguém se encontrava fardado. Disse «Big Minh»: «Estávamos à vossa espera para vos fazermos entrega do poder.» Os dois oficiais comunistas empunhavam pistolas. The, respondeu: «Vocês são nossos prisioneiros. Devem entregar-se incondicionalmente. Não há qualquer transmissão de poderes.»
«Avante!» Nº 1379 - 4.Maio.2000
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