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 A sida continua a ser um problema nacional

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ypsi



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MensagemAssunto: A sida continua a ser um problema nacional   Qua Nov 21, 2007 2:38 am

A sida continua a ser um problema nacional


Morrem por ano no mundo mais de dois milhões de pessoas vítimas do vírus da sida. São 5700 mortes por dia. E 6800 os infectados diariamente com a chamada epidemia do século XX.

Segundo o último relatório das Nações Unidas, ontem divulgado, o drama continua a ser sentido sobretudo nos países pobres, com grande destaque para África. Mas está longe de estar controlado nos países mais desenvolvidos, entre eles Portugal, que revela especiais dificuldades.

Somos o quarto país da Europa ocidental em número de casos novos - 2162 as novas infecções em 2006, seis mortes por dia. Pior só o Reino Unido, a França e a Alemanha, países bem mais populosos. O que significa que muito está ainda por fazer no que respeita a informação e prevenção.

E que é falsa a ideia de que todos, a começar pelos mais jovens, estão suficientemente esclarecidos sobre os riscos que levam a contrair a doença.

Os números globais revelam, apesar de tudo, uma evolução positiva. Uma revisão do método de cálculo da ONU explica em parte que se tenha passado de 39,5 milhões de infectados para 33,2.

Mas o sucesso relativo, traduzido num decréscimo do número de mortes de 2,9 milhões para 2,1, está na expansão dos retrovirais e na sua produção como medicamentos genéricos por países pobres após anos de luta jurídica com as multinacionais farmacêuticas.

No abastecimento de petróleo e de gás natural, a palavra de ordem do dia é diversificação. O acordo alcançado com a empresa Petróleos de Venezuela, SA, acrescenta mais uma às fontes do gás natural das quais dependemos hoje, situadas na Argélia e na Nigéria.

A aposta na extracção de petróleo em Angola, no Brasil e, de futuro, talvez também em Maracaíbo, na Venezuela, faz todo o sentido do ponto de vista empresarial: aprofunda o conhecimento interno da Galp Energia, estreita alianças, partilha riscos e ganhos que, como acaba de acontecer no Tupi-Sul (Brasil), podem ser fabulosos.

Sendo que as apostas mais recentes, entre poços africanos e sul-americanos, podem assegurar os abastecimentos necessários ao País nas próximas duas décadas.

Tudo isto com uma grande incógnita: o risco de convulsão política. Seja com a vaga ameaça de nacionalizações na Venezuela, com a acção das guerrilhas na foz do Zaire ou com a lenta institucionalização da democracia em Angola.

O Médio Oriente já não é a única fonte especulativa para a subida do preço dos combustíveis.

O risco tornou-se sistémico. E constitui o paradoxo de quem pretende ter maior segurança energética nas próximas décadas.

DN (21-11-2007)
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MensagemAssunto: Re: A sida continua a ser um problema nacional   Qua Nov 21, 2007 9:38 am

ORA AI ESTA. As esquerdas e as suas mentiras. Ja estamos habituados aos exageros !!! Mas a realidade sempre vence!!!
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ypsi



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MensagemAssunto: Re: A sida continua a ser um problema nacional   Qui Nov 22, 2007 1:39 am

SIDA: SANGUE, SUOR E LÁGRIMAS ?




Foi há mais de vinte anos que, em Atlanta, se diagnosticou pela primeira vez a novíssima doença. Pouco depois, a revista Time abordava a questão de uma forma temática. Tudo, então, nos parecia remoto e alheio.

Em 1985, constituía-se em Portugal o Grupo de Trabalho Contra a Sida e a Professora Laura Aires era chamada a dirigi-lo. Entretanto, tornava-se cada vez mais perceptível entre nós uma atitude social face ao fenómeno da sida que constituía, por si só, um risco quase tão grande como o da própria doença.

Moralistas de pacotilha, que decerto nunca conheceram Deus, nem ouviram falar da sua infinita misericórdia, ergueram a bandeira do castigo divino, da ira da providência munida, agora, de uma nova e terrível arma contra os excessos do sexo e da droga.

A comunidade sentiu-se perante um fenómeno alienígena, misterioso, imparável e ameaçador, que escapava às categorias do saber comum e das certezas adquiridas, excitando profundamente o espírito de intolerância e horror perante o sofrimento e a morte, fortalecido pelos falsos mitos da perfeição e da plenitude científica e tecnológica capazes de, só por si, libertarem os homens das fatalidades da sua humana condição.

Muitos, perante a ameaça que constituía um transmissor do vírus, não hesitaram em assumir uma atitude de censura social baseada nas características próprias dos chamados grupos de risco, requerendo a "quarentena" e o isolamento. Mas o mal não tinha afinal olhos, nem discernimento, nem obedecia a ditados divinos. Pelo contrário, iniciou uma deambulação cega entre crianças, mulheres e homens, como um espírito errante, indolente e privado de qualquer destino pré-determinado.

Como alguém então disse, a sida mudou-se gradualmente do obscuro território do diabo e do enxofre para o território, ainda mais espantoso, do nada e do acaso.

Em Portugal, Laura Aires primeiro, e muitos outros depois, tiveram a premonição deste fenómeno. Sabiam - e eu aprendi com eles - que para o combater havia que juntar ciência e compaixão e seguir com a fé que requerem os combates desiguais contra inimigos ocultos.

Não valia a pena negar a ameaça mas sim adoptar a atitude socialmente responsável, humanamente solidária e intelectualmente moderna de conhecer a ameaça e combatê-la, ajudando e não ostracizando as suas vítimas.

Nessa época, reinava grande desorientação e desconcerto, mesmo nos estabelecimentos de saúde e entre os seus profissionais.

O que talvez explique que a opção oficial tivesse sido a do secretismo da doença, dos seus riscos e da situação dos que a contraíam. Percebi mas não concordei.

Nem com as campanhas de prevenção delicodoces; nem com uma informação codificada que os cidadãos, manifestamente, nunca entenderam; nem com a decisão de não dar à sida a categoria de doença de declaração obrigatória a pretexto de que só o desconhecimento impedia a estigmatização.

Afinal, o silêncio que caiu sobre a realidade desta doença e destes doentes teve como consequência uma generalizada ignorância, como se viu no inquérito nacional feito em 2004, no qual um terço dos inquiridos pensava que um simples aperto de mão era contagioso!

Foi também o receio de debater as consequências sociais, económicas e culturais da sida, e não apenas de saúde pública, que impediu a criação de mecanismos legais, nomeadamente laborais, que garantissem os direitos dos seropositivos.

O mesmo se diga quanto à falta de coragem para estabelecer, como agora se propõe e bem, uma lista oficial de profissões de risco ou, como parece perfeitamente razoável em certos casos, testes de sida obrigatórios.

Dois casos actuais e concretos - um cozinheiro despedido e um médico cirurgião - originaram opiniões, pareceres e sentenças diferentes, revelando um total desconcerto entre os próprios especialistas, algo no mínimo preocupante e que não pode voltar a acontecer.

É urgente estabelecer um quadro de regras claro que dê segurança a todos os cidadãos: os que, legitimamente, não querem correr riscos de contágio e os que, sendo seropositivos, não perderam, por esse facto, o direito ao trabalho.

Maria José Nogueira Pinto (Jurista )
DN (22-11-2007)
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ypsi



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MensagemAssunto: Re: A sida continua a ser um problema nacional   Qui Nov 22, 2007 1:41 am

Desejo que este excelente Artigo de Opinião, da Dra. Maria José Nogueira Pinto, faça o Ronaldo rever e REPENSAR, o que comentou anteriormente.

Bom Dia ! flower
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MensagemAssunto: Re: A sida continua a ser um problema nacional   Qui Nov 22, 2007 1:41 am

A CIA fabricou o virus para matar os negros nos GHETTOS. Lembram-se de esta? tipica DAS MAIS INBECIS ESQUERDAS INTERNACIONAIS, COMUNISTAS ANTI-AMERICANOS!!!
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ypsi



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MensagemAssunto: Re: A sida continua a ser um problema nacional   Sex Nov 23, 2007 8:33 am

A Justiça do Cozinheiro


Esta segunda-feira, ficou a saber-se que o Tribunal da Relação de Lisboa, num acórdão de Maio, havia confirmado a sentença do Tribunal de Trabalho que em Março avalizara a justeza da cessação do contrato de trabalho de um cozinheiro com HIV.


Para o Tribunal do Trabalho "ficou provado que [o cozinheiro] é portador de HIV e que este vírus existe no sangue, saliva, suor e lágrimas, podendo ser transmitido no caso de haver derrame de alguns destes fluídos sobre alimentos servidos ou consumidos por quem tenha na boca uma ferida" e portanto constitui "um perigo para a saúde pública, nomeadamente dos utentes do restaurante do hotel".

Sendo certo que para uma parte substancial dos portugueses inquiridos sobre as vias de infecção do HIV os tampos das sanitas e apertos de mão estão no top - por que não então o suor, sangue e lágrimas aspergidos na comida por quem a cozinha, coisa que pelos vistos deve ser normal e corrente na restauração (onde está a ASAE quando mais precisamos dela?) - esperar-se-ia de juízes um pouco mais de informação.

Que, por exemplo, atendessem ao Direito Comparado - nos anos 90, dois casos idênticos no Canadá e nos EUA foram considerados pelos tribunais "discriminatórios", "inaceitáveis" e "sem qualquer fundamento científico".

Que conhecessem e atendessem às recomendações da Provedoria de Justiça - em 1999, a propósito de um militar seropositivo cuja função era, precisamente, cozinhar, o então provedor Menéres Pimentel escreveu: "O militar em causa, portador do HIV, nunca poderia ser considerado uma ameaça para a saúde pública no exercício das suas funções, que à altura eram de reforço na cozinha."

Que ouvissem os especialistas (a negar, em bloco, a existência de perigo). Por fim e em suma, esperar-se-ia que os juízes conhecessem a lei e a Constituição e o fulcro da sua função: ser justos, pacificar.

Mas estes juízes fizeram o contrário.

Entrincheirados na sua ignorância e preconceito, certificaram que, afinal, todas as campanhas antidiscriminação de seropositivos, incluindo as que incidem sobre casos de crianças expulsas de escolas, estavam erradas.

Que os seropositivos devem ser despedidos, marginalizados, perseguidos, expulsos.

Que as pessoas devem recusar o teste de HIV e, caso estejam infectadas, devem escondê-lo de toda a gente - a começar pelos médicos do trabalho .

O cozinheiro despedido percebeu-os muito bem: no restaurante onde entretanto arranjou emprego, ninguém sabe que ele é seropositivo.

E, com um bocado de sorte, se um dos juízes em causa por lá aparecer, há-de cuspir-lhe na sopa.

Fernanda Câncio
DN (23-11-2007)
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MensagemAssunto: Re: A sida continua a ser um problema nacional   Sex Nov 23, 2007 3:47 pm

Eu posso ser ignorante, mas nos meus CLUBES e RESTAURANTES, NAO QUERO,ninguem a trabalhar que tenha SIDA!!! nem quero ser servido num RESTAURANTE, que tenha empregados com SIDA!!! ORA ESSA!! affraid
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ypsi



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MensagemAssunto: Re: A sida continua a ser um problema nacional   Sab Dez 01, 2007 4:29 am

Almoço cozinhado por seropositivos


Associção Médicos pela Escolha promove «almoço contra a discriminação»


A associação Médicos Pela Escolha promove este sábado um «almoço contra a discriminação» cozinhado por seropositivos, que contará com a presença do coordenador do Programa Nacional de Luta Contra a SIDA, Henrique de Barros, refere a Lusa.

Organizado como forma de protesto contra o despedimento de um cozinheiro infectado com o vírus da SIDA, o almoço está marcado para as 12:30 horas, no restaurante AGITO, na Rua da Rosa, no Bairro Alto.

Hoje é o Dia Mundial da Luta Contra a SIDA.

Além de Henrique de Barros, estarão presentes, entre outros, os médicos Isabel do Carmo, Machado Caetano, Maria José Campos, Ana Campos, Jorge Portugal, a enfermeira Rosário Horta e o presidente da associação Médicos Pela Escolha, Vasco Freire.

Em comunicado, os Médicos Pela Escolha dizem ter decidido promover esta iniciativa «depois de um acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa ter, contra todos os pareceres e a evidência médica, considerado justificado e legítimo o despedimento de um cozinheiro infectado com VIH».

«A associação Médicos Pela Escolha manifesta o seu protesto organizando um almoço confeccionado por pessoas seropositivas, no Dia Mundial da Luta Contra a SIDA», refere o comunicado.

Portugal Diário - 01-12-2007
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MensagemAssunto: Re: A sida continua a ser um problema nacional   Sab Dez 01, 2007 11:10 am

Para ficar solidario com os AIDETICOS, va a um restaurante, comer uma saladinha preparada por um cozinheiro com AIDS!!! E leve a familia!!! Wink
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Cientistas descobriram o roteiro do HIV   Qua Abr 09, 2008 8:11 am

Cientistas descobriram o roteiro do HIV
Virus partiu de África, passou pelo Haiti e foi finalmente para os Estados Unidos


De África ao Haiti, do Haiti aos Estados Unidos e daí para o resto do mundo. Este terá sido o trajecto inicial do vírus HIV, que acabou por propagar-se a todo o planeta e infectar 40 milhões de pessoas até hoje. O rasto geográfico foi reconstruído por uma equipa de investigadores dos Estados Unidos, Reino Unido e Dinamarca, após análise genética de sangue armazenadas provenientes dos primeiros seropositivos, informa o jornal El Mundo.

«O nosso trabalho, é que o primeiro a afirmar quando e onde apareceu o vírus nos Estados Unidos, mostra que depois de ter saído da África Central, a primeira paragem foi no Haiti, onde teve a sua base de operação durante cerca de dois anos. Depois, por intermédio de imigrante haitiano, chegou aos Estados Unidos e começou a colonizar o mundo», explica Michael Worobey, professor de Biologia Evolutiva da Universidade de Arizona e um dos autores do estudo.

Os autores, que publicaram a investigação na revista «PNAS», também descobriram que o vírus entrou nos Estados Unidos em 1969 e circulou nas suas fronteiras durante doze anos até que fosse descoberto pela comunidade científica em 1981.
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MensagemAssunto: Re: A sida continua a ser um problema nacional   Qua Abr 09, 2008 10:30 am

ESTAO ENGANADOS!!! O VIRUS DO HIV, foi feito nos LABORATORIOS DA CIA, para matar a pretalhada da AFRICA!!! E dos USA!!! E foi o BUSH!!! Laughing Laughing Laughing Laughing
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Vitor mango

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MensagemAssunto: Re: A sida continua a ser um problema nacional   Qua Abr 09, 2008 2:04 pm

RONALDO ALMEIDA escreveu:
ESTAO ENGANADOS!!! O VIRUS DO HIV, foi feito nos LABORATORIOS DA CIA, para matar a pretalhada da AFRICA!!! E dos USA!!! E foi o BUSH!!! Laughing Laughing Laughing Laughing

o bush prefere mais chumbo
lol! lol! lol! lol!
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