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 Porquê Israel tem que ser destruído.

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jps

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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Qua Out 31, 2007 5:09 am

Hoje recebi uma mensagem privada do Sr Ronaldo de Almeida, na qual sou convidado para participar no chat.

Primeiro devo dizer que, partindo de um principio não frequento muito os chats.

Segundo não tenho por habito falar com estranhos.

Terceiro e ultimo, enquanto a substância oratória do dito Sr não se alterar, nada há para conversar entre os dois.

A bem da nação

JPSatanáz
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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Qua Out 31, 2007 8:12 am

CRITICAM os JUDEUS, e actuam como os JUDEUS, que tanto odeiam e recusam-se ,sabe-se la porque, a conversar-dialogar-debater, com aqueles que nao teem a opiniao deles!!!

A BEM DA HUMANIDADE

RONALDO ALMEIDA
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jps

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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Qua Out 31, 2007 9:20 am

Meu caro Sr.

Eu falei em "substância" e não em "opinião" ...............

Consegue entender a diferença?
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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Qua Out 31, 2007 9:59 am

jps escreveu:
Meu caro Sr.

Eu falei em "substância" e não em "opinião" ...............

Consegue entender a diferença?

ENTENDO!!!! E mais do qe pensa!!!
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ECOADOR

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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Qui Nov 01, 2007 2:40 am

Acho que o insuspeito ADRIANO Moreira é insuspeito quando fala de Israel
Ele é de Direita e foi ministro das colónias de Salazar
Estando o ECO dominado por um lobby judaico tudo o que era falado la caía num arremesso de datas e literatura de cordel para os incauto
Afirmei lá por varias e muitas vezes que a discussão que se mantinha era igual ao período do Marcelo Caetano em que ele ja sabendo que o dique ia rebentar por todo o lado vinha para a TV dizer banalidades
DEPOIS ...BUMMMMM o dique foi abaixo
............
vamos ao dique
Acho na minha experiência pessoal que conta já com milhares de idas ao banheiro e compra de muito papel higiénico que os Judeus cometeram o maior erro histórico a que eu chamei MONSTRO
Quando ...
quando pensaram criar um estado confessional judaico
Porque ?
Porque estando os Judeus espalhados pelo mundo seria difícil atacá-los país por país .
Ao concentrarem-se num único buraco ficaram mesmo á mão de semear para que dentro do buraco lhe atirassem mimos, bombas, tremoços, cascas de pevide e toda a casta de slogans anti-semitas em doses maciças
Ao pensarem defenderem-se fizeram um muro
Ora os muros isolam quem se mete dentro deles e são sempre o último dos argumentos para um diálogo
Mais ...compraram o que de melhor havia em armas e sairam do buraco e fizeram colonatos que no fundo são múltiplos muros
Ou seja multiplicaram o erro
Depois cometeram outro erro ainda pior
Meteram os seus soldados a fazer uma guerra civil :
- Soldados contra população civil
Ora toda a gente sabe que uma guerrilha é invencível e um soldado ao lidar com o POVO humaniza-se num conflito porque desperta os seus sentimentos que anda a matar como assassino
ORA ( verbo orar ) o conflito dura 60 anos e não abranda
PIORA dia a dia
E o mundo que lhe deu o Buraco ( cito Adriano Moreira ) hoje sabe que cometeu um erro abismal e não sabe como tirar aquela malta do buraco onde se meteram
Eles arriscam-se a um belo dia o seu exército farto me cansado mandar as armas para o lado e fazer um "25 de ABRIL "
Uma implosão
Com consequência nefastas e gordas dentro de Israel
A Europa bem tentou resolver o petisco segurando o Arafat mas os americanos novatos nisto de colonizar acharam e acham que tudo se resolve aos tiros e caboiadas seja num micróbio pais de Granada seja no Iraque ou ...
Só que os americanos acabaram presos na armadilha
Porque um estado confessional veio despertar a fúria do Islão
E QUANDO FALAMOS EM RELIGIÃO TANTO OS ARABES SÃO RIDICULOS AO MATAREM-SE POR virgens ( UMA BOA BOCA ) COMO OS judeus Jerusalém E RECONSTRUINDO O TEMPLO de Salomão o Profeta deles calça as pantufas e vem SALVAR os Judeus
Verifico o vosso sorriso travesso meus caros amigos
mas ...porra eles acreditam mesmo nisso

fiquemos por aqui porque isto tem muita substância
CONVENCIDOS QUE OCUPANDO
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ECOADOR

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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Qui Nov 01, 2007 2:49 am

Se virem cores e berlotes podem pensar que eu me diverti a colorira algumas palavras
Eu esclareço
Eu pedi ao Google para encontrar erros e eu acreditei que o Google nos emendou depois de eu ter dito ak
Só que devia ter carregado " Check Stop " no fim
Como não o fiz o que vêem são as palavras que foram corrigidas
ate nem nada mal ( muito poucas ) para quem sentado em S. Pedro de Moel e com o Asus na mão debita ciência analítica politica
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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Qui Nov 01, 2007 2:57 am

parte I
======================

A Questão da Palestina


L. Vatolina

Primeira Edição: ......

Fonte: Problemas - Revista Mensal de Cultura Política nº 14 - Outubro de 1948 .

Transcrição e HTML: Fernando A. S. Araújo,
Julho 2007.


A Palestina é um país agrário. É fraco seu desenvolvimento industrial. Aproximadamente 67% de sua população (1.912.000 habitantes, dos quais 1.143.000 Árabes e 600.000 Judeus) (1) ocupam-se na agricultura. Entretanto, a superfície de suas terras de cultura é muito restrita, não ultrapassando 8.000 quilômetros quadrados numa extensão total de 26.000 quilômetros quadrados. A densidade média da população é de 73 habitantes por quilômetros quadrado.

A quem pertencem as terras ?

Perto de 45% dessas terras estão concentradas nas mãos dos senhores feudais árabes, mais de 20% pertencem aos fundos de colonização judaicos, que os cedem em arrendamento a longo prazo aos colonos individuais e às cooperativas agrícolas judaicas (2); uma outra parte é controlada pelas grandes sociedades judaicas e pela comunidade religiosa muçulmana dos Vecufs.

Assim, os camponeses árabes, em sua grande massa, só dispõem de
pequenos pedaços de terra, que obtêm, por arrendamento, dos grandes
proprietários árabes os quais lhes impõem uma espécie de servidão.
Quanto aos camponeses sem terra, esses são também explorados nas
plantações da burguesia judaica.

No que se refere aos fundos de colonização judaica, a revista "Eretz Israel" publicou índices relativos à atividade do mais importante entre eles, o "Kerem Hassoyed", órgão financeiro da Agência Judaica (3) que, em 24 anos de existência, recolheu 13 milhões de libras esterlinas entre os Judeus da Europa e sobretudo da América, para a compra de terras na Palestina. Atualmente, dos 170.000 hectares aproximadamente, de que dispõe a população judaica na Palestina, 30% pertencem ao "Kerem Hassoyed". E contam-se por dezenas de milhares os proprietários árabes que perderam suas terras, devido à aquisição das mesmas pelas sociedades de colonização judaica, ligadas ao Banco Rothschild de Londres, assim como a outros bancos internacionais.

Além disso, graças aos créditos de que dispõem, em razão dessas ligações, as plantações judaicas são munidas de equipamento técnico moderno enquanto que as pequenas explorações árabes empregam, na sua maioria, métodos primitivos de lavoura. Estas últimas cultivam principalmente cereais, que servem para o consumo interno do país; aquelas cultivam especialmente ameixa principal produto comercial do país e que é exportado para os Estados Unidos.

Já vimos que é fraco o desenvolvimento industrial da Palestina. A indústria existente é sustentada por capitais ingleses, americanos, e, em pequena parte, judeus, investidos principalmente na produção de potassa, de soda e de energia elétrica, assim como na transformação do petróleo.
(4)

Quanto às empresas industriais médias, essas pertencem, em grande parte, à burguesia judaica imigrada. Graças à imigração dos operários judeus, que se produziu principalmente durante os últimos anos, a experiência dos métodos modernos de produção difundiu-se nessa indústria, ao mesmo tempo em que se ampliava o mercado interno.

A Imigração Judaica

Foi no período compreendido entre as duas guerras que se tornou mais forte a imigração judaica na Palestina. Nos vinte anos que decorreram após a obtenção do mandato sobre a Palestina, pela Inglaterra, de 1919 a 1939, 400.000 imigrantes judeus instalaram-se naquele país. Foi assim que a composição da população modificou-se da seguinte maneira no decorrer desse período: em 1919, contavam-se 65.000 judeus num total de 648.000 habitantes; em 1939, contavam-se já 446.000 judeus num total de 1.502.000 habitantes; em 1946, 600.000 em 1.800.000.

Ao mesmo tempo, aumentava consideràvelmente o afluxo dos capitais.

Em 20 anos, 575 milhões de dólares foram investidos na Palestina, dos quais três quarta partes a favor da burguesia judaica, sendo uma parte utilizada na compra, para os imigrantes, das terras dos "felahs", enquanto a maior parte era investida no comércio e na indústria. Como essa colonização das terras árabes pelos Judeus poderia ter deixado de agravar consideràvelmente a tensão árabe-judáica? Depois da ida de Hitler ao poder, do aguçamento da perseguição aos judeus na Alemanha e das conseqüências da crise econômica na Europa, o número dos imigrantes passou de 5.200 em 1929, 4.900 em 1930, 4.000 em 1931, 9.500 em 1932, a 33.300 em 1933, 42.300 em 1934 e 61.800 em 1936 (5).

Nessas condições, como poderiam os Árabes deixar de temer a possibilidade de se tornarem, um dia, minoria? Tanto mais que a Inglaterra excitava artificialmente e explorava, para seus próprios fins imperialistas, a discórdia árabe-judáica.

Indústria, Comércio e Finanças

Por mais fraca que seja, a indústria da Palestina, que trabalhou durante a guerra, para as necessidades militares da Grã-Bretanha, desenvolveu-se, então, consideràvelmente. Foi assim que o valor global da produção passou de 10 milhões de libras esterlinas em 1939 a 36 milhões em 1943. A percentagem da população empregada na indústria passou, em conseqüência, de 14 em 1931, a 25 em 1942. Várias indústrias novas, trabalhando em parte para a população, foram, além disso, criadas no decorrer destes últimos anos: indústrias químicas, farmacêutica, de silicatos, de conservas, etc.

Isso não altera o fato de que é muito fraco o capital nacional árabe.

Algumas pequenas empresas de transformação dos produtos agrícolas (indústria do vinho, do sabão, etc.) são as únicas que se acham concentradas nas mãos da burguesia árabe. É a burguesia judia quem controla a maior parte da pequena indústria e da média, em particular a indústria de lapidação de diamantes, que utiliza a matéria prima da União Sul-Africana, e que recentemente tomou especial desenvolvimento, com a exportação dos diamantes lapidados para os Estados Unidos. Dessa maneira, segundo os cálculos da Agência Judaica, a produção das empresas judaicas passou de 9 milhões de libras, em 1937, a 20,7 milhões em 1942, e o número dos operários que elas empregam passou ao mesmo tempo de 30.000 para 56.000. (6)

O comércio exterior, aliás, representa um papel importante na economia da Palestina, economia essa que depende, em conseqüência da situação colonial do país, da importação dos produtos manufaturados. (A balança comercial da Palestina sempre foi passiva e acha-se coberta pelo produto das exportações invisíveis, imigração, turismo, peregrinações). O volume total desse comércio exterior passou, de 1939 a 1944, de 19,7 milhões de libras esterlinas, para 50 8 milhões (7).

É conveniente observar, a esse respeito, que, enquanto que antes da guerra a parte da Inglaterra atingia a perto de 20% nas importações e 50% nas exportações da Palestina, e o segundo lugar era ocupado pela Alemanha, foram os Estados Unidos e os países árabe que, durante a guerra, se beneficiaram com um aumento da sua parte.

Do ponto de vista financeiro, a Palestina depende do capital inglês e americano (Barclay's Bank, Banco de Hipotecas da Palestina, Banco central das cooperativas, etc.), com o qual o capital judeu se acha ligado intimamente, assumindo com frequência o papel de intermediário.

Além disso, a Palestina, durante a guerra, foi, como o Egito e a índia,
credora da Inglaterra. A dívida inglesa para com a Palestina é de 120
milhões de libras.
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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Qui Nov 01, 2007 3:01 am

parte III ( e acabou )

O Ponto de Vista Soviético



Como se vê, a luta diplomática que se travou em torno da questão da
Palestina sempre foi extremamente completa. A Inglaterra e os Estados
Unidos, com efeito, mascaram constantemente suas verdadeiras intenções
nesse setor, com declarações solenes de toda espécie e com promessas.

Essas duplicidade foi, aliás, relevada em parte, no que se refere à
política americana, pelos documentos confidenciais citados por Burtley
Cram em seu livro: "Atrás da Cortina de Seda". Foi assim que — conforme
provam esses documentos — cada vez que eram feitas promessas aos
Judeus, no sentido de resolver o problema da Palestina, o Departamento
de Estado nunca deixava de prevenir imediatamente aos líderes árabes
que não tomassem em consideração essas promessas.
Ao contrário, é muita nítida a posição da União Soviética quanto ao
problema da Palestina. E a União Soviética, país multinacional, onde
foi resolvido com sucesso o difícil problema das nacionalidades, pode
falar com conhecimento de causa. Graças aos sábios princípios da
política leninista-stalinista, sessenta nacionalidades diferentes vivem
nos territórios soviéticos, fraternalmente unidas, substituindo a velha
Rússia czarista onde se sucediam os progroms de judeus e os massacres
dos Armênios. Existe, aliás, na URSS, uma região autônoma judaica.

Tendo dado ao mundo inteiro o exemplo do triunfo de uma justa e
eficaz política das nacionalidades, a URSS não pode permanecer
indiferente à sorte dos povos que estão ainda oprimidos pelo
imperialismo. Por isso mesmo, ela sempre lutou com conseqüência e
continua a lutar pelo reconhecimento da independência dos Egípcios, dos
Indonésios e dos outros povos dependentes e escravizados. E a sorte do
infeliz povo judeu, tão maltratado pela guerra, não pode deixar de
despertar sua simpatia.

Em sua intervenção na sessão especial da Assembléia geral da ONU, A.
Gromyko, representante da União Soviética, examinou várias
possibilidades relativas à futura organização da Palestina. Indicou os
seguintes projetos:

[*]— formação de um único Estado árabe-judáico, sendo que os dois povos devem gozar de direitos iguais;
[*]— divisão da Palestina em dois Estados democráticos independentes, um árabe e outro judeu.

A. Gromyko fez ressaltar, a esse respeito, que tanto os Árabes
quanto os Judeus possuem raízes históricas na Palestina e ocupam um
lugar importante na vida econômica e cultural desse país. Qualquer
outra solução, desprezando os direitos legítimos de um ou de outro
povo, não poderia, portanto, dar uma solução eqüitativa ao problema da
Palestina, e só traria conseqüências desastrosas.

Tomando esse fato em consideração, isto é, que a Palestina se tornou
a Pátria dos dois povos, a delegação soviética tinha chegado à
conclusão de que "a solução mais realista do problema seria a criação
de um único Estado duplo, árabe-judáico, independente e democrático".

Nesse Estado, que garantiria, efetivamente, partindo dos princípios
democráticos, a igualdade dos direitos e a colaboração econômica
pacífica dos Árabes e dos Judeus, os povos veriam abrir-se ante seus
olhos perspectivas ilimitadas de desenvolvimento cultural e econômico,
para o máximo benefício de toda a população do Estado democrático
bi-nacional. Como o fez ainda notar A. Gromyko, a criação de um Estado
assim constituiria, além de tudo, um fundamento sólido para a
co-habitação pacífica e a colaboração dos Árabes e dos Judeus, não só
no interesses dos dois povos, mas também no da paz em todo o
Oriente-Próximo.

Mas a brutal agravação das relações árabe-judaicas, a que hoje
assistimos, por culpa da intervenção estrangeira, só permitiu que fosse
encarada a segunda solução proposta pela delegação soviética, isto é, a
divisão da Palestina em dois Estados, dos quais um, o Estado de Israel,
já está formado e reconhecido pela URSS.

Mas, de um ou de outro modo, e apesar da forte opressão exercida
sobre a opinião pelos agrupamentos ultra-nacionalistas, tanto árabes
quanto judeus, e apesar, também, de toda sorte de subtilezas jurídicas,
a União Soviética repele resolutamente qualquer projeto de organização
da Palestina que não quisesse levar em consideração os direitos
legítimos quer dos Árabes, quer dos Judeus.

Notas:

1 - "Bulletin of Current Statistics" — Maio de 1947. (retornar ao texto)

2 - Segundo os índices da Agência Judaica, 25% dos imigrados judeus fixaram-se nos campos, 75% residem nas cidades. (retornar ao texto)

3 - A função da Agência Judaica foi
prevista pelo art. 4, do mandato palestino de 1922 . Sua finalidade é a
de tomar, sob o controle da administração inglesa, todas as medidas
necessárias à criação do lar nacional judaico. (retornar ao texto)

4 - A grande refinaria do "Irak Petroleum Co.", em Haifa, transforma cerca de dois milhões de toneladas por ano. (retornar ao texto)

5 - John Marlowe "Rebellion in Palestine" — 1946. (retornar ao texto)

6 - "Great-Britain and Palestine, 1915-1945" Royal Institute of International affaírs, London, 1946, pág. 79. (retornar ao texto)

7 - Obra citada, pág. 80. (retornar ao texto)

8 - Segundo as informações do
representante oficial da Agência Judaica, o Dr. Haim Weizman, e o líder
do Partido Sionista da Palestina, David Ben-Hurion, mais de 30.000
judeus auxiliaram a Grã-Bretanha a combater o fascismo. (retornar ao texto)

9 - Declaração pela qual, em 1917, o governo inglês prometia a criação de um lar nacional judaico na Palestina. (retornar ao texto)
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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Qui Nov 01, 2007 4:33 am

O que ha por la com fartura: ARMAS,PETROLIO E AREIA!!! E muita DITADURA!!! Laughing Laughing Laughing Laughing
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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Qui Nov 01, 2007 4:36 am

Nao esqueca-mos a FALTA DE DESODORIZANTE e AGUA POTAVEL!!!! Wink
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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Qui Nov 01, 2007 3:03 pm

apanhei por aí estes textos que me pareceram interessantes para ilustrar este tema
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

A Era Cristã
No início da era cristã os Judeus ascenderiam a 8 milhões, vivendo
principalmente em Alexandria, Cirenaica (Norte de África), Babilónia,
Antioquia, Éfeso e Roma. A sua dispersão pela Europa foi distinta conduzindo
à emergência de ritos e comunidades diferenciadas, com leis, costumes,
liturgia e línguas distintas: ao centro e a leste, os judeus de rito
Askenazi (nome hebraico para a Alemanha) falantes de Yiddish (mescla
de hebraico e alemão) e que nos séculos XIX e XX emigrariam em largo
número para os EUA, e após a 2ª Guerra Mundial, para Israel, representando
85% dos judeus no mundo; a oeste, os judeus sefarditas, de rito Sefardi
(do hebraico Seffarad, que designava a Península Ibérica) falantes de
ladino (mescla de português, castelhano e hebraico) e que, expulsos de
Espanha (1492) e Portugal (1496), espalharam-se por numerosos países,
com destaque para a Holanda (e Nova Amesterdão, 1655), Inglaterra, Alemanha
(Hamburgo), Itália, Turquia (Istambul e Salónica, as maiores comunidades
sefarditas a partir do século XVI), Marrocos, Síria e Palestina.

O antijudaísmo: raízes
O anti-semitismo, mais propriamente antijudaísmo, é pois uma decorrência
da Diáspora, mas também, da expansão do cristianismo, gerador de uma
espécie de “mito judaico”, traduzido num clima hostil aos Judeus e no
preconceito assente em duas premissas: os Judeus eram culpados da morte
de Cristo; a sua dispersão (diáspora) era o castigo. Entre os motivos
de ordem social para justificar o antijudaísmo, um é falso – o de considerar
a “raça judaica” como inferior e decadente; mas o outro verdadeiro –
o separatismo étnico (endogamia) que, se dá coesão e solidariedade a
este povo, assegurando-lhe a continuidade através dos tempos, gera estranheza
e desconfiança entre as sociedades onde residem, tornando o judeu inassimilável,
para mais, numa época de emergência dos Estados modernos assentes na
unidade política, jurídica e religiosa. De 1100 a 1750 é a época das
violações e proscrições gerais – extorsões financeiras, limitações de
direitos civis, massacres nas Cruzadas, perseguições e expulsões em massa
(Inglaterra, 1290; França, 1306, 1322, 1394; Espanha, 1492; Portugal,
1496; Áustria, 1670; Boémia e Morávia, 1745) – e da segregação – a instituição
do ghetto (do hebreu ghet, carta de divórcio) ou “judiaria”, bairro de
residência coactiva para os Judeus.
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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Qui Nov 01, 2007 3:19 pm

Nao sou judeu , mas tenho uma GRANDE admiracao por eles!!! TODOS devemos muito a inteligencia deles!!!
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vagalhao

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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Sex Nov 02, 2007 12:48 pm

Abbas encontra membros do Hamas, mas nega reconciliação

Abbas quer que Hamas abra mão do controle sobre a Faixa de GazaO
presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, se
encontrou nesta sexta-feira com representantes do Hamas pela primeira
vez desde que o grupo palestino assumiu o controle da Faixa de Gaza, em
junho.


O encontro com quatro
representantes do Hamas ocorreu no escritório de Abbas em Ramallah, na
Cisjordânia, território que permanece sob controle do Fatah, o grupo
político do presidente.
Desde que o Hamas
assumiu o controle de Gaza, Abbas vinha se recusando a conversar com
representantes da organização, a quem acusa de ter realizado um golpe
contra ele.
Abbas quer que o Hamas devolva o controle sobre a Faixa de Gaza.
"Eu
me encontrei com representantes do Hamas e disse a eles que não haverá
diálogo com o Hamas até que eles voltem atrás no golpe", disse o
presidente palestino à agência de notícias Reuters, depois do encontro.
"Atmosfera transparente"
Ainda
de acordo com a Reuters, os quatro representantes do Hamas são baseados
na Cisjordânia, enquanto as principais lideranças do grupo atuam em
Gaza.
Um dos representantes recebidos por Abbas
foi o ex-vice primeiro-ministro Nasserdine Al-Shaer, que ocupou o posto
durante o governo de coalizão formado pelo Fatah e pelo Hamas que
governava os palestinos antes de junho.
Segundo
a agência de notícias Associated Press, Al-Shaer disse o grupo discutiu
"assuntos internos em uma atmosfera transparente" com Abbas, mas
ressaltou que o que aconteceu nesta sexta-feira não foi "um encontro
entre o Hamas e o presidente".
Um porta-voz do Hamas em Gaza, Sami Abu Zuhri, minimizou a importância do encontro.
"Não
tem significado político, à luz dos contínuos encontros de Abbas com
líderes da ocupação (se referindo a Israel) e a recusa de Abbas em
dialogar com o Hamas", disse Abu Zuhri.
O
governo israelense, por sua vez, condenou os desdobramentos desta
sexta-feira e reiterou a posição de que o Hamas deve permanecer isolado.
"O
Hamas precisa ser deixado de lado e mantido fora do jogo até que aceite
as condições colocadas pela comunidade internacional", disse o
porta-voz do governo israelense, David Baker.
A
declaração de Baker é uma referência às exigência israelenses de que o
Hamas reconheça o Estado de Israel, rejeite a violência e concorde em
respeitar acordos de paz entre israelenses e palestinos.
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vagalhao

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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Sex Nov 02, 2007 12:51 pm

a melhor diplomacia é aquela que é silenciosa
Bocas vinda nos jornais veem envenenadas
Bush tem que ter um acordo com a Palestina senao esta frito com o mundo arabe
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vagalhao

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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Sex Nov 02, 2007 12:55 pm

AMERICANO escreveu:
Nao sou judeu , mas tenho uma GRANDE admiracao por eles!!! TODOS devemos muito a inteligencia deles!!!

caro americano
Se eu lhe dizer que tenho grande admiração por cristãos e que todos devemos muito á intelengia deles ( dos Cristãos ) ...o amigo deve matar-se a RIR
porque UM GAJO SER CRISTAO ARABE OU hindu NADA TEM A VER COM A INTELEGENCIA

No fundo bem no fundo Hoje a chamada civilização Universal é Cristã !
Judeus são meia dúzia de " convencidos " que julgam que são os favoritos do Criador
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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Sex Nov 02, 2007 1:21 pm

ATAO quer dizer que os mais inteligentes ficaram judeus? Porque 99% de todas as descobertas sao de JUDEUS!!
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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Sex Nov 02, 2007 4:03 pm

[quote="RONALDO ALMEIDA"]ATAO quer dizer que os mais inteligentes ficaram judeus? Porque 99% de todas as descobertas sao de JUDEUS!![/quote]

Caro RON esta a falar com um Homem de [color=green][b]ciência
Na ciência damos pequenos passos ...equipas ...e os homens de ciêncianunca levam para os gabinetes as suas crenças religiosas
viu o Criador a fazer o Ser Humano em 8 dias ?
---------
Na índia os medicos ingleses tinham " asco " em tratar os indianos escuros e de outra raça
E formaram médicos indianos para tratar os indianos
Pois
Grande bronca
Hoje em Londres os indianos são afamados médicos a cuidar de ingleses
Acredite num Homem de ciência
A gente caga forte e feio em " amuletos crenças ou curandismo "
Na minha área eu avalio sempre a área onde situo o que tenho que observar
E se me permite eu entendo que a "raça " Portuguesa é a única decente no MUNDO
?????????????????????????

meu caro a razão é simples

Nós somos o resultado de [color:21b2=red:21b2]kekas dos nossos marinheiros pelo mundo

... estamos vacinados pelo paleio de raças protegidas por qualquer SER Divino [/b]
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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Sab Nov 03, 2007 10:59 am

Quando o IRAO for destruido militarmente, tudo se acalma naquela zona!!!
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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Sab Nov 03, 2007 11:12 am

E isso esta mais perto de acontecer do que muit gente pensa. Armazenem gasolina!!!! Mandei fazer um tanque de 20 000 galoes, la na minha fazenda. Esta quase pronto. Acho que o petrolio subira temporariamente aos 200/barril !!!
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Dom Nov 04, 2007 4:16 am

AMERICANO escreveu:
Quando o IRAO for destruido militarmente, tudo se acalma naquela zona!!!

oS EUA nada conseguiram fazer no Iraque matando tudo o que se mexia , matando xiitas sunitas curdos surdos cegos e mudos
Incendiaram não só o Iraque como o Mundo
Como podem agora meterem-se no Irao se o Bush tem o apoio de meia dúzia de americanos ????
E ainda por cima com o Chyney a não saber sequer onde fica o Irão ou o Peru
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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Dom Nov 04, 2007 7:30 am

Nao sao so os USA, que veem um ataque como INEVITAVEL. E mesmo HILLARY, disse o mesmo, que os USA, nao permitirao o IRAO ter Bomba nuclear. Portanto..........
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Dom Nov 04, 2007 7:54 am

[quote="AMERICANO"]Nao sao so os USA, que veem um ataque como INEVITAVEL. E mesmo HILLARY, disse o mesmo, que os USA, nao permitirao o IRAO ter Bomba nuclear. Portanto..........[/quote]

O Irão não tem possibilidades destes anos mais próximos construir uma bomba
quem o diz é o Expert na matéria
Inventar armas absurdas como foi o caso do Iraque pode sair caro
Outra golpada não acredito que os militares o façam
Ate porque os militares sabem que irão ser acusados do fracasso do Iraque ...quando aquilo foi um total fracasso politico
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jps

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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Ter Nov 06, 2007 2:13 am

Meu caro Sr.

Só volto a este assunto ( por estar entre voos e nada melhor ter para fazer) e para que fique bem claro que nada tenho a discutir consigo, enquanto essa verborreia não terminar.Portanto não deve continuar a perder o seu precioso tempo comigo enviando-me mensagens privadas como esta:«««««

«De: RONALDO ALMEIDA
Para: jps
Postado dia: Qua Out 31, 2007 8:08 pm
Assunto: Re: BATER PAPO NO CHAT...........
nAO SEI O QUE CHAMA VABORREIA. sERA GOSTAR DOS usa E DE bush!!!Apoiar ISRAEL?


Como deve comprender, se é que tem capacidade para isso, eu já lhe expliquei que enquanto a "verborreia" não terminar nada há a dizer.
E faça um favor a si proprio, deixe de confundir " verborreia bacoca" com gostos ou opiniões.......
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jps

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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Ter Nov 06, 2007 2:16 am

««««««««««««««Sociedade Israelita e a defesa do seu estado.«««««««««


Apesar das diferenças sociais, há um laço comum que une todos os cidadãos judeus, (excepção feita á maioria dos judeus russos e alguns africanos que se vem demarcando destas politicas racistas) pois eles sabem que , de uma forma ou outra, que vivem da usurpação da terra de outro povo e do apoio do imperialismo para cumprirem o seu papel de “cão de guarda” na região. Sabem que os povos arabes são suas vitimas e por isso temem que esses povos se uname os expulsem das terras usurpadas. Por isso, a principal coesão dessa sociedade racista , violenta e militarizada é o medo do “inimigo comum”. Algo que lhes é recordado permanentemente pelos dirigentes politicos sionistas independentemente da filiação partidária. “ Ou eles ou nós” é a palavra de ordem básica que mantem a união e os vinculos dentro dessa sociedade.
Nesse sentido a ideia sionista do “ nosso direito à existencia” significa a defesa do estado racista e dos previlágios dos judeus, que assim são afastados de qualquer discussão séria sobre as causas e possiveis soluçoes para o conflito, deixando-lhe ainda o incentivo das “mãos livres” para saquearem e explorarem os nativos dos territórios usurpados.
Isto explica ainda porque é que a grande maioria dos Israelitas defende a “separação unilateral”e a limpeza étnica dos palestinianos e árabes dentro do “seu” territorio.
Esse carecter belicista que lhes é incutido pelas cupulas racistas permite-lhe,sem questionar, apoiar a destruição de qualquer extructura politica ou social dos palestinianos, apoiar a guerra contra o Libano baseada em falsos protestos, apesar do seu caracter de genocida.
A prova de tudo isto é que, depois de cada guerra, mesmo as que não dão os resultados previstos, são os politicos direitistas e os extremistas relegiosos que saem fortalecidos.
Esse caracter e elo de ligação da população judaica Israelita tem tambem uma correspondente económica. Em grande parte de conveniência de terceiros, pois Israel no fundo pode ser defenido como uma grande base militar do imperialismo, na qual tambem vivem os familiares dos soldados e onde se desenvolvem alguma actividades productivas de apoio. No entanto o centro do seu funcionamente é claramente a guerra e a produção de armamentos e materias relacionadas.
Considerado sobre parâmetros normais, o estado sionista de Israel tem um défice orçamental crónico. A balança comercial tambem é deficitária em muitos biliões de dolares. Mas nada disso representa qualquer problema, uma vez que esses “vazios” são prenchidos por fundos do exterior. Em primeiro lugar, pelos muitos biliões em subsidios anuais dos USA, que são os unicos pagos oficialmente.
Estima-se ainda que muito outros biliões chegam tambem dos USA através de outras rubricas não oficiais, e por ultimo estão os fundos colectados pela organização sionista internacional (para a qual o nosso conhecido amigo tambem paga).
Ao mesmo tempo, a produção de armamentos e tecnologia associada é, há anos a principal actividade económica do paìs. Esta não só abastece as necessidades próprias , mas representa ainda quase 40% das exportações do país, na maioria feitas para os USA. Apesar da sua pequena população, Israel está hoje entre os maiores exportadores de produtos militares do mundo, pese embora o facto de nas paginas oficiais do país isso aparecer disfarçado como “productos de alta tecnologia”.
Mas as coisas nesse campo por vezes criam alguns problemas com o seu “master”, o estado sionista, pela sua necessidade crescente de mais capital para manter o “status quo” da guerra precisa fazer alguns negocios pela porta das trazeiras. Houve até varias repreenções dos USA pela exportação de radares militares para países como a China e a India.
Por outras palavras e para concluir esta analise,a maioria da população israelita vive directa ou indirectamente do orçamente para a guerra e da fabricação de armamentos, sendo por isso lógico, que não tenha grandes oportunidades de se opr a politica militar e racista dos seus dirigentes^sem por em perigo o seu equilibrio económico e social.

To be continued:

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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   Ter Nov 06, 2007 11:48 am

jps escreveu:
Meu caro Sr.

Só volto a este assunto ( por estar entre voos e nada melhor ter para fazer) e para que fique bem claro que nada tenho a discutir consigo, enquanto essa verborreia não terminar.Portanto não deve continuar a perder o seu precioso tempo comigo enviando-me mensagens privadas como esta:«««««

«De: RONALDO ALMEIDA
Para: jps
Postado dia: Qua Out 31, 2007 8:08 pm
Assunto: Re: BATER PAPO NO CHAT...........
nAO SEI O QUE CHAMA VABORREIA. sERA GOSTAR DOS usa E DE bush!!!Apoiar ISRAEL?


Os caes ladram e nao mordem!!!

Como deve comprender, se é que tem capacidade para isso, eu já lhe expliquei que enquanto a "verborreia" não terminar nada há a dizer.
E faça um favor a si proprio, deixe de confundir " verborreia bacoca" com gostos ou opiniões.......
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MensagemAssunto: Re: Porquê Israel tem que ser destruído.   

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Porquê Israel tem que ser destruído.
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