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 Ronaldo (di)vagando ...

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MensagemAssunto: O ABORTO NO BRASIL   Qua Abr 23, 2008 5:51 pm

518



Quem é a mulher que aborta?

Pela primeira vez, uma pesquisa traça o perfil das brasileiras que recorrem ao aborto. O resultado surpreendente pode ajudar o país a repensar sua postura sobre o assunto

José Antonio Lima
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Ela tem entre 20 e 29 anos, trabalha, é católica, tem um parceiro estável e pelo menos um filho. Esta é a mulher brasileira que faz um aborto. Esse perfil, descoberto por um estudo elaborado pela Universidade de Brasília (UnB) e pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), destruiu o estereótipo de que abortar é um método usado por adolescentes para interromper uma primeira gravidez fruto de uma relação passageira e inconseqüente.

A pesquisa, financiada pelo Ministério da Saúde, mapeou todos os dados sobre o assunto coletados nos últimos 20 anos no Brasil. Os resultados surpreenderam até mesmo os especialistas no tema. “Todos que trabalham com isso acreditavam que sabiam qual era o perfil dessa mulher”, afirma Debora Diniz, antropóloga, professora da UnB e uma das coordenadoras do estudo Aborto e Saúde Pública.

Compilados a partir de mais de duas mil fontes, os dados mostraram uma realidade absolutamente diferente da usada no debate sobre o tema, seja por quem é contrário à pratica, seja por quem a defende. Os abortos de adolescentes representam menos de 10% do total e, desses, quase 80% são feitos por meninas entre 17 aos 19 anos. A faixa que concentra o maior número de abortos é entre 20 e 29 anos.

Entre essas mulheres, mais de 70% têm um relacionamento considerado estável ou seguro, o que afasta a hipótese de que elas recorrem ao aborto para não viver, sozinhas, o drama de uma gravidez indesejada. A questão principal para a mulher, segundo os pesquisadores da UnB e da Uerj, é lidar com um filho não planejado.

Mais de 70% das mulheres que abortam já têm um filho, o que leva a crer que o aborto é usado como forma de planejamento reprodutivo quando os métodos contraceptivos falham ou são usados de forma inadequada.

Debate
Para Debora Diniz, a descoberta do perfil da mulher que aborta pode renovar o debate sobre o tema no país, que é caracterizado pela polarização entre os radicalmente favoráveis e desfavoráveis à prática. Em abril de 2007, por exemplo, durante a visita do papa Bento 16, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse ser favorável à legalização do aborto e virou alvo de inúmeros protestos, especialmente de grupos religiosos.

“Nossa maior expectativa é dar alguma dose de racionalidade ao debate e o principal instrumento de racionalidade em um debate público é a ciência”, diz Debora.

Lacunas
Além de elucidar algumas concepções, o levantamento mostra a falta de estudos sobre uma série de aspectos sobre o aborto. “O que mais surpreendeu foi descobrir o que não sabemos”, diz Debora. Entre as mais de duas mil pesquisas analisadas, não havia nada sobre temas como a relação do aborto com a aids, a realização de aborto em clínicas particulares e nem sobre as práticas das mulheres indígenas ou da zona rural.

Também não há parâmetros para identificar qual é o impacto dos indicadores sociais e das desigualdades regionais na decisão da mulher. “Não temos nenhum estudo sobre aborto na região norte do país, por exemplo”, afirma a professora da UnB. “Questões como arrependimento, com as mulheres se suicidam após o aborto, sequer existem na agenda científica brasileira”, diz.

Pesquisa
De acordo com Debora, o problema da falta de dados passa pelo fato de o aborto ser um crime no Brasil, com pena de um a quatro anos. Apenas em caso de estupro ou de risco para a mãe a técnica é legal. Nesse contexto, fica difícil pesquisar, pois implica riscos tanto para os entrevistadores quanto para os participantes.

Ela defende que, como em países como Canadá e Estados Unidos, seja criado um certificado de confidencialidade para os pesquisadores. “Estudar aborto no Brasil é uma tarefa hercúlea. Estamos pesquisando um crime, do qual as mulheres não querem falar”, lamenta.
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MensagemAssunto: Re: Ronaldo (di)vagando ...   Qua Abr 23, 2008 5:52 pm

Cogito, ergo sun escreveu:
Sabe que sobre o assunto também há coisas bem escritas. Merdas destas nem merecem comentários.



Laughing Laughing Laughing Laughing Laughing . tao previsivel!!!!
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Cogito, ergo sun



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Idade: 89

MensagemAssunto: Re: Ronaldo (di)vagando ...   Qua Abr 23, 2008 5:55 pm

RONALDO ALMEIDA escreveu:
Cogito, ergo sun escreveu:
Sabe que sobre o assunto também há coisas bem escritas. Merdas destas nem merecem comentários.



Laughing Laughing Laughing Laughing Laughing . tao previsivel!!!!



Obrigado. Marca de qualidade. O Roll-Royce também é previsível. Isso que nos impigiu não tem representação prática nem teórica. São conceitos de um preto, complexado, que se pretende impor pela asneira ligada á cor da pele.
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MensagemAssunto: o socialist arrependido   Qua Abr 23, 2008 5:57 pm

O CARVALHADAS
- Underground de reflexões sobre tudo e nada -
Domingo, Fevereiro 17, 2008
Onde é que estavas no 25 de Abril?
Não é que goste do homem, mas a noite está chuvosa e o dia preocupante, pelo menos para mim, não me refiro ao Kosovo, mas tive que ver as amarrações do barco e se querem saber aquilo está um caos. As ilhas dos meus sonhos de menino estão a desaparecer.
A Barra de S.Luís está diferente como de costume e felizmente desta vez protegeu a ilha da cidade de Santa Maria. Até o Levante já dura o que Deus quer e Deus não é para aqui chamado.
Depois dos desastres de Quarteira e Albufeira e das vergonhas da Quinta do Lago que invadem a parte leste da ilha de Faro é caso para pensar se o Algarve alguma vez foi olhado sem ser por dinheiro.
Pior vi na Póvoa de Varzim, porque o mar não perdoa.
O homem de que falo é B.B., escreve bem, o tema é apenas isso. Não sei se a rábula tem a ver com ele penso que sim.


"Vai por aí algum alvoroço com as declarações de Manuel Alegre sobre as derivas do PS.
O PS já nasceu com derivas: basta atentar nos seus fundadores. Provinham, quase todos, do antifascismo, mas ética e ideologicamente eram diferentes.
De católicos "progressistas" a ex-comunistas, até republicanos de traça jacobina, o PS foi, quase, um trâmite freudiano de adolescentes contra os pais. O que os impediu de compreender as mitologias da social-democracia, esta mesma diversamente interpretada e opostamente aplicada nos países escandinavos.
Provinham de uma leitura catequista do marxismo, caldeada na experiência da República de Weimar.
Quando, no PREC, se gritava: "Partido Socialista, partido marxista!" - a exclamação estava a mais.
A interrogação seria mais apropriada.
O estribilho ficou mudo, quando Willy Brandt mandou dizer que as estentóricas frases eram estranhas à teologia do "socialismo democrático".
Por essa época, Manuel Alegre, numa entrevista que lhe fiz, disse, dramático, que "a social-democracia era a grande gestora do capitalismo".
Goste-se ou não dele, a verdade é que nunca foi ambidextro na forma de protestar.
Na realidade, há muitíssimo poucos socialistas no PS; no Governo, parece-me que nenhum. Observo aquelas figuras, marcadas por uma espécie de misticismo barroco, e pergunto-me: que tem feito pelo País esta gente de manejos burocráticos e de cerviz dobrada ante o Príncipe? Nada. Pior: tem cometido o mais condenável de todos os crimes - o socialicídio.
Não é de agora, o delito.
Com José Sócrates, socialista de ocasião, propagandeou-se a "esquerda moderna" como justificação de todas as malfeitorias ideológicas, sociais, morais e éticas. Mas ele resulta de uma génese política malformada.
As "tendências" no PS, desenvolvem-se, exclusivamente, com palavras e frases protocolares. E os poucos que pertencem a uma genealogia oposta são marginalizados ou tidos como anacronismos.
Há, nesta gente, falta de garra, de honra, de competência, de credibilidade, de integridade, de vergonha.
Trabalhadores precários: 1 700 000. População empregada: 5,2 milhões de pessoas. Desempregada: cerca de meio milhão. Dois milhões de portugueses na faixa da pobreza. São conhecidos os vencimentos escandalosos, as mordomias, as pensões de reforma não apenas no "privado" como no "público". O regabofe na sociedade portuguesa é mais do que revoltante.
O PS é uma desgraça. O Governo "socialista" uma miséria. E ambos têm de saciar imensos e sôfregos apetites.
Manuel Alegre repetiu o que se sabe - e que só o não sabe quem o não quer saber.
Afinal, pouco se ambiciona do PS: apenas um bocadinho de socialismo."
Artigo de Baptista Bastos, penso que com "p".
Pode não se gostar, mas é como de costume um bom artigo, sobre o conteúdo é como os doces...
Fiquem bem e não amuem como o vinho quando está calor e ele tem de ferver.
posted by Toupeira at 22:18

16 Comments:
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MensagemAssunto: SOCIALISMO E A MENTIRA   Qua Abr 23, 2008 7:00 pm

A inversão revolucionária

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 29 de outubro 2007



Recentemente, o deputado democrata Harry Reid, na ânsia de atribuir crimes hediondos às tropas americanas sediadas no Iraque, levou à Câmara, com grande estardalhaço de mídia, o depoimento horripilante de um ex-soldado que, segundo se descobriu depois, jamais estivera no Iraque nem era portanto testemunha do que quer que fosse.

Como o radialista Rush Limbaugh denunciasse o fato no seu talk show de 38 milhões de ouvintes, acusando Reid de jogar a opinião pública contra as Forças Armadas mediante depoimentos de “phony soldiers” (falsos soldados), o deputado apresentou à mesa da Câmara um enfezadíssimo requerimento exigindo que Limbaugh pedisse desculpas por “ofender as tropas americanas”.

Reid é um malandrão, metido em negócios imobiliários cabeludos, mas não, o episódio não se explica pela simples mendacidade. O uso normal da mentira na política ou no comércio é sempre limitado pelo senso da verossimilhança. Quando um sujeito sai ostensivamente acusando os outros daquilo que todo mundo sabe que ele próprio fez, ele não está propriamente querendo enganar as pessoas, nem enganar a si próprio: está querendo que a mentira seja aceita como verdade precisamente por ser mentira e por ser conhecida como tal ; está querendo inverter o quadro mesmo de referências e fazer com que a inteligência humana se prosterne conscientemente ante a mentira, investida enfim do prestígio paradoxal e mágico de uma forma superior de veracidade.

Reid está fazendo, no fundo, precisamente o mesmo que aquele palhaço maoísta fez ao me acusar de calúnia por lhe imputar a autoria de um crime que ele próprio se gabava de ter-lhe rendido uma condenação na Justiça. Está fazendo o mesmo que o dr. Emir Sader faz ao produzir com dinheiro público um “Dicionário Crítico do Pensamento da Direita” que omite sistematicamente toda menção aos mais célebres pensadores de direita, cuja leitura poderia corromper as mentes virginais dos jovens esquerdistas. Está fazendo o mesmo que a intelectualidade esquerdista em peso faz ao fomentar o banditismo e depois imputar suas culpas à “sociedade de classes”. Está praticando, em suma, a inversão revolucionária da realidade.

“Revolução” significa precisamente um giro, uma inversão de posições. O tema do “mundo às avessas”, que invadiu o teatro e as artes plásticas na entrada da modernidade, impregnou-se tão profundamente na mentalidade revolucionária que acabou por se tornar um reflexo inconsciente, consagrando-se por fim como o método de pensamento essencial – e na verdade único – da intelectualidade ativista e dos políticos de esquerda. Não é de espantar, pois, que aqueles que se deixam seduzir em mais ou em menos pela idéia revolucionária, nem sempre sendo capazes de virar o mundo de pernas para o ar como desejariam, façam ao menos a revolução nas suas próprias cabeças, invertendo as relações lógicas de sujeito e objeto, de afirmação e negação, de anterioridade e posterioridade, e assim por diante, enxergando portanto tudo às avessas e só admitindo como verdade o contrário do que os fatos dizem e os documentos atestam.

A justificativa moral que têm para isso é sublime. Bertolt Brecht resumiu-a assim: “Mentir em prol da verdade.” O pressuposto filosófico da fórmula, incompreensível a quem desconheça as sutilezas do marxismo, é que o socialismo é a essência oculta do processo histórico, a finalidade secreta a que tendem inconscientemente todos os atos humanos. Se, mentindo, você apressa o advento do socialismo, está ajudando a revelar a verdade. Se, ao contrário, você se apega à realidade dos fatos para argumentar contra o socialismo, está atrapalhando a revelação e servindo portanto ao reino da mentira.

Notem como isso inverte, de um só golpe, a relação lógica não só entre o falso e o verdadeiro, mas entre o conhecido e o desconhecido. Para a mentalidade humana normal, o passado pode ser conhecido mediante documentos e testemunhos, mas o futuro só pode ser conjeturado. Para o revolucionário, o futuro é a única certeza: o passado pode ser modificado à vontade conforme os interesses superiores da revolução a cada momento. Quando a Enclopédia Soviética apagava das fotos históricas os personagens que iam se tornando politicamente inconvenientes, ou quando os nossos bravos esquerdistas alegam cinicamente como prova do envolvimento americano na preparação do golpe de 31 de março de 1964 justamente os documentos que mostram que os americanos só se meteram no assunto depois do golpe eclodido (v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/061123jb.html ), estão fazendo exatamente o mesmo que Harry Reid: invertendo o passado para amoldá-lo ao futuro desejado.

Embutida no cerne mesmo da doutrinação socialista, essa regra confere aos militantes – e, por tabela, aos companheiros de viagem – não só o direito, mas o dever estrito de mentir. Não de mentir aqui ou ali, em detalhes que possam se encaixar mais ou menos no quadro geral da verdade, mas de mentir sempre, mentir em profundidade, mentir de alto a baixo, com obstinação e audácia, até que aqueles que conhecem a verdade percam de vez todo desejo de contrapô-la à tremenda, à avassaladora autoridade moral da mentira.

Quem não compreenda esse traço da mentalidade revolucionária está totalmente desaparelhado para enfrentá-la seja no terreno intelectual, seja na política prática.

Não é preciso dizer que a mentira material, a inversão dos fatos, é só a aplicação mais grossa e visível da regra. Com base no mesmo princípio essencial, a arte da influência revolucionária produziu uma tal pletora de estratagemas, que seu repertório de trapaças já não pode ser abarcado pelos estudos usuais sobre argumentação sofística.

Só para dar um exemplo: o mais elementar e notório dos sofismas é a “petição de princípio” ( petitio principii ). Consiste em tomar como premissa probante, dada como verdadeira a priori , a afirmação mesma que se pretende demonstrar. É um truque tão besta que até crianças o reconhecerão à primeira vista, se você lhes ensinar as regras da demonstração válida. Mas a retórica revolucionária descobriu que a inviabilidade lógica de um argumento não o torna necessariamente ineficaz do ponto de vista psicológico. As petições de princípio, em especial, têm uma força persuasiva tremenda, que contrasta de maneira patética com a sua impotência lógica. Repetidas um certo número de vezes, elas podem gradativamente inocular no leitor ou ouvinte a convicção semiconsciente ou implícita (e por isto mesmo tanto mais forte) de que a afirmação duvidosa ou falsa não é duvidosa nem falsa de maneira alguma, é antes líquida, certa e universalmente aprovada. Isso acontece por simples efeito acumulativo. Toda e qualquer demonstração vai do certo para o duvidoso, subentendendo que o primeiro é admitido pelo ouvinte tanto quanto pelo falante e está, por isso mesmo, fora de discussão. Quando você coloca o duvidoso no lugar do certo, seu interlocutor terá de admiti-lo como certo, mesmo persuadido de que é falso, para poder completar o raciocínio. Ou seja: você induz o sujeito a pensar contra suas próprias convicções. Para o interlocutor adestrado no exame dialético das contradições, essa concessão é banal, mas no ouvinte desavisado ela pode ter um efeito psicológico profundo. Forçado a repeti-la determinado número de vezes, ele entra em estado de dissonância cognitiva , não distinguindo mais entre o crer e o mero pensar, e então está pronto para admitir como substantivamente certa, ao menos de maneira implícita, a afirmação que tinha sido tomada como tal apenas para fins provisórios de raciocínio. Pesquisas psicológicas já velhas de três décadas (mas ainda totalmente desconhecidas do público brasileiro em geral) demonstram que, em oitenta por cento dos casos, é fácil obter uma mudança de convicções mediante esse truque simples e barbaramente desonesto, conhecido entre os técnicos sob o nome de door-in-the-face , “bater a porta na cara” (v. R. B. Cialdini et al ., “Reciprocal concessions procedure for inducing compliance: the door-in-the face technique”, em Journal of Personality and Social Psychology , vol. 31, no. 2, pp. 206-215, 1975).

Em artigos vindouros darei amostras da aplicação diária e persistente dessa técnica pelos cultores do “mundo às avessas”.









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MensagemAssunto: SOCIALISMO E UMA DROGA   Qua Abr 23, 2008 7:10 pm

Pedro Carleial, o Capitalista - Publicado em 19.02.2008



Uma sociedade em que o ideário e a política socialista predominam é como um viciado, e o Socialismo é sua droga. Ambos se tornam dependentes de algo que os destrói.

A droga causa dois tipos de dependência. Dependência física é a incapacidade de o corpo funcionar normalmente sem a droga, dependência psicológica se manifesta como ansiedade e desconforto quando não se está sob o efeito da droga ou ela não está disponível.

Dependência física
Sob o Socialismo, o paralelo da dependência física é a dependência material. O Socialismo promove o crescimento contínuo do número de pessoas que dependem do governo e de sua política de redistribuição de riqueza para prover suas necessidades básicas.

A droga gera dependência física substituindo a química normal do sistema nervoso ou alterando seu funcionamento. Da mesma forma, o Socialismo cria dependentes substituindo a estrutura de incentivos de uma sociedade.

Onde antes a riqueza era resultado do trabalho, ela passa a ser resultado do arbítrio governamental. Trabalhar para produzir riqueza é substituído por fazer política para conseguir riqueza. Por receber riqueza diretamente do governo, e sem esforço, o indivíduo se torna intolerante ao meio normal de enriquecer: o trabalho.

Por ser estimulado diretamente pela droga, o mecanismo de recompensa do viciado se torna insensível aos prazeres normais, como comida e sexo. Da mesma forma, por ter suas necessidades saciadas pelo governo, o indivíduo perde o senso de responsabilidade individual – a percepção de que ele próprio é quem deve resolver seus problemas.

Tolerância
Outra característica dos quadros de dependência é o desenvolvimento de tolerância. O corpo se adapta à presença da droga de modo que doses cada vez maiores são necessárias para obter o mesmo efeito.

O mesmo ocorre com a política Socialista. Para cada “benefício” concedido pelo governo, há alguém pagando a conta. Pela ameaça física o indivíduo é forçado a abrir mão de sua riqueza em favor de outros, contra sua vontade.

Nenhum indivíduo, mesmo o caridoso que troca voluntariamente o resultado de seu trabalho produtivo por satisfação pessoal, se esforça a troco de nada. Aqueles que são forçados a pagar a conta do Socialismo se adaptam a cada nova política de expropriação. Logo a redistribuição se torna ineficaz e uma nova política mais intervencionista se torna necessária para obter o mesmo efeito.

Imagine que um governo obrigue os empregadores a continuar a pagar por meses o salário de toda mulher que se ausente para ter um filho. Os empregadores se adaptam pagando menos às mulheres em geral – para compensar este risco.

Torna-se necessário proibir o pagamento de salários diferentes para homens e mulheres, do contrário não se consegue mais o efeito desejado. Mas os empregadores se adaptam novamente, preferindo contratar homens. Já que é obrigado a pagar o mesmo preço, o empregador prefere o empregado que não pode ficar meses fora, recebendo.

Torna-se necessário proibir a preferência por contratação de homens. Mas isto ainda não resolve o problema. Através de artifícios como benefícios não monetários pode-se continuar pagando mais a homens. Outros artifícios permitem evitar a contratação de mulheres. Mais leis, mais controles e mais policiamento são necessários para obter o efeito desejado.

Privilegiar uns à custa de outros sempre cria uma necessidade constante de endurecimento das leis – pois quem paga a conta contra sua vontade sempre se esforça para se livrar de suas correntes.

Dependência psicológica
Nas sociedades democráticas, o paralelo da dependência psicológica no Socialismo é o populismo, uma “dependência política”. Por criar uma legião de dependentes materiais, o Socialismo elimina do debate político qualquer proposta política contrária.

O Bolsa-Família é um excelente exemplo. Um quarto de toda a população brasileira pertence a famílias que recebem dinheiro deste programa - um candidato que se oponha a ele terá grande dificuldade em se eleger.

Também é característico da dependência psicológica a supressão das inibições do viciado na busca pela droga. Isto se reflete em um comportamento descontrolado e amoral. Conseguir a droga está acima de qualquer inibição – vergonha, nojo, respeito à vida e à propriedade alheia, nada disso impedirá o viciado de conseguir a droga.

Da mesma forma, sob o Socialismo há uma supressão de todas as inibições na busca pela benesse governamental. As inúmeras denúncias e casos constatados de fraude em todos os chamados "programas sociais" ilustram este fato. Casos de empresários que corrompem governantes para obter benefícios são outro exemplo.

Autodestruição
A droga destrói no viciado aquilo que existe de mais importante, o que o define como um indivíduo: sua vontade. Em quadros severos de dependência química, a pessoa pode se tornar praticamente um zumbi: a busca da droga se torna seu único propósito, a vida é esquecida.

O Socialismo faz o mesmo na sociedade. Para que o governo dê algo a um é preciso primeiro que tire de outro. Ao violar os direitos à vida, à propriedade e à liberdade das pessoas, o governo destrói sua vontade de agir produtivamente. Em quadros severos de socialismo, tomar a riqueza dos outros se torna o único propósito, produzir riqueza é esquecido. O atraso econômico das nações que implantaram o socialismo, inclusive o Brasil, é evidência deste fato.

Abstinência
Quando um viciado fica sem a droga, desenvolve-se um quadro conhecido como síndrome de abstinência. Trata-se dos efeitos físicos e psicológicos da remoção da droga de seu organismo. A abstinência é dolorosa e desesperadora. É só depois de passar por este período de sofrimento que os mecanismos normais do organismo e da mente se restabelecem.

Eliminar o socialismo em uma sociedade apresenta o mesmo fenômeno. Os dependentes materiais se vêem obrigados a trabalhar para obter aquilo que antes recebiam de graça. Muitos podem ver não atendidas suas necessidades básicas, antes saciadas pelo esforço alheio.

A libertação dos indivíduos que pagavam a conta, em tempo, leva à proliferação de oportunidades e à prosperidade generalizada, embora não igualitária. Este é o mecanismo normal de progresso humano: o Capitalismo. Mas chegar até este ponto requer vencer a abstinência.

Terapia
Na recuperação de uma nação socialista, assim como na recuperação de drogados, o primeiro passo é reconhecer que há um problema. No Brasil ainda há poucas vozes altas e claras dizendo que roubar de um para dar a outro é imoral. Os direitos individuais não são vistos como algo inalienável.

Os poucos defensores da liberdade econômica são blogueiros e colunistas como Reinaldo Azevedo e articulistas como Rodrigo Constantino e o empresário João Luiz Mauad. A recente revolta popular contra a CPMF mostra que estas poucas vozes encontram coro na sociedade, o partido Democratas parece estar se movendo na direção de defender estes princípios.
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MensagemAssunto: Re: Ronaldo (di)vagando ...   Qua Abr 23, 2008 7:38 pm

Socialismo e Comunismo, FOI UMA desgraca QUE DESTRUIO 20 anos de progresso de Portugal!!!
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MensagemAssunto: Re: Ronaldo (di)vagando ...   Qua Abr 23, 2008 7:39 pm

DE PRETO E COMPLEXOS , nao e a minha especialidade. E A SUA!!!


Não sei qual ou quais as especialidades do membro Cogito, mas de ora avante este tipo de palavreado será colocado na sua "secção" pessoal!

Ou apagado, caso os visados manifestarem qualquer tipo de incomodo com as suas palavras!

Com os melhores cumprimentos,

A Administração

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MensagemAssunto: O esforço do Senhor Ronaldo   Qua Abr 23, 2008 8:48 pm

Não quero ser deselegante. Confesso que tenho apreciado o esforço do Senhor Ronaldo em sair daquelas suas 12 frases (seriam tantas?) e 18 vocábulos que desde há meia-dúzia de anos repetia até á exaustão. Então procurou tudo o que fosse blog nazi para retirar post's. Tão maus e sem sentido que nem mereceram comentários. A sua confusão mental entre stalinismo e socialismo ou social-democracia é, usando uma palavra tão do seu agrado, patética. Mude de consultor, Senhor Ronaldo. Mesmo dizendo mal há muito melhor e mais consistente. Mas não desista....
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MensagemAssunto: Re: Ronaldo (di)vagando ...   Qua Abr 23, 2008 9:47 pm

RONALDO ALMEIDA escreveu:
DE PRETO E COMPLEXOS , nao e a minha especialidade. E A SUA!!!



Não sei qual ou quais as especialidades do membro Cogito, mas de ora avante este tipo de palavreado será colocado na sua "secção" pessoal!

Ou apagado, caso os visados manifestarem qualquer tipo de incomodo com as suas palavras!

Com os melhores cumprimentos,

A Administração




Não vamos voltar ao tema. Estou farto. O Senhor Ronaldo já mostrou á exaustão as suas ideias. Os insultos e catalogação de crioulos comparando com a sua pele branca como leite (que nojo) e outros mimos a quem lá tenha nascido ainda perduram na memória dos presentes. Por mim é assunto encerrado.

O que eu quiz dizer sobre um texto escrito por um vendido, Walter E. Williams, que sempre pretendeu destacar-se da sua comunidade pelas ideias de extrema direita que contraria a tendência natural dos africanos, é que o racismo muitas vezes tem dois sentidos. E só recordo como exemplo que quem alimentava o fornecimento de escravos durante a escravatura eram negros. Que vendiam os inimigos ou vizinhos indesejáveis. Eram Walter E. Williams's da época.
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MensagemAssunto: Re: Ronaldo (di)vagando ...   Qui Abr 24, 2008 5:41 am

Laughing Laughing FALAR MAL do SOCIALISMO e ser NAZI? Laughing Laughing Laughing

ENTAO SOMOS TODOS nazis, MENOs OS socialistas!!! Eu nao gosr\to do SOCIALISMO e garanto a quem quiser saber, QUE NAO SOU, nem NAZI, NEM COMUNISTA!!!! nEM racista. jAMAIS O FUI OU SEREI!!!
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MensagemAssunto: Re: Ronaldo (di)vagando ...   Qui Abr 24, 2008 5:49 am

O SR. cogito ergo sum, (ronhas,raguiar) vem-me perseguindo INSULTANDO E PROVOCANDO TEM ANOS!!! Insiste que sou RACISTA, NAZI, do=no de CASA DE PUTAS!!! Provoca-me em todos os meus comentarios ou artigos publicados de outros!!! que posso fazer!!! NAO SOU NAZI, NAO TENHO CASA DE PUTAS E JAMAIS FUI RACISTA!!! Nos USA os NEGROS tanbem acusam os outros de racistas quando eles sao os que teem COMPLEXOS e veem RACISMO EM TUDO!!!nad aposso fazer!!! JA NEM LIGO!!!
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MensagemAssunto: PRAIA DA COSTA BRASIL   Ter Abr 29, 2008 6:45 pm

Que saudades!!!! Tenho varios apartamentos frente a praia!!! Desde 1989!!

http://video.aol.com/video-detail/parapente-no-morro-do-moreno/477699629
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Vitor mango



Mensagens: 4711
Data de inscrição: 13/09/2007

MensagemAssunto: Re: Ronaldo (di)vagando ...   Ter Abr 29, 2008 6:54 pm

RONALDO ALMEIDA escreveu:
Que saudades!!!! Tenho varios apartamentos frente a praia!!! Desde 1989!!

http://video.aol.com/video-detail/parapente-no-morro-do-moreno/477699629


isto fica ONDEEEEEEEEEE ?????
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MensagemAssunto: Re: Ronaldo (di)vagando ...   Ter Abr 29, 2008 7:17 pm

Vitor mango escreveu:
RONALDO ALMEIDA escreveu:
Que saudades!!!! Tenho varios apartamentos frente a praia!!! Desde 1989!!

http://video.aol.com/video-detail/parapente-no-morro-do-moreno/477699629


isto fica ONDEEEEEEEEEE ?????


ESPIRITO SANTO !! VILA VELHA, VITORIA!!!

50 KM de GUARAPARI, onde tenho a casa de praia!!!
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Ronaldo (di)vagando ...

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